domingo, 27 de abril de 2014

Mãe fotografa cachorra e bebê como se fossem gêmeos

A fotógrafa Grace Chon está fazendo sucesso na internet com fotos de seu bebê e sua cachorra, como se fossem gêmeos.


Usando acessórios iguais, a fofura da dupla encantou muitas pessoas e ganhou destaque em diversos sites.
Grace Chon é fotógrafa profissional especializada em animais, imagens de estilo de vida e celebridades com seus bichos de estimação. Ela mora em Los Angeles e faz essas fotos em seu tempo livre.

Zoey é uma cachorra resgatada há 7 anos por Grace em Taiwan. E Jasper é um bebê de 10 meses de idade com descendência chinesa e coreana.

Veja as fotos dessa dupla encantadora:




Podem ser terapeutas e ajudar no tratamento de doenças

Animais também podem ser terapeutas e ajudar no tratamento de doenças
A "pet terapia" pode ajudar a tratar depressão, doenças cardíacas e estresse

Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença. O juramento dos matrimônios se encaixa muito bem na fidelidade dos animais de estimação. Inclusive, hoje a última parte pode ser levada ao pé da letra: está se tornando cada vez mais comum que os pets colaborem para a recuperação de pacientes dos mais variados casos clínicos. "A Terapia Assistida por Animais (TAA) consiste em tratamentos na área da saúde, onde um animal é co-terapeuta e auxilia o paciente a atingir os objetivos propostos para o tratamento", ensina Laís Milani, psicóloga e membro da diretoria da área de Terapia Assistida por Animais do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (Inataa).

No Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, a entrada de bichos de estimação é liberada desde o ano de 2009, desde que autorizado pelo médico responsável de cada paciente. "Na verdade sempre existiu essa solicitação, que partia de pacientes e familiares. Como existia demanda e isso até encurta a permanência das pessoas no hospital, de acordo com diversos estudos, criamos esse fluxo e o transformamos em uma rotina, com procedimentos claramente definidos e institucionalizados", explica Rita Grotto, gerente de atendimento ao cliente do hospital.

Não há uma recomendação específica de quem pode ser ajudado pela pet terapia. "Qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, como por exemplo, medo de animais, alergia ou problemas de respiração, entre outros", observa a psicóloga Fabiana Oliveira, do Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas (Ateac). Porém, alguns tipos de pacientes e alguns quadros clínicos têm um resultado já atestado. Confira quais são eles:


Estimula crianças


Diversos problemas infantis podem ser melhorados com o convívio com animais. Um exemplo é a melhora do quadro de portadores de autismo. "Elas têm muita dificuldade no contato social e a simples presença de um animal treinado associada a atividades adequadas para eles auxiliam nesse desenvolvimento", relata Paula Lopes, neuropsicóloga da Associação Brasileira de Hippoterapia e Pet Terapia (Abrahipe) e do Centro de Reabilitação Gessy Evaristo de Souza. Estudos mostram que as crianças autistas apresentam diminuição nos comportamentos negativos, como agressividade, alienação, isolamento, entre outros com a presença de cães nas seções, por exemplo.

Hiperativos também encontram benefícios com essa terapia. "O bicho pode deixar a criança mais calma, eu mesmo trabalho com uma que até diminuiu a dose do remédio", conta José Luis Dorici, professor de educação física, adestrador de cães e fundador e coordenador do Projeto Novo Guia, que trabalha com TAA há 13 anos.

Benefícios para os idosos

Os animais são usados principalmente em idosos que apresentam o mal de Alzheimer, mas não existem ainda muitas pesquisas corroborando essa relação. "Observamos, porém, que o contato com o animal proporciona alguns benefícios que podem ajudar na diminuição do impacto emocional desta patologia", descreve a psicóloga Laís Milani, membro da diretoria da área de Inataa. Entre os benefícios estão a melhora do humor, relaxamento e diminuição da agressividade e do estresse, proporcionados pela doença.

O contato é muito benéfico para pessoas mais velhas em geral. José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia, de São Carlos, observa isso na prática. "Eles podem estar estressados, revoltados, mas quando você chega com o animal, começam a contar a vida dele, falar de seus problemas e melhoram", explica o educador físico e adestrador. À longo prazo, atividades e terapias com animais podem ajudar em sintomas depressivos, aumentar a socialização de alguns idosos e ate incentivar a adesão a outras terapias.

Tratamento contra o câncer

O tratamento do câncer, principalmente quando envolve radioterapia ou quimioterapia, resulta em muitos efeitos colaterais e desgastes para os pacientes. Nesses casos, há uma grande melhora terapêutica no convívio com animais, com uma série de benefícios. "Dentre eles podemos citar a maior interação com os profissionais envolvidos no tratamento, alívio da dor e desconforto, redução da ansiedade e de sintomas depressivos, diminuição da sensação de solidão ocasionada pelo tratamento, entre outros...", lista Cristiane Blanco, psicóloga do Inatta.

Tratamento de doenças cardíacas

Há uma literatura médica extensa sobre a relação entre animais e o tratamento de doenças cardíacas. Uma pesquisa realizada pela Baker Medical Research Institute comprovou que proprietários de cães e gatos apresentam taxas menores de colesterol e triglicérides que aqueles que não tinham animais. Ambas as taxas favorecem a aterosclerose, formação de placas que entopem as artérias, possibilitando infartos e outros problemas no coração. Além disso, ter um animal de estimação faz com que pacientes com maiores riscos de problemas cardiovasculares, por apresentarem fatores de risco como fumo e excesso de peso, melhoram seus hábitos ao possuírem um animal de estimação.

"Já existe um vínculo formado entre o animal de estimação e seu dono. Há de se pensar na empatia estabelecida entre ambos, o que reforça aspectos psicológicos positivos nesta interação, pois envolve emoções, lembranças", acredita a psicóloga Fabiana Oliveira, do Ateac.

Reduz o estresse

É comprovado que o contato com os animais ajuda a liberar diversos hormônios do bem: endorfinas beta, prolactina e oxitocina. Eles todos atuam regulando as taxas de cortisol, hormônio relacionado ao estado de alerta, o que reduz o estresse. A psicóloga Laís Milani, da Inataa, relembra outros benefícios: "Estudos indicam que a interação homem-animal traz uma sensação de bem-estar e conforto, resultando na diminuição dos níveis de adrenalina, relacionado ao aumento da pressão arterial". Além disso, essa convivência libera outro hormônio, a acetilcolina, que está relacionada ao estado de tranquilidade, diminuição da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória, todos sintomas do estresse.

Melhora o quadro de depressão

É um consenso entre os especialistas que estar com um animal de estimação aumenta a autoestima, senso de valor próprio, o estabelecimento de hábitos positivos e o interesse pelo outro. Tudo isso pode beneficiar pacientes depressivos, que apresentam problemas nessas áreas. "Estudos verificaram um aumento da produção e liberação da serotonina e dopamina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e alegria, após 15 a 20 minutos de interação com o cão", reitera a psicóloga Cristiane Blanco.

Ajuda no tratamento de paralisias

A pet terapia pode ajudar na reabilitação de pacientes de um derrame cerebral, vítimas de acidentes ou portadores de paralisia cerebral, entre outros quadros que envolvem a paralisia. São casos que envolvem muita fisioterapia e também uma queda de autoestima dos pacientes, portanto a interação com os bichos pode ser fundamental para evoluir a parte motora e também atuar no aspecto emocional do paciente. ?As crianças com paralisia cerebral se beneficiam demais, principalmente nos aspectos cognitivos, motores e emocionais?, relata Paula Lopes, neuropsicóloga da Abrahipe. Os cães, por exemplo, podem ser usados durante os exercícios inclusive, o que tira o foco do tratamento para a doença, e o torna uma brincadeira, mesmo para o adulto.

Matéria do Jornal Bichos & Notícias - Edição de Março


Cães terapeutas, a cura do século XXI

A arte de domesticar cães é milenar. Começou com o intuito do cão suprir alguma necessidade do homem. Como no ato de pastorear o rebanho, caçar animais em matas fechadas ou montanhas e até mesmo em ajudar no serviço boiadeiro.

As necessidades do homem se modificaram e com isso a empregabilidade do cão na sociedade também se alterou. Atualmente, cães com um plano de melhoramento genético estão sendo treinados e empregados como terapeutas em hospitais, asilos e orfanatos, onde se encontram altas taxas de depressão e estresse. Nos Estados Unidos já foram feitos estudos que mostraram que pacientes, que fizeram terapia com cães, tiveram a pressão arterial mais regular e níveis melhores de colesterol e triglicérides que os demais pacientes.

Para que esse serviço filantrópico funcione de forma harmônica e prazerosa, o especialista em comportamento canino necessita fazer uma enorme bateria de testes para o selecionamento do cão ideal para esse tipo de serviço. Isso, poucas pessoas sabem.

O cão terapeuta precisa obter um comportamento confiante, porém calmo e assertivo, ser bastante sinestésico e ter facilidade em se relacionar com humanos. O treinamento do animal consiste na sociabilização com pessoas, já na fase filhote, e também em diferentes lugares e ambientes barulhentos, pois serão situações que ele enfrentará no seu dia a dia.

No Brasil, os projetos de Terapia Assistida por Animais ou TAA estão sendo utilizados desde 1990. A TAA pode ser aplicada em áreas relacionadas ao desenvolvimento psicomotor e sensorial, no tratamento de distúrbios físicos, mentais e emocionais. Mas mesmo com esse tipo eficaz de terapia sendo recomendada pelos especialistas, ainda há barreiras para chegar aos hospitais brasileiros que não permitem a entrada de animais, pela crença de que eles transmitem infecções aos pacientes.

Fonte: Siga o Lide

O MELHOR COMERCIAL DE SEMPRE FEITO COM CACHORROS!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Copa 2014: calendário traz fotos de animais terapeutas

A Copa 2014 ainda não começou, mas alguns atletas de patas já entraram no clima do maior evento esportivo do Mundo. Os animais terapeutas do Projeto Pêlo Próximo – Solidariedade em 4 Patas, foram clicados para o Calendário 2014 em um cenário que faz lembrar um campo de futebol, com direito a bolas, traves, torcida, vuvuzela e até a taça do torneio. Além dos cães, o calendário traz também, na trave do gol, o pet terapeuta de asas, Jaquinha, destaque do mês de Março, fotografado pelas lentes da fotógrafa Denise Carraro.
A ideia do calendário surgiu para fazer uma analogia com a Copa do Mundo e seus jogadores. Com o tema “Os Craques da Solidariedade”, o projeto apresenta 16 pets terapeutas solidários que levam, durante todo o ano, carinho e alegria para centenas de pessoas internadas em abrigos, hospitais e casas de idosos, com o objetivo principal de promover benefícios terapêuticos para a saúde física, emocional e mental dessas pessoas atendidas.
“Todo ano buscamos fazer um calendário diferente, procurando sempre temas atuais. Em 2014, o Brasil será sede do maior evento esportivo do mundo, e porque não usar isso de uma forma positiva, mostrando às pessoas a nossa seleção de patas e de penas, que está sempre disposta a entrar em campo para fazer o bem? Tenho certeza que nossos craques irão conquistar muitos fãs, pois o calendário está lindo! Essa foi a forma – através do trabalho desenvolvido no PPP – que achamos de mostrar para as pessoas, o quão valoroso um animal pode ser ao contribuir, juntamente com um profissional da área de saúde, para a recuperação e, muitas vezes, cura do ser humano.” – finaliza Roberta Araújo, coordenadora geral do Projeto Pêlo Próximo.
O Projeto Pêlo Próximo, que existe há 4 anos, realiza cerca de 300 atendimentos filantrópicos


de pet terapia por ano, levando seus animais para mais de 1500 assistidos. Atualmente é o único projeto de Pet Terapia no Rio de Janeiro que realiza um trabalho com animais em um hospital público do Estado (Hospital Universitário Pedro Ernesto – HUPE).
O calendário desenvolvido pela Luxdev está disponível para venda em todo o Brasil,possui formato 21×28 (mesa), pode ser adquirido através da loja virtual www.lojapeloproximo.com . O calendário custa R$ 15 e toda renda será destinada as ações de terapia em instituições carentes visitadas pelo projeto. Pontos de venda em Vila Isabel, Barra da Tijuca, Copacabana e Méier.

Bichos sem preconceito: cuidadores se dedicam a bichos especiais

Os pets com necessidades especiais muitas vezes são esquecidos na fila da adoção, mas graças ao amor e carinho de cuidadores especiais eles acabam sendo adotados. Veja!


sábado, 5 de outubro de 2013

Cachorro no Hospital - Terapia assistida por animais

Em algumas cidades do Brasil, agora é possível levar seu cachorro no hospital para visitar um paciente ou um parente querido

Por Raquel Madi

Nos Estados Unidos já é muito comum ver cachorro no hospital, e não estamos falando sobre cachorrinhos doentes e acamados, mas sim de cachorros saudáveis que fazem visitas aos seus donos ou parentes queridos em hospitais e clínicas humanas. Esse método, chamado de “zooterapia” ou “terapia assistida por animais”, chegou ao Brasil por volta de 1997, e está fazendo um grande sucesso nos hospitais metropolitanos hoje em dia.
Levar seu cachorro no hospital pode ajudar muito um parente, ou um amigo internado a ter sucesso no seu tratamento, seja ele qual for. Essa prática é muito utilizada em pacientes idosos, crianças, doentes mentais e pacientes com dificuldade motora. A terapia com cães e outros animais de estimação não promete a cura de doenças, mas resulta em benefícios físicos e mentais para os pacientes que recebem visitas dos animais.

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Aqui listamos alguns sintomas de melhoras que pacientes apresentaram depois das visitas dos pets:

  • Melhora da capacidade motora;
  • Sistema imunológico mais resistente;
  • Sintomas de depressão diminuídos;
  • Diminuição de ansiedade;
  • Diminuição da pressão sanguínea;
  • Aumento de sociabilidade;
  • Aumento de autoestima;
  • Sensação de melhora e bem-estar.

Os animais mais utilizados em hospitais, clínicas e casa de repouso são cães e gatos. Esses estabelecimentos também permitem a entrada de outros bichinhos de estimação, como: pássaros, coelhinhos, peixes e tartarugas. Nas terapias com cães, as raças mais utilizadas (e preferidas) são o Labrador e o Golden Retriever, mas precisamos deixar bem claro que qualquer raça de cão pode ser terapeuta, desde que o cão seja dócil, treinado e saudável.
É fundamental que seu cão tenha um bom temperamento, não seja agressivo e que seja sociável na hora de fazer visitas no hospital, afinal, esse é um ambiente por onde várias pessoas transitam, tanto pacientes, quanto médicos, enfermeiros e outros visitantes. É possível até que ele encontre outro “cão visitante”, por isso ele tem que ser muito educado e sociável.
A presença de um pet no hospital ameniza as tensões de todos, tanto de pacientes, quanto de visitantes, afinal, ninguém gosta de ficar no hospital, não é mesmo?  A presença dele favorece as relações de comunicação entre as pessoas, principalmente entre os profissionais de saúde e os pacientes. Quem não se derrete ao ver um cachorro, todo carinhoso e solidário, fazendo uma visita num ambiente como esses?

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Os objetivos de levar os cachorros pra fazerem visitas em hospitais ou usar a terapia com animais é de proporcionar aos pacientes, tanto crianças, quanto jovens, adultos e idosos, uma experiência que seja diferente e mais agradável do que as terapias tradicionais de ambientes hospitalares. Sentimentos como alegria e a surpresa de encontrar um cachorro no hospital provocam diferentes tipos de reações e emoções em crianças e adultos, tanto nas que estão internadas, quanto nas que estão somente de passagem.      
Algumas crianças com doenças crônicas, que ficam internadas em hospitais ou clinicas por longos períodos, nunca tiveram contato com cachorros ou animais de estimação. Muitas crianças tiveram seu primeiro contato com cachorros através de projetos que incluem a visitação de pets em ambientes hospitalares.                                                       
Para poder visitar um parente ou um amigo querido no hospital, o médico precisa autorizar a entrada do cão, e ele tem que estar com a carteira de vacinação em dia e tomar um banho antes da visita. Os pacientes que já receberam visitas de seus animais de estimação ficaram muito felizes e afirmaram que a presença dos animais realmente ajuda na recuperação.  O tempo da visita sempre depende do comportamento do cachorro no ambiente. Para evitar a contaminação do ambiente, alguns hospitais pedem para os donos colocarem fraldas descartáveis nos pets.
Alguns hospitais não permitem a entrada do cãozinho se seu responsável não trouxer a documentação do animal, ou se ele estiver doente. A visita conta com a presença de vários profissionais da área de saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas, e, é claro, do médico responsável pelo paciente.

Depois de tomadas todas as providências, como verificar se a carteira de vacinação do seu cachorro está em dia, dar um belo banho nele e ter certeza de que se comporta muito bem em ambientes com outras pessoas e animais, ele está liberado para fazer uma agradável visita a alguém que lhe seja muito especial no hospital.

Fonte: Cachorro Gato

Inscrições abertas para voluntários

Inscrições abertas para as áreas de Psicologia, Pedagogia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. 
TRABALHO VOLUNTÁRIO. Envie seu currículo para peloproximo@gmail.com


Cães e calopsitas auxiliam no tratamento de pacientes de hospital no Rio



A ciência já provou que o contato com animais faz muito bem à saúde humana. Agora, pacientes psiquiátricos do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, estão comprovando isso na prática. Uma vez por semana, cães do projeto Pêlo Próximo - que oferece pet terapia com cães e calopsitas - visitam o serviço de psiquiatria da unidade e passam a tarde em atividades lúdicas com os pacientes, a fim de facilitar a comunicação entre eles e os terapeutas e como alternativa de inserção social.

- Nosso trabalho visa auxiliar o profissional da área de saúde, e para isso, levamos o animal devidamente preparado para esse tipo de atendimento. As grandes vantagens dos animais são seu amor incondicional, sua capacidade de adaptação e, principalmente, o fato de jamais julgarem. Para eles não existe preconceito - explica Roberta Araújo, coordenadora do projeto Pêlo Próximo.

Na pet terapia, os pacientes têm a oportunidade de trabalhar a motricidade, estimular o raciocínio e encontrar motivação por meio do contato com os animais, visando aos benefícios terapêuticos, à melhoria na saúde física, emocional e mental e à mudança na rotina de vida diária.

O projeto Pêlo Próximo conta hoje com uma equipe multidisciplinar de profissionais da área de saúde, voluntários, 20 cães co-terapeutas e duas calopsitas que realizam atividades com pacientes.

Fonte: Jornal Extra

Bichos terapêuticos

Foto Denise Carraro

O contato com os animais alegra e revigora as pessoas, como comprova o projeto Pelo Próximo. Idealizado há quatro anos, ele leva bichos a mais de 200 instituições cariocas, entre hospitais, asilos e colégios, com o propósito de levantar a autoestima de quem precisa. "Nas escolas, trabalhamos problemas como bullying e déficit de atenção", diz a coordenadora Roberta Araújo, dona das cadelas-terapeutas Nega Maria, Babi e Cleo. A equipe é composta de 23 cães, duas calopsitas (uma delas, Jaquinha, aparece na foto com a idosa Berenice Dias) e 35 voluntários. Se quiser inscrever sua mascote, basta acessar o site do projeto. Atenção para os pré-requisitos: o pet precisa ter mais de 1 ano, ser dócil, castrado e estar com as vacinas em dia.

Fonte: Veja Rio

Série de fotos mostra pessoas e seus melhores amigos caninos

É sabido que os cachorros são os melhores amigos dos seus donos. Mas Dan Balilty foi um pouco mais longe e tentou captá-los como complemento um do outro. Com a belíssima série Dog’s Best Friend ele retrata pessoas em seus apartamentos, acompanhados pelos pets, muitos deles resgatados de abrigos.
O projeto o deixou definitivamente convencido de que um retrato de um dono de cachorro não fica completo sem o pet do lado: “os cães são parte da história”. E vai mais longe: em pequenos apartamentos como os retratados, muitas vezes apenas o sofá tem lugar para todos. E até o maior dos donos parece um puppie do lado dos cachorros – “é como se os cães fossem os donos da vida das pessoas”.
Balilty fotografou amigos, mas muita gente com quem se cruzou nas ruas de Tel Aviv, Israel, de onde é natural. E descobriu que nunca tinha fotografado pessoas de forma tão natural e bonita como quando estão com os pets: é como se as pessoas virassem “uma melhor versão delas próprias”.
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Fonte: Hypeness

14 coisas sobre o amor que podemos aprender com os cães

Se você tem ou já teve um cachorro, provavelmente não se espantou com o título do texto. Sempre amei os peludos principalmente por observar como eles são capazes de dar amor na forma que ele deveria ser dado – puro, intenso, e sem esperar nada em troca.
Os cachorros nos ensinam lições valiosas todos os dias – mas, como eles não falam, muitas vezes esses ensinamentos passam despercebidos: é preciso sensibilidade para captar; é preciso enxergar além das orelhinhas caídas ou do fucinho molhado. E esse é um dos motivos pelos quais nunca dei muito crédito para pessoas que dizem não gostar de cães. Pensando nisso, montamos uma lista de coisas sobre amor que deveríamos aprender com eles:
1 – Deixe que as pessoas o toquem – mas somente aquelas em quem você confia.
2- Ame intensamente, mas não espere coisas em troca.
3- Cuide e proteja aqueles que ama.
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4- Perceba o valor das coisas simples – um beijo, um passeio, um dia de sol.
5- Use seus sentidos para conhecer alguém verdadeiramente e tire conclusões baseadas em suas ações, invés de palavras: palavras são facilmente manipuladas.
6- Viva o presente. Ontem já foi e amanhã pode ser tarde demais.
7- Seja fiel. Reconheça e retribua o amor que as pessoas te dão.
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8- Quando alguém que ama está triste, às vezes a melhor coisa que pode fazer é sentar-se ao lado, ficar em silêncio e dar carinho.
9- Nunca permaneça bravo ou de cara fechada depois de uma discussão. Invés de guardar rancor, aproveite o presente da reconciliação.
10 – Numa discussão, evite morder quando só um rosnado funciona.
11- Não importa o quanto o seu dia foi ruim – nunca desperdice a chance de abraçar alguém que ama.
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2- Sempre que alguém que ama chegar em casa, corra para cumprimentá-la.
13- Passe tempo perto daqueles que ama – mesmo que não estejam fazendo nada de muito importante.
14- Nunca finja ser alguém que você não é.
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” Se um cão não vem até você depois de olhar-lhe na cara, é melhor ir para casa e examinar sua consciência” (Woodrow Wilson)

Alunos de escola nos EUA trabalham como veterinários em abrigos de animais

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Apesar de muito estudiosos, os alunos da Educação Infantil de uma escola de Virginia Beach, nos Estados Unidos, costumam comemorar o cancelamento de uma aula ou a falta de um professor. Isso porque, nestas situações, eles são levados para um abrigo daSPCA (Society for the Prevention of Cruelty to Animals) e lá, como voluntários, trabalham como veterinários.
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Eles aprendem a cuidar de bichinhos como cães e gatos, além de pesar, alimentar e entender resultados de exames. Crianças que já participaram do programa mais de uma vez são convidadas até a acompanhar pequenas cirurgias.
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A iniciativa ganhou o nome de “Vet For a Day”, ou “Veterinário Por um Dia”, na tradução para o português.
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Kathy Shambo, responsável pelo programa, disse em comunicado de divulgação do “Vet For a day” que seu grande objetivo é fazer com que as crianças entendam a importância dos bichos e os tratem com grande respeito.
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Fonte: Globo Rural

Confira os vegetais que seu cachorro pode (e deve) comer

Oferecer diferentes vegetais para os cachorros pode ser a saída para alguns problemas como por exemplo, a prisão de ventre. Fique por dentro das propriedades de alguns vegetais e sua função no organismo. Alem de serem nutritivos, os vegetais são saborosos e fazem bem a saúde dos cães. A quantidade de vegetais que seu cachorro pode comer vai depender do tamanho dele, o ideal é levá-lo ao veterinário para se definir a quantidade certa diária para a alimentação.
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Alface
Dar alface para os cães ajuda a combater a prisão de ventre. Os cachorros que têm problemas digestivos vão adorar comer algumas folhas. A alface quase não tem calorias e faz uma verdadeira limpeza no intestino, pois é rico em fibras. Você pode dar alface para seu cão misturado à ração, picada crua ou como petisco entre as refeições. O alface tem vitaminas A, C, E e K, alem de possuir minerais com zinco e ferro. Esse é o motivo de os cachorros comerem grama, ele precisam de fibras para combater algum desconforto gástrico, mas evite que seu cão coma grama em local público, pois pode estar contaminada com vermes e agrotóxicos.
Couve
Dentre tantos benefícios, a couve ajuda a proteger o cachorro de anemia. A couve também pode ajudar os cachorros que estão acima do peso, pois ela contém fibras que em contato com a água vira uma espécie de gel, aumentando a sensação de saciedade e dificultando a absorção de gorduras. Mas não exagere na quantidade, pois em excesso ela pode causar flatulência. Outra boa notícia sobre a couve é que ela protege os ossos e a formação dos dentes, pois é rica em cálcio.
Brócolis
Se você ainda não deu brócolis ao seu cachorro, experimente! Este vegetal costuma ser o preferido dos caninos. Ele é rico em fibras e, por isso, contribui ao sistema digestivo. Alem disso, o brócolis ajuda no controle da pressão arterial, sendo um aliado aos cães idosos ou com sobre peso. Também indicado para raças de cachorro com tendência a engordar, como o Bulldog Inglês. Dar brócolis em excesso pode soltar o intestino do cachorro, portanto, dê em poucas quantidades.
Beterraba
É fonte de ferro, um mineral que combate a anemia. Nos cachorros com alguma intolerância a ração, a beterraba entra no complemento da dieta dos animais. Também possui muitas fibras, logo contribui para o bom funcionamento do intestino. É normal se você observar uma alteração na coloração das fezes do cachorro por conta da ingestão de beterraba.
Cenoura
Fonte de vitamina A, C e K, a cenoura é capaz de oferecer conforto aos filhotes que estão na fase de formação dos dentes, pois mastigar a cenoura crua alivia o incomodo. Alem de deliciosa, a cenoura possui nutrientes que vão estimular o sistema imunológico. Seu cachorro vai adorar comer pedaços de cenoura crua como petisco.
Vagem
Com baixo teor calórico e fonte de vitamina C, a vagem pode contribuir no controle do colesterol e ser capaz de reduzir as taxas de açúcar no sangue, indicados para os cachorros diabéticos. É indicado servir o alimento cozido e não muito quente para não queimar a boca do cão, podendo substituir os snacks durante as refeições.
Abóbora
Muito saborosa e rica em vitamina A, a abóbora vai proteger os olhos e a pele do seu cachorro. Tem o poder de prevenir algumas doenças e ajudar na absorção do ferro e proteínas no organismo. Pode ser oferecida ao seu cão cozida na água ou vapor, cortada em cubos. Mas em qualquer caso, pergunte ao seu veterinário qual verdura é recomendada ao seu cachorro.
Fonte: Anda

Cientista investiga uso de cães para farejar câncer de mama

Até agora, pesquisas vêm se concentrando em desvendar, com o uso de cachorros, casos de câncer de próstata ou bexiga. Mas, agora, os cientistas estão tentando ampliar o uso deles nesses casos.
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Claire Guest, que trabalha há anos na área, teve um câncer de mama diagnosticado em estágio inicial por um de seus cães.
Agora, Claire se uniu a outros cientistas e médicos para procurar a prova clínica de que cães conseguem farejar o câncer de mama.
Eles trabalham com Jobi – o primeiro cão a receber treinamento específico para identificar esse tipo de tumor.
A pesquisadora afirma que se, no futuro, eles descobrirem como o cachorro consegue detectar o câncer, também poderá ser possível fabricar máquinas que podem analisar o hálito ou a urina para detectar sinais da doença.
Fonte: BBC Brasil

Série fotográfica mostra de perto as interações dos humanos com os animais

Antes de sonhar em ser fotógrafo, Corey Arnold já era um caçador furtivo, perseguindo pássaros no seu quintal, e pescador iniciado, por conta da influência de seu pai. E se o instinto para a caça se revelava apurado, a verdade é que Arnold sentia depois uma profunda tristeza pelo que tinha feito. Uma ambiguidade que ilustra bem a relação dos humanos com os animais.

Hoje, além de fotógrafo, Arnold é pescador de caranguejos no Alaska, o que prova que a paixão pela caça não desapareceu. E é essa experiência que permite que o fotógrafo veja a relação da perspectiva dos animais. A série Human Animals veio, por isso, de forma natural.


“É uma série de situações curiosas com animais que eu fui encontrando ao longo da minha vida recente”, explica Arnold. Uma série inacabada, abrangendo acontecimentos reais e projetados. O objetivo final é criar imagens “que são por vezes brutais e muitas vezes ridículas, que é como eu experiencio o mundo que compartilhamos com os animais”.
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Fonte: Hypeness


4 Razões científicas para adotar um cachorro

Precisa mesmo da ciência? Essa foto não basta? Pensar na recepção calorosa toda vez que você chegar em casa também não é suficiente? Bem, então, vamos lá.

DIMINUI ESTRESSE NO TRABALHO
Pesquisadores da Universidade da Comunidade da Virginia pediram a 30 funcionários de uma empresa para levarem seus cachorros ao trabalho, durante uma semana. Outro grupo de 35 funcionários seguiria a rotina normal, sem a companhia dos bichinhos. Todos os voluntários tiveram de responder a questionários e ceder amostras da própria saliva aos pesquisadores (foi usada para medir o nível de estresse). Ao final do dia, os funcionários “solitários” acabavam o dia mais estressado do que os felizardos acompanhados pelo cão.
DEIXA SEU CORAÇÃO MAIS SAUDÁVEL
Se a companha de um cachorro deixa você menos estressado, não é difícil concluir que seu coração também fica mais saudável. Dessa vez a pesquisa é lá do Japão. Um grupo de pesquisadores monitorou a vida de 191 pessoas, de 60 a 80 anos, com colesterol alto, diabetes e pressão sanguínea alta. 40% dos participantes tinham cachorros. E era esse grupo que corria o menor risco de morrer (medido pela variação dos batimentos cardíacos). Já entre os que já tinham problemas nas artérias do coração, os donos de cachorros viviam, em média, até um ano a mais do que os outros. Os pesquisadores acreditam que, além de diminuir o estresse, a companhia do bichinho supre parte da nossa necessidade de interação social. E isso, claro, nos deixa mais saudável.
AJUDA A CONQUISTAR MULHERES
Quem fez o teste foi um psicólogo francês chamado Nicolas Guégen, da Universidade da Bretanha do Sul, na França. Ele pediu a um ator para pedir o número de telefone de mulheres aleatórias na rua. Na primeira vez, o cara foi sozinho. E só 11 mulheres, dentre 120 abordadas, passaram o número. Quando ele levou um cachorro o número subiu para 34 – sim, três vezes mais!
FAZ BEM AOS BEBÊS
Parece arriscado manter um bebê e um cachorro, cheio de bactérias, no mesmo lugar? Fique tranquilo. Eles só fazem bem: fortalecem o sistema imunológico dos pequenos. Médicos finlandeses acompanharam 397 recém-nascidos ao longo de um ano. E aqueles que ficavam menos doentes (29 dias a menos) eram os bebês que tinham um cão em casa.
E aí, convencido?

Bichos: os melhores terapeutas do homem

Além de nos divertir e dar carinho, os animais começam a ser reconhecidos por seu papel imporante na reabilitação de problemas físicos e psicológicos, como o autismo, Alzheimer e depressão

Foi-se o tempo em que cães, gatos, cavalos e companhia eram vistos só como os melhores amigos do homem. De uns anos pra cá, eles têm recebido crédito como legítimos auxiliares no tratamento de uma série de doenças e já protagonizam, inclusive, uma nova abordagem terapêutica: azooterapia, também chamada de terapia assistida por animais. Não estamos falando, portanto, de bichos de estimação, mas de animais recrutados para ajudar alguém a lidar melhor com um problema – entram na lista portadores de paralisia cerebral, síndrome de Down, autismo, Alzheimer… Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista, pesquisadores testaram com êxito a equoterapia, modalidade que se vale de cavalos, para acelerar a recuperação de vítimas de derrame. ”Os cavalos têm o movimento do quadril igual ao do ser humano. Por isso, quando o paciente está em cima dele, exercita habilidades como locomoção e equilíbrio”, explica a fisioterapeuta Fernanda Beinotti, da Unicamp. “As sessões também animam aquelas pessoas mais desmotivadas, melhorando sua qualidade de vida”, completa. A linha de estudo revelou, assim, que há ganhos tanto na questão motora como na emocional.
Outro animal famoso por sua atuação terapêutica é o cachorro. “O contato com o cão desfoca a pessoa da doença e propicia a liberação de endorfina, substância que traz sensação de bem-estar e bom humor”, observa a veterinária e psicóloga Hannelore Fuchs, de São Paulo. Foi de olho nesse potencial que Paulina Basch, diretora clínica do Hospital Infantil Sabará, na capital paulista, criou neste ano o projeto Cão Terapia. Toda sexta-feira, cachorros acompanhados por adestradores são levados à instituição para interagir com crianças de até 3 anos. “O objetivo é atrair a atenção delas e ajudar na sua sociabilização”, diz Paulina. Por isso, a terapia não se resume a acariciar os bichos, mas inclui jogos e brincadeiras. As atividades variam de acordo com o paciente e seu problema. “Uma criança hiperativa pode desenvolver a habilidade de prestar mais atenção nas coisas quando se relaciona com um animal calmo e obediente”, exemplifica a veterinária Ceres Faraco, da Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal.
Embora pareça simples de ser realizada, a zooterapia não é feita com qualquer animal. Para virar um “terapeuta”, o bicho não precisa ser necessariamente adestrado, mas tem de passar por testes de agressividade para verificar se é dócil, paciente e tolerante. No caso do cachorro, por exemplo, ele não pode se assustar com barulhos, pular sem um comando ou latir a toda hora. Além disso, deve tomar banho com frequência, ter os dentes escovados e ser vacinado. Em outras palavras, não adianta buscar ajuda com um cãozinho de rua ou com o do vizinho.
Apesar de essa abordagem terapêutica estar bastante associada a crianças, cada vez mais experiências evidenciam seus benefícios aos mais velhos. É por isso que cães, coelhos e até tartarugas são tão bem-vindos a clínicas e casas de repouso. “A visita do bicho é um raio de luz. Os idosos se abrem, conversam e alguns sorriem pela primeira vez depois de muitos dias”, relata Hannelore. “A presença de um animal serve como uma quebra de rotina, e isso ajuda principalmente os deprimidos ou quem está passando por uma fase de muitas mudanças”, analisa Maria de Fátima Martins, coordenadora técnica do Laboratório de Pesquisa, Ensino e Extensão em Helicicultura e Zooterapia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), em Pirassununga, no interior paulista.
As vantagens, aliás, não se restringem ao aspecto psicológico. “Indivíduos mais velhos que têm problemas de equilíbrio e não fazem exercícios são privilegiados com a companhia do animal, porque se sentem motivados a caminhar mais”, exemplifica Maria de Fátima. Os bichos dariam uma força, por consequência, para espantar o tão prejudicial sedentarismo. “O interessante é que notamos as respostas à terapia logo nas primeiras visitas”, atesta a veterinária da USP. Está aí uma prova de que não são apenas os seres humanos que cuidam de seus amigos animais – o inverso pode ser até mais verdadeiro.
Condições que hoje mais tiram proveito da terapia animal
· Autismo
· Doença de Alzheimer
· Sequelas de acidente vascular cerebral
· Déficits de linguagem e aprendizado
· Síndrome de Down
· Transtorno de hiperatividade e déficit de atenção
· Ansiedade e depressão
· Paralisia cerebral
· Esquizofrenia

Amigo do peito

Um artigo recente divulgado pela Associação Americana do Coração defende, com base em evidências científicas, que ter um bicho de estimação, sobretudo um cachorro, ajuda a afastar problemas cardiovasculares. O documento também assinala que o risco de morte entre pessoas com doença cardíaca é até quatro vezes menor quando se convive com um pet. Os motivos seriam estes:
· Aumento na carga de atividade física
· Melhora na reação do organismo ao estresse
· Redução da pressão arterial
· Diminuição nos níveis de colesterol e triglicérides
· Maior chance de sobreviver a um ataque cardíaco
Fonte: mdemulher