quarta-feira, 19 de junho de 2013

Senado aprova projeto de lei do Ato Médico

JOHANNA NUBLAT
GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA

O plenário do Senado aprovou, na noite desta terça-feira (18), o polêmico projeto de lei apelidado de Ato Médico. Após pouco mais de dez anos de discussão, a proposta segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.
Ao regulamentar a profissão do médico, o texto colocou em lados opostos o CFM (Conselho Federal de Medicina), que apoia a proposta, e os conselhos de outras profissões da saúde, que veem no projeto uma restrição à sua prática diária.
Editoria de Arte/Folhapress
Ficam definidos como atos privativos do médico, por exemplo, o diagnóstico da doença e a respectiva prescrição terapêutica e a indicação e realização de cirurgias e procedimentos invasivos.
Esses procedimentos, segundo o texto, são a invasão da derme e epiderme com uso de produtos químicos ou abrasivos; invasão da pele que atinja o tecido subcutâneo para injeção, sucção, punção, drenagem ou instilação; ou ainda invasão dos orifícios naturais do corpo, atingindo órgãos internos.
Profissionais de outras áreas da saúde temem que, com essas definições, possam ficar restritas ao médico ações como a acupuntura, a realização do parto normal e a identificação de sintomas de doenças corriqueiras.
Por outro lado, o projeto especifica que não são privativos do médico os diagnósticos funcional, psicológico, nutricional e avaliações comportamentais.
O único ponto ainda em aberto é a decisão sobre realização e a emissão de laudo dos exames citopatológicos (como papanicolaou). Segundo a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), uma das líderes do debate, o texto aprovado diz que essas ações não são privativas dos médicos. No entanto, a mesa do Senado entendeu que, de acordo com a votação, ficou decidida a exclusividade do médico na realização desses testes.
As medidas valem 60 dias após a lei entrar em vigor.
Para a senadora Lúcia Vânia, o projeto não relega outras profissões da saúde a uma categoria de inferioridade em relação ao médico.
"É evidente que esse projeto não se superpõe à legislação de quaisquer profissões da saúde regulamentadas."
O CFM sustenta que a intenção não é limitar as demais profissões, mas afirmar a necessidade da presença do médico em todos os locais.
O conselho argumentou, durante a tramitação, que não pode haver uma divisão econômica e social, em que parte da população tem seus procedimentos feitos por um médico, e outra parte, não.
Uma consequência desse projeto, segundo a entidade, é que todas as equipes de saúde da família deverão ter médicos --o que ocorre hoje em cerca de 50% dos casos, de acordo com o CFM.
Para o Conselho Federal de Enfermagem, o texto "mantém a formulação de uma organização hierárquica entre os que pensam e os que executam, a clara intenção de reserva de mercado e de garantia de espaço de poder sobre a atuação dos outros profissionais de saúde (...) reservando para a enfermagem a condição de subsidiária em atividades manuais sob prescrição e supervisão médica".

Animal pode ser aliado até mesmo contra o estresse

Animais também pode ter um efeito positivo sobre as reações do organismo



Seu amigo de quatro patas pode ser mais do que um companheiro - ele também é um aliado da saúde do seu coração. É o que afirmam especialistas da American Heart Association, no artigo publicado online, em 9 de maio, na revista Circulation.
Os membros do órgão basearam sua declaração em dados retirados de uma série de estudos relevantes. Segundo os cientistas, os bichos de estimação estão fortemente associados com a redução de fatores de risco para doenças cardíacas, como hipertensão, níveis elevados de colesterol no sangue e obesidade. Além disso, os animais melhoram a qualidade de vida de pessoas que já possuem doenças do coração.
O destaque fica para os cães, afirmam os especialistas. Isso porque pessoas que tem cachorros precisam levar os pets para passear. Um dos estudos analisados tinha mais de 5.200 adultos, e comprovou que os donos de cães fizeram mais exercícios do que aqueles que não possuem o animal. Além disso, pessoas que tinham cachorros estavam 54% mais propensos a atingir o nível recomendado de atividade física - pelo menos 90 minutos de caminhada por semana.
Animais também podem ter um efeito positivo sobre as reações do organismo ao estresse, de acordo com a American Heart Association. No entanto, eles salientam que os animais não deixam necessariamente as pessoas mais saudáveis e sim uma relação contrária, concluindo que pessoas naturalmente saudáveis são mais propensas a ter um animal de estimação - mas isso não muda o fato de que há uma forte relação entre os pets e maior qualidade de vida.
A Terapia Assistida por Animais (TAA) consiste em tratamentos na área da saúde, onde um animal é co-terapeuta e auxilia o paciente a atingir os objetivos propostos para o tratamento. Segundo o adestrador José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia, nem todo animal nasceu para ser um terapeuta. “Ele precisa ser tranquilo, ter uma personalidade que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja”, explica.
Os animais mais comuns são os cães e os cavalos, que no geral tem um temperamento mais dócil. Mas gatos, jabutis, peixes, coelhos, aves, botos, cobras e aranhas também podem e são usados nesse tipo de projeto. Quando o pet pertence ao dono, um profissional especializado em TAA pode ajudá-lo a fazer a terapia em casa com o bicho de estimação.
Fonte: O Progresso

Projetos de humanização ganharão impulso em Praia Grande

Em breve, a cadela Satine não será a única a visitar os pacientes do Hospital Municipal Irmã Dulce. A organização não governamental (ONG) Cão Amor apresentou projeto à Comissão de Humanização em que se dispo­nibiliza, de forma voluntária, a desenvolver a Terapia Assistida com Animais (TAA).

A Pet Terapia, como a TAA é chamada, foi uma das primeiras ações de humaniza­ção implantadas no hospital após a gestão da Fundação do ABC – que completará cinco anos em 2013 –, por iniciativa da fonoau­dióloga Eliane Selma do Valle Blanco, dona da golden retriever. Diante dos ótimos resul­tados, a terapia deverá ser expandida com a parceria da CãoAmor, que tem por objetivo proporcionar momentos de recreação e con­forto a crianças e adultos por meio do serviço voluntário de visitas de cães treinados a hos­pitais, orfanatos, abrigos e asilos.

Outra ação que beneficiará os pacientes é a atuação do grupo Arco-íris, que se apresentou duas vezes no hospital e planeja iniciar trabalho regular na Brin­quedoteca da Pediatria. Trata-se de grupo feminino de adolescentes, mantido pelo Cen­tro Cultural Dalton Pedroso, que desenvolve ações filantrópicas.

Em outubro passado, as adolescentes pas­saram por capacitação por com os Médicos da Alegria da Unesp de Botucatu. Porém, o coorde­nador do grupo, Luiz Carlos Marono, escla­rece que não se pretende atuar como clowns (palhaços). “É um pouco diferente. Nós que­remos levar um pouco de alegria para as pes­soas, não só aos pacientes. Todos precisam de carinho e atenção”, diz.

Ambos os projetos já foram apresentados à comissão e encaminhados às diretorias Téc­nica/Clínica, Administrativa e de Enferma­gem para que possam entrar em vigor dentro das normas hospitalares. Com a aprovação, a comissão promoverá treinamentos espe­cíficos para a ONG CãoAmor e para o grupo Arco-íris sobre regras gerais, aspectos psico­lógicos do adoecimento, humanização e segu­rança, entre outros temas.

Fonte: Fundação do ABC

Musicoterapia para cachorros

Animais com problemas emocionais ou comportamentais podem usufruir dos benefícios da musicoterapia, que é aplicada com apenas algumas adaptações em relação à técnica usada em pessoas. “Em humanos trabalhamos com semiótica da canção. Com os cachorros usamos basicamente a anamnese (entrevista para levantamento do histórico do paciente)”, explica a musicoterapeuta Emanuela Garcia Bastos, da FisioPet.
No tratamento das síndromes emocionais, como depressão, hiperatividade, agressividade, carência afetiva e síndrome do abandono (que envolve questões familiares, como o animal parar de comer quando o dono viaja), a musicoterapia pode ser o único tratamento. “Nessas situações o cachorro pode adotar uma atitude até mesmo de automutilação, casos em que a musicoterapia traz resultados satisfatórios”, diz a terapeuta.
Já nos problemas físicos, patologias ortopédicas e neurológicas ela aparece como tratamento coadjuvante. “Se o cachorro apresenta uma arritmia cardíaca, entramos com uma música no mesmo ritmo dos seus batimentos cardíacos para tentar tranquilizá-lo, mas a musicoterapia não exclui a necessidade do tratamento medicamentoso”, avisa.
Nos cães hiperativos o tratamento é iniciado com uma música que se assemelhe ao seu ritmo, para fazê-lo se envolver com a terapia. “Depois vamos mudando as canções, inserindo outras com ritmos mais lentos e assim o animal vai ‘desacelerando’”, explica Emanuela.
Fisioterapia
Nas sessões de fisioterapia, por exemplo, a técnica tem sido utilizada para tranquilizar o cão. “Em animais agressivos, às vezes a agressividade está relacionada à dor. Com a musicoterapia o animal relaxa, se entrega, proporcionando um melhor desempenho da fisioterapia”, exemplifica a profissional.
Segundo a veterinária Laryssa Petrocini Rosseto, com a conjunção das duas terapias a resposta aparece de forma mais rápida. “Um animal que fica tenso e relutante durante a sessão [de fisioterapia], tende a segurar mais a tensão muscular e com isso gerar mais dor nos locais afetados. Com a musicoterapia o animal tende a aceitar mais a manipulação do terapeuta e, assim, os efeitos surgem de maneira mais evidente”, explica Laryssa.
Sessão usa músicas e instrumentos
Segundo a musicoterapeuta, a anamnese é o primeiro passo para descobrir o repertório musical com que o animal se identifica, de acordo com os hábitos da família e suas particularidades. “Não vou tratar somente o animal. A anamnese é feita também com os proprietários, para avaliar sua identidade sonora, que chamamos de ISO, para encontrarmos uma harmonia que o cão já conheça, como músicas que a família ouve”, explica a musicoterapeuta Emanuela Garcia Bastos.
Durante 45 minutos, com o uso de gravações e instrumentos musicais como xilindró, pau de chuva, caxixi, sino, pandeiro, maraca e reco-reco, a musicoterapeuta trabalha as dificuldades do animal. “Em cachorros com estresse por conta do medo de chuva, por exemplo, entramos com sons como caxixi, depois pau de chuva e vamos ‘dessensibilizando’, até que ele se acostume ao som”, detalha.
Segundo Emanuela, a música atinge vários órgãos e sistemas dos animais, como o cérebro, os pulmões, o aparelho digestivo, sangue e sistema circulatório, pele, músculos e até o sistema imunológico.
“Com a vibração sonora, a onda musical atinge o animal. Em casos de problema cardíaco a respiração acentuada cria um ritmo contínuo, regulando a função dos órgãos. Mas tudo vai depender da altura, do timbre e do volume da música”, ressalta.

Cadela amputada anda em apenas duas patas

Casos de maus tratos contra animais são, infelizmente, cada vez mais comuns no noticiário jornalístico. Mas a história da cadelinha Manuela impressiona pelo desfecho. Após cair de uma laje e não ser socorrida pelo próprio dono, o animal precisou amputar as duas patas esquerdas.

Para a surpresa de todos os funcionários da Coordenadoria de Proteção à Vida Animal (Coprovida) de Santos, Manuela não somente consegue andar, como também se levanta e come sozinha. “Em mais de 20 anos lidando com animais, eu nunca vi um cão amputado conseguir andar e correr só com as patas de um lado do corpo. A recuperação dela é impressionante”, afirma a responsável pela Coprovida, Leila Abreu.

Uma das explicações para tamanha resistência é a idade do animal: Manuela tem pouco mais de um ano. Além de ser muito dócil, também é muito ativa. A Manu – como também é chamada pelos funcionários da Coprovida – adora correr e brincar como qualquer cão jovem. A outra razão para Manuela conseguir se equilibrar só com as patas direitas é o porte físico semelhante aos cães da raça whippet, cujo corpo é esbelto e com forma anatômica ideal para atingir grandes velocidades. “Só conhecia a história de um whippet, nos Estados Unidos, que anda com as laterais. No Brasil, é a primeira vez que vejo um animal como a Manuela”, destaca Leila. 

Ela se refere a Dominic, um greyhound (galgo inglês, semelhante aos whippets), que teve as duas patas direitas amputadas após ser atropelado. No caso de Manuela, o motivo da retirada das duas patinhas esquerdas foi a crueldade.
Omissão
Há três meses, a cadela foi levada à Coprovida por uma mulher que estava hospedada na casa dos donos de Manuela. Na ocasião, ela contou que esperou os proprietários saírem do imóvel, na Zona Noroeste, para buscar ajuda porque não aguentava mais ver tanto sofrimento. Após cair da laje, o animal teve fraturas expostas nas duas patas esquerdas. “Mas os donos abandonaram a cadela machucada no quintal durante 15 dias. Devido à dor, ela não conseguia se alimentar. Por isso, também chegou aqui desnutrida”, lembra a coordenadora da Coprovida. 

O responsável pela cadela foi intimado a comparecer no órgão da Prefeitura. Ele foi multado em R$ 1 mil por maus tratos e omissão de socorro. De acordo com Leila, a multa varia de R$ 50,00 a R$ 1 mil. “Aplicamos a multa mais alta. Além disso, a Manuela ficou sob a nossa guarda porque avaliamos que se ela fosse entregue aos donos correria risco”.

Recuperação
A cadela foi submetida a duas cirurgias ortopédicas para a colocação de pinos nas patas fraturadas. Mas, o procedimento não teve sucesso por causa de um quadro infeccioso. “Como ela permaneceu muito tempo sem cuidados médicos, a infecção acabou atingindo os ossos. Por isso, os pinos não se fixaram. A única saída foi amputar os dois membros”, explica Leila.

Manuela teve a pata dianteira amputada há um mês. Na semana passada, foi a vez da pata traseira. “Apesar de a operação ser recente, ela logo começou a correr e brincar. Ficamos todos muito impressionados com a vontade de viver da Manu”, diz a responsável pela Coprovida

Dona cria diário em vídeo de pug com pata amputada

O caso do cãozinho Ed está comovendo a Internet. O bichinho com a pata traseira direita amputada se tornou uma celebridade da web depois que uma sessão de um canal no YouTube, especializado em pugs, foi criada exclusivamente para servir como um tipo de diário do animal. No vídeo mais recente, que mostra o cachorro caminhando com uma perna mecânica, por exemplo, já são mais de 45 mil visualizações – dois terços do total de views do canal inteiro.
Tudo começou com um texto no Facebook, chamado de “Three legged Ed” (Ed de três pernas). Nesta publicação, toda a trajetória do cão é retratada com textos e fotos. O cachorro, de 10 meses, vem sendo tratado em um abrigo de animais chamado de Pug Rescue & Adoption Victoria Inc, na Austrália. O curioso é que a causa da perda da pata não é conhecida, porém dizem que o bichinho ficou sem o membro por conta de uma mordida da mãe quando ele ainda era um filhote.
A campanha em torno do pug começou com o intuito de auxiliar o cão a receber um tratamento mais especializado. E deu certo. Depois de ser analisado por veterinários em março, ele recebeu uma prótese em junho. O objeto foi importado dos Estados Unidos e feito especialmente para o animal, que em um vídeo publicado há duas semanas no YouTube, provou já estar bem adaptado ao acessório.
No canal do YouTube, já foram publicados quatro vídeos relacionados ao diário de Ed, que totalizam cerca de 1 milhão de visualizações. Agora, os veterinários que tratam ele na Austrália estão em contato direto, quase diariamente, com os responsáveis norte-americanos para continuarem dando o melhor suporte possível ao bichinho.

Cães facilitam aceitação da terapia para crianças com autismo

O Ambulatório de Autismo da USP já usa há quatro anos a "pet terapia", que ajuda as crianças com o transtorno a se tornar mais abertas ao tratamento. "São cães treinados para não latir e não reagir a puxões", diz Estevão Vadasz, coordenador do ambulatório.
Vadasz diz que pesquisas já mostraram que o contato das crianças com cachorros aumenta os níveis da oxitocina, o hormônio da empatia.
"O uso desse hormônio para o autismo vem sendo estudado há alguns anos e sua produção ajuda o terapeuta no tratamento."

Fonte: Folha S.Paulo

Os gatos têm poder de cura?


Existe na natureza um olhar mais profundo, enigmático e misterioso que o do gato? Claro que não! Os felinos são capazes de perceber um terremoto muito antes de ele acontecer. 

Eles conseguem transformar a energia do ambiente e, nas culturas orientais, são tidos como guardiões das almas dos mortos e idolatrados como divindades. Realmente o gato é um animal de grande poder místico.

A perseguição histórica aos gatos, que até hoje perdura, todos nós conhecemos. No entanto, a cada dia que passa, eles vêm conseguindo mais espaço e respeito na sociedade. 

A jornalista francesa Véronique Aïache, em seu livro "La ronron thérapie" se pauta em trabalhos científicos e explica que a convivência com gatos pode trazer diversos benefícios e melhorar muito a vida de quem convive com eles. 

A psiquiatra brasileira Nise da Silveira foi pioneira nos estudos das relações emocionais entre pessoas e animais e usou gatos para tratar pacientes que sofriam de esquizofrenia. 

Exemplos não faltam. Para aliviar o estresse dos detentos, uma prisão em North Platte, no Nebraska, Estados Unidos, adotou alguns gatos para fazerem companhia aos presos, que gostaram bastante da ideia e cuidam muito bem dos felinos. 


1. O COLO

- Alguns pesquisadores afirmam que que quando colocamos um gato no colo, ronronando, nosso ritmo desacelera, pois o contato com o bichano, assim como o seu ronronado, gera diversas mudanças na frequência de nossas ondas cerebrais. 




2. O RONRON

- O veterinário Jean-Yves Gauchet testou o ronrom em aproximadamente 250 pessoas voluntárias. 

- O experimento submetia os pacientes a ouvirem uma gravação de 30 minutos de ronrom de gato por dia. A conclusão do estudo revelou que todos sentiram um bem-estar muito grande e as horas de sono aumentaram. 

- A frequência do ronrom está entre 25 e 50 hertz, ou seja, a mesma utilizada na medicina esportiva para cicatrização e recuperação de lesões. Recentemente a Apple colocou o mercado um aplicativo novo, no qual o ronronar do gato é utilizado através do iPhone para minimizar o estresse que a diferença de fuso horário causa em viagens longas. 

- Além disso, esse barulhinho pode ajudar a dormir, pois altera o estado de alerta das ondas cerebrais. Que delícia dormir com o ronrom dos gatinhos! 


3. DOENÇAS CARDIOVASCULARES

- Já ficou comprovado pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, que ter um gato em casa reduz o risco de doenças cardiovasculares em 30% por aliviar o estresse do dia a dia. Afinal, quem não gosta de chegar em casa depois de um dia cansativo de trabalho e receber o carinho de um bichano? 




4. ENERGIAS

- O gato, na verdade, tem o poder único na natureza de remover a energia negativa do ambiente e do nosso corpo, transformando-a em energia positiva. Além disso, os gatos ainda conseguem colocar em movimento as energias que estão paradas. 

- Ele é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, por isso consegue ter esse poder de cura, captando a energia negativa do ambiente. 

- Quem convive com um gato sabe que ele dorme muito. Isso ocorre porque o bichano precisa repor toda a energia gasta com a limpeza do ambiente. 


5. ALÉM DE PODER DE CURA, O PRESSENTIMENTO

- Todos nós, amantes de gatos, cientistas, pesquisadores e observadores, sabemos que eles têm a capacidade e a sensibilidade de pressentir muitos eventos.

- Há pouco tempo, em um centro de reabilitação em Providence, nos Estados Unidos, um gato previu a morte de 20 pacientes. O felino entrava no leito da pessoa, começava a ronronar e a se esfregar, e em no máximo 2 horas o paciente falecia. Isso ocorreu da mesma forma com todos os 20 pacientes desse centro. 

- Enfim, gatos são gatos! Cheios de mistérios, segredos, sabedoria, contatos com o divino, com a vida e com a morte, sem nunca perder sua real identidade e independência. 




6. ELES ENXERGAM ALÉM

Segundo Siria Maria Mohamed, "o olhar felino confere ao bichano um espírito apurado, capaz de penetrar nas camadas mais profundas da alma dos Seres Humanos. Através de seu olhar, o bichano pode perceber as intenções  de outros seres, por isso, ficam várias horas olhando fixamente para um objeto ou local. Os gatos expressam muito amor e carinho no olhar, além disso, quando estão caçando, possuem um magnetismo de atração semelhante ao olhar da cobra."


7. "GATOTERAPIA"

- De acordo com o Dr. Marcos Eduardo Fernandes, a importância dos animais de companhia em nossas vidas atualmente é incomensurável.

- "A zooterapia, terapia assistida por animais, teve início no Brasil na década de 50 com pacientes esquizofrênicos, e o primeiro animal utilizado foi o gato ('gatoterapia'). 



- Normalmente as pessoas apreciam o comportamento submisso dos cães e não gostam de autenticidade dos felinos, que só agradam ou recebem carinho quando querem. No entanto, admiramos pessoas independentes e autênticas! 

- Há inúmeros trabalhos científicos que demonstram o benefícios da terapia animal. Os gatos, através do comportamento sereno e contemplativo, atuam como um 'medicamento' para pessoas ansiosas e agitadas, ajudando-as no equilíbrio físico, mental e emocional. 

- A terapia assistida por animais é muito utilizada tanto nas patologias físicas, como a hipertensão, quanto nas psíquicas, como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e autismo. 



- No caso dos gatos, não é somente a presença física do animal que beneficia o ser humano, pois esta espécie está envolta de muito misticismo. Algumas crenças antigas diziam que os gatos eram animais místicos, capazes de transmutar as energias negativas do ambiente. No Antigo Egito, a deusa Bastet (deusa gata) representava os poderes benéficos do sol."


Fonte: Mundo Felino

Pet Terapia é tema de palestra na Feira + Fórum Hospitalar 2013

Confira o vídeo:



Fonte: Saúde Online

sexta-feira, 24 de maio de 2013

1º Seminário de Terapia Assistida por Animais acontece neste sábado no Rio

Evento acontece neste sábado no Instituto Psiquiátrico Philippe Pinel em Botafogo


Amanhã (25), será realizado no Instituto Psiquiátrico Philippe Pinel, o 1º SETAARJ (Seminário de Terapia Assistida por Animais).O evento que tem como objetivo principal, discutir e debater a inserção do animal como recurso terapêutico, irá reunir no Rio de Janeiro, profissionais nas áreas de psicologia, veterinária, pedagogia e Ongs de todo o Brasil que já realizam esse trabalho em hospitais, escolas e clinicas de reabilitação.

A ideia de realizar um seminário de Terapia Assistida por Animais no Rio, nasceu à partir da identificação da necessidade de se divulgar a inserção do animal como recurso terapêutico  para profissionais de diversas áreas, principalmente da educação e saúde, que desconhecem a verdadeira importância e necessidade desse trabalho mundialmente reconhecido, como ferramenta eficaz no auxílio ao processo saúde X doença.
As inscrições para o 1º SETAARJ podem ser feitas no dia do evento (se houver vagas) ou através do e-mail: ccnseventos@ccnscursos.com.br . Valor R$ 120,00Para maiores informações (21) 4104-7865/ 3594-2397
O 1º SETAARJ conta com o apoio da Bayer, Projeto Pêlo Próximo, CCNS Cursos, House Clipping e Fundação Amélia Dias.
Programação do Evento:
09:00h - A Terapia Assistida por Animais utilizada como instrumento facilitador no processo de cuidar
Fisioterapeuta Shirley Gomes

09:30h - Seleção e Treinamento de Cavalos Adequados para a Prática Educativa, Terapêutica e Esportiva da Equoterapia – Psicóloga Vanessa Breia

10:10h - Potencialidades da Educação Assistida por Animais no Ensino – Pedagoga Marisa Solano
10:50h - Coffee Break
11:10h – Felicidade e Bem-Estar de Animais Utilizados em TAA - Aspectos Éticos e Científicos –Médica Veterinária Valéria Oliva
11:50h - A Zooterapia sob a Óptica Animal – Médico Veterinário João Telhado
12:30h – Almoço
13:30h - Terapia e Atividade Assistida por Animais: Semelhanças e Diferenças – Presidente do Projeto Pêlo Próximo Roberta Araújo
14:10h - A Contribuição da Zooterapia nas Interações entre os Animais e os Seres Humanos : passado, presente e futuro– Médica Veterinária Maria de Fatima Martins
14:50h - Efeitos da Terapia Assistida por Animais em Pessoas com Espectro do Autismo –Bióloga Silvia Ribeiro Jansen Ferreira
15:30h – A Importância da Família na TAA – Psicóloga Rosa Vilela
16:10h – Coffee Break
16:50h – Avaliação e seleção dos cães de terapia - Médica Vetrinária Silvia Danae Pezoa Poblete
17:30h – A Influência dos Cães na Neuroplasticidade de Crianças com Disfunção Neuronal –Médico Veterinário Heverton Gonçalves



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Pet Terapia, uma frente auxiliar no tratamento da saúde humana


Enquanto os hospitais do Rio de Janeiro, deixam de utilizar a Pet Terapia como um meio auxiliar de tratamento a seus pacientes, as casas de reabilitação vêm abrindo cada vez mais espaço, utilizando animais como facilitadores das atividades realizadas pelos profissionais da área de saúde e, com isso, conquistando cada dia mais adeptos. Já é comprovado cientificamente que idosos, portadores de necessidades especiais, autistas, além de crianças e adultos com depressão podem obter avanços no quadro clínico geral graças ao contato com os animais.
O Projeto Pelo Próximo, que utiliza a pet terapia em várias Instituições do Rio de Janeiro, realiza esse trabalho filantropicamente há cerca de quatro anos em casas geriátricas e de reabilitação. 


“– Nosso trabalho visa auxiliar o profissional da área de saúde, e para isso, levamos o animal devidamente preparado para esse tipo de atendimento. As grandes vantagens dos animais são seu amor incondicional, sua capacidade de adaptação e, principalmente, o fato de jamais julgarem.Geralmente, nossas visitas acontecem nos finais de semana, mas a procura tem sido tão grande, que este ano passaremos a realizar também atendimentos durante os dias da semana” - explica Roberta Araújo, coordenadora do Projeto.


Para a psicóloga e psicoterapeuta do projeto Janice Moraes, o auxílio de um animal terapeuta é fundamental para uma resposta imediata do assistido, seja ele uma criança, adolescente, adulto ou idoso.


"A interação entre os dois é instantânea, com isso, produz-se uma resposta muito rápida aos estímulos, sejam estes físicos ou cognitivos.Na prática clínica, muitas vezes, a formação do vínculo entre o terapeuta e o paciente somente é estabelecida após semanas, algumas vezes até em meses. Na TAA (terapia assistida por animais) todo esse processo é encurtado, sendo o cão um excelente facilitador do vínculo entre o terapeuta-paciente. Essa resposta muita rápida aos estímulos, se dá pela identificação entre o paciente e o cão. A pessoa pode estar fragilizada, por exemplo, por conta de um processo depressivo, e o cão com a sua ausência de julgamento, compreensão, ternura, carinho e acolhimento, consegue fazer com que ele se sinta melhor, e com isso, consiga verbalizar sobre o que o está afligindo. Os resultados são muito positivos e altamente motivadores, e isso faz com que cada vez mais tenhamos vontade de continuar com este trabalho e disseminá-lo por todo o Brasil.". - afirma


O grupo é formado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da área de saúde e de voluntários que realizam um trabalho onde é oferecida a oportunidade de entretenimento, motivação, informação, educação e benefícios terapêuticos por meio do contato com os animais, visando sempre à melhoria na qualidade de vida e mudança na rotina de vida diária. Nas principais atividades desenvolvidas se enquadram a TAA (Terapia Assistida por Animais), AAA (Atividade Assistida por Animais) e EAA (Educação Assistida por Animais).


O Projeto conta hoje com um staff de 20 cães co-terapeutas e duas calopsitas que realizam atividades com pacientes como: o contato direto com o animal; e diversos exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade tanto fina quanto global dos assistidos. Fazem parte do quadro de exercícios: escovação, exercícios com arco, exercícios de estimulação usando o boliche e pequenas apresentações de agility e show dog. O objetivo principal do trabalho é, por meio da interação homem-animal dentro da Atividade, Educação e Terapia Assistida por Animais, promover e proporcionar os benefícios dos efeitos terapêuticos dos animais em prol da melhoria da saúde física, emocional e mental dos assistidos.


Para as crianças, há ainda o "Pet Health" (onde os cães viram os pacientes e as crianças, tornam-se os médicos), apresentações de teatro, atividade de leitura, desenho, pintura e jogos para estimular a cognição, e principalmente, para despertar nas crianças o respeito aos animais e a posse responsável.
A assistente social, Rita de Cássia Ribeiro,especialista em Gerontologia e Psicogeriatria e proprietária de uma casa geriátrica, com idosas portadoras de Alzheimer, Diabetes e Depressão acompanha o projeto há 3 anos. Atualmente, ela faz parte da equipe multidisciplinar do projeto e é uma das maiores incentivadoras do trabalho de terapia com animais em Congressos e Seminários de Geriatria por todo o Brasil.


– “Durante esse tempo, pude observar a melhora das internas da Pousada Residencial com as visitas mensais dos animais co-terapeutas. A fisioterapia, com a utilização de animais, torna-se mais ágil e alegre, facilitando a execução de atividades que podem ser utilizadas na rotina de vida diária: escovação do pelo - pentear os cabelos, pegar um copo de água; arrumar a bandana - ajeitar a roupa; fixar adornos no pelo do animal – abotoar a blusa ou fechar o zíper. Acho uma pena, que no Rio ainda exista tanto preconceito em levar o benefício dos animais aos pacientes que estão nos leitos dos hospitais. Falta conhecimento dos profissionais da área de saúde, vivência e abertura para aceitar atividades diferentes que podem também melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Os animais para entrarem nesses locais passam por uma assepsia rigorosa, aliás existe todo um protocolo de saúde a ser seguido pelos tutores dos animais co-terapeutas.” - afirma.


O Projeto conta com o patrocínio da empresa Bayer, que fornece os produtos para o controle completo contra ectoparasitas, que são aplicados mensalmente nos animais.
Para saber mais sobre o projeto ou agendar uma visita em uma Instituição visite o site www.peloproximo.com.br ou blog www.peloproximo.blogspot.com.br


Como seu animal pode se tornar um cão de terapia?


Para participar da seleção o cão precisa ter acima de um ano, ser castrado, não apresentar agressividade, interagir com outros animais, com idosos e crianças e estar com a carteira de vacinação em dia. Os cães selecionados passam por testes onde são realizadas simulações de visitas, testes que envolvem barulhos, insegurança e convivência. Após essa etapa, os animais aprovados nos testes, passarão por uma rigorosa avaliação veterinária e seus proprietários deverão apresentar a carteira de vacinação atualizada, exames de sangue, fezes, urina dentro de um período máximo de seis meses e um atestado de saúde fornecido pelo veterinário de cada animal. Os cães selecionados receberão controle antiparasitário e estarão aptos para participar da próxima fase classificatória, que consiste em serem integrados ao grupo para a realização de três visitas em instituições. Após essas visitas, onde os cães serão observados nos mínimos detalhes, caso sejam aprovados, terão direito ao ingresso na equipe de voluntários do projeto.

A humanização do atendimento hospitalar


Fonte: http://www.scientific.com.br/

É possível que durante algum tempo a evolução na qualidade do contato com pacientes em hospitais não tenha sido equivalente aos inúmeros avanços científicos das áreas da saúde. Mas hoje em dia os melhores hospitais mantêm um constante aprimoramento em busca do atendimento adequado. O atendimento hospitalar precisa ser humano.
A humanização do atendimento não começa a ser praticada da noite pro dia. Como qualquer organização, pública ou privada, composta por pessoas e com uma cultura própria estabelecida, o hospital precisa se preparar para mudanças nos costumes e atividades da sua rotina. Por exemplo, a decisão de permitir que pacientes recebam a visita de seus animais de estimação pode gerar algum receio por parte de pessoas que têm alguma alergia, trauma ou simplesmente não estão acostumadas a conviver com animais domésticos em hospitais. A instituição deve ter subsídios para justificar sua decisão, a fim de tranquilizar todos os pacientes, e se preparar para novas exigências, assegurando a existência de procedimentos bem definidos e uma cultura de controles internos sólida, mitigando qualquer risco que possa comprometer a qualidade em todos os detalhes do atendimento. Isso requer treinamento e disciplina de todos os profissionais envolvidos. Para que se tenha uma ideia, foram necessários três anos de testes para que a direção do hospital Albert Einstein conquistasse as credenciais para permitir a entrada de animais de estimação nas suas instalações.
Mesmo nos Estados Unidos, onde tal prática é mais comum, os hospitais que a realizam representam a minoria. Eles apresentam políticas variadas entre si, o que é absolutamente normal se considerarmos as diferentes culturas organizacionais, mas há um consenso quanto a algumas regras. Por exemplo, é indispensável a apresentação de um atestado veterinário confirmando que o animal está saudável e com as vacinas em dia. Em qualquer hospital, nos corredores os cães devem ser conduzidos na guia e os gatos transportados em caixas apropriadas. Nos quartos compartilhados, é necessário o expresso consentimento de todos os internados.
Um estudo encontrou bactérias comumente causadoras de infecções hospitalares em cachorros que visitaram pacientes internados. Na realidade, as bactérias teriam sido transmitidas aos cães dentro do hospital. Esta pesquisa foi realizada em um hospital que pratica terapia assistida por animais, conhecida como Zooterapia. Nos Estados Unidos este tipo de tratamento é feito há algumas décadas. No Brasil, foi introduzido em 1997, por meio do projeto Pet Smile, liderado pela médica veterinária e psicóloga Dra. Hannelore Fuchs, cuja tese de doutorado explorou o significado psicológico do animal de estimação.
A companhia de animais a pacientes internados e seus impactos é um tema ainda pouco explorado cientificamente. Mas há uma pequena pesquisa realizada em 2010 na Virginia Commonwealth’s Center for Human-Animal que verificou efeitos positivos, como relaxamento e redução da pressão arterial e dos níveis de cortisol (hormônio relacionado ao estresse). Os autores sugerem a replicação deste estudo com amostras maiores, para confirmação deste resultado. Mas depoimentos de pacientes e familiares confirmando os benefícios da interação com animais de estimação não faltam.

Terapeutas que latem e miam


Quando os filhos foram embora, o companheiro faleceu, a aposentadoria chegou — pode ser o momento de adotar um pet. Os bichos são uma fonte de amor incondicional e companheirismo, além disso, representam uma "preocupação saudável". Hoje em dia, o papel afetivo das mascotes é reconhecido, inclusive, por psicólogos. 

Quando os filhos saem de casa, muitos pais se sentem desmotivados. A esteticista Áurea Figueira, 74 anos, sempre gostou de animais, mas foi a solidão que a levou a adotar três cachorrinhos da raça pinscher. "Os filhos já estavam crescidos e vi nos animais uma maneira de preencher meu tempo", diz. No fim das contas, Áurea se separou do marido, os filhos se casaram, os pinchers morreram e ela não tardou a comprar outro pet, um poodle. Agora é Beethoven seu amigo de aventuras. "É bom saber que existe um ser interessado na gente", confessa. 

A chamada síndrome do ninho vazio chega assim que os filhos crescem e vão morar sozinhos. Os pais se sentem tristes durante um tempo, mas é uma melancolia com hora para acabar. "A síndrome é explicada não só pela ausência do filho, mas pelo fim de um ciclo. O casal precisa se adequar a uma nova ordem familiar", explica o psicólogo Lucas Bezerra. Nessa fase, adquirir um pet pode ajudar, no entanto, não resolverá problemas conjugais. Segundo Bezerra, muitos casais usam os filhos como artifício para esconder problemas da vida a dois. A indicação do psicólogo é nunca descuidar da relação homem-mulher. 

Se a tristeza continua, pode evoluir para uma depressão. "Nas mulheres mais velhas, a menopausa tende a piorar o quadro, pois mina a autoestima delas", comenta o especialista. A personalidade de cada um também interfere no modo como a situação é encarada. Mesmo que a separação seja previsível, os pais costumam sofrer. "Outros fatores também podem intensificar esse estado de tristeza, como o motivo pelo o qual o filho está saindo ou o tipo de relação do filho com os pais, no caso de pais superprotetores", observa Bezerra. Não à toa, alguns filhos, sabendo da solidão dos pais, os presenteiam com um pet. É o caso da aposentada Ana da Silva, que ganhou do filho a cachorrinha Pandora. O presente veio assim que o marido de Ana faleceu, há seis anos. "Digo que ela é minha amiga, e tenho o maior prazer em cuidar dela", comenta. 

A adoção de um animal em períodos de separação e luto favorece a comunicação e atua como redutor da ansiedade. A psicóloga Karen Thomsen trabalha com terapia assistida por animais (TAA) há sete anos e explica como a presença do animal ajuda em momentos difíceis. "O pet desenvolve em nós maior sensibilidade, responsabilidade e respeito pelo próximo. É, comprovadamente, benéfico para nossa saúde — reduz a pressão arterial, melhora a imunidade e nos mantém calmos e alegres", afirma Karen. Esse convívio pode, inclusive, aumentar os níveis de serotonina e oxitocina, hormônios responsáveis pelo bom humor e pelo amor materno. 

Os benefícios vão além das questões psicológicas: ter um pet proporciona também saúde física. Ao sair com o cão para passear, o dono acaba se exercitando. "No caso de idosos, os bichos representam ótima companhia e motivação para viver. O idoso passa a ser um cuidador", observa a psicoteraupeuta. As mascotes facilitam, inclusive, as relações sociais. "Ao sair para caminhar com o cão, o idoso também conhece novas pessoas", ressalta Karen. 

A terapia assistida por animais é uma técnica usada por profissionais da área da saúde que escolhem animais treinados para auxiliar na reabilitação e tratamento de seus pacientes. Algumas raças são mais indicadas para a convivência com pessoas idosas. O labrador, por exemplo, é um cão muito dócil, que pode ser treinado para guiar deficientes visuais. Entre os gatos, o persa se destaca, pois é caseiro, tranquilo e adora receber carinho. 


Como os animais ajudam os donos 


- Eles reduzem a ansiedade e a depressão 

- Melhoram a autoestima 

- Desviam o do foco da dor física e/ou emocional ao propiciar a retomada de boas lembranças 

- Facilitam a expressão emocional e a comunicação 

- Promovem a capacidade funcional nas áreas cognitiva e motora de uma forma lúdica 

Fonte: Blog Mais Bichos

Starbucks inaugura loja com espaço pet em SP


A nova  da rede Starbucks, localizada no bairro do Itaim Bibi, em , possui um dedicado aos animais de estimação dos clientes. A área pet conta com um bebedouro e serve para abrigar os cães enquanto os donos tomam seu café. A nova unidade é a primeira da rede a contar com o .
 possui um deck externo, para quem prefere ficar em mesas ao ar livre. Do lado de dentro, o ambiente segue decoração vintage com a imagem de uma máquina de café antigo e uma foto da primeira loja da rede em Seattle.

Fonte: PetRede

Cadela doada pela Ong LOBO ajuda no tratamento de idosos em São Desidério

Batizada de Pipoca, a “cadela terapeuta”, que vive no Centro de Convivência do Idoso, auxilia no desenvolvimento psicológico e físico dos moradores


Os benefícios que um bicho pode trazer ao ser humano são inúmeros. Prova disso, é a Terapia Assistida por Animais (TAA), uma excelente alternativa para melhorar o desenvolvimento psicológico e físico de pacientes. Pensando nisso, a Ong Liga de Ordem para Bichos Órfãos – LOBO doou no fim do ano passado, a cadela Pipoca, de 3 anos, uma SRD (sem raça definida), com traços de Golden Retriever. Castrada, dócil e tranquila, ela tem sido uma influência motivadora na qualidade do tratamento de mais de 14 idosos do Centro de Convivência, localizado em São Desidério.

 “Os antigos tutores de Pipoca a deixaram no abrigo da LOBO por motivo de mudança, a maior justificativa apresentada para os inúmeros abandonos de animais. Certo dia, fui procurada pela médica voluntária do Centro de Convivência do Idoso de São Desidério. Segundo a mesma, havia um gato que morava neste local, mas que acabou sumindo, o que terminou por deixar os idosos bastante tristes. Como gatos perambulam mais, ela sugeriu então levar um cão para viver dentro do Centro. Naquele momento, pensei justamente em Pipoca, por ser tão mansa – ela morava no gatil da Ong”, explicou a sócio-fundadora da LOBO, Janete Lauck.
 Segundo Lauck, Pipoca se chamava Hanna, mas depois que foi morar no Centro de Convivência do Idoso, passou a ser chamada assim, pois uma das idosas possuía uma neta com o primeiro nome do animal. Pipoca, a “cadela terapeuta”, recebe todos os cuidados veterinários, além de ser adorada pelos idosos.
 Segundo a diretoria do Centro de Convivência do Idoso, o principal objetivo da adoção da cadela foi a ressocialização dos moradores do espaço, bem como o estímulo físico e mental. Uma TAA trata-se de um processo terapêutico no qual um animal é parte integrante do tratamento. As sessões são dirigidas por um profissional de saúde, com objetivos específicos e com a finalidade de promover melhorias no funcionamento físico, social, emocional e/ou cognitivo dos pacientes.
 Diversas pesquisas pelo mundo dão conta dos valiosos benefícios da relação paciente e animais. Uma delas afirma que a TAA diminui a percepção da dor e ansiedade, aumenta o nível de endorfina, ajudando a minimizar os efeitos da depressão, atenua a solidão, melhorando consideravelmente o comportamento social e aumentando o desejo de lutar pela vida.
 Conforme a diretora do Centro de Convivência do Idoso, Valbenia Moreno, a cadela alegrou o ambiente e vem contribuindo para suprir a carência afetiva dos moradores. “É fácil perceber a amizade e o carinho dos idosos com Pipoca. Muitos não recebem visitas de parentes ou amigos. Então, através do convívio com esse animal, eles dão e recebem amor”, destacou Moreno.


 SERVIÇO
LOBO – Rua do Bambuzinho, nº 120-A, Loteamento Maria Percília (próximo a garagem da Real Expresso e da antiga boate Emporium), saída para Brasília.
Telefones: (77) 9975-2338/9912-942/9161-7445

Fonte: Gazeta do Oeste

Animais de estimação podem reduzir risco de doenças cardíacas


Os cães, em especial, ajudam a reduzir a pressão arterial e colesterol, aponta pesquisa


Seu amigo de quatro patas pode ser mais do que um companheiro - ele também é um aliado da saúde do seu coração. É o que afirmam especialistas da American Heart Association, no artigo publicado online em 9 de maio, na revista Circulation.

Os membros do órgão basearam sua declaração em dados retirados de uma série de estudos relevantes. Segundo os cientistas, os bichos de estimação estão fortemente associados com a redução de fatores de risco para doenças cardíacas, como hipertensão, níveis elevados de colesterol no sangue e obesidade. Além disso, os animais melhoram a qualidade de vida de pessoas que já possuem doenças do coração.

O destaque fica para os cães, afirmam os especialistas. Isso porque pessoas que tem cachorros precisam levar os pets para passear. Um dos estudos analisados tinha mais de 5.200 adultos, e comprovou que os donos de cães fizeram mais exercícios do que aqueles que não possuem o animal. Além disso, pessoas que tinham cachorros estavam 54% mais propensos a atingir o nível recomendado de atividade física - pelo menos 90 minutos de caminhada por semana.

Animais também pode ter um efeito positivo sobre as reações do organismo ao estresse, de acordo com a American Heart Association. No entanto, eles salientam que os animais não deixam necessariamente as pessoas mais saudáveis e sim uma relação contrária, concluindo que pessoas naturalmente saudáveis são mais propensas a ter um animal de estimação - mas isso não muda o fato de que há uma forte relação entre os pets e maior qualidade de vida.

"Pet terapia" ajuda no tratamento de doenças
A Terapia Assistida por Animais (TAA) consiste em tratamentos na área da saúde, onde um animal é co-terapeuta e auxilia o paciente a atingir os objetivos propostos para o tratamento. Segundo o adestrador José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia, nem todo animal nasceu para ser um terapeuta. "Ele precisa ser tranquilo, ter uma personalidade que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja", explica. Os animais mais comuns são os cães e os cavalos, que no geral tem um temperamento mais dócil. Mas gatos, jabutis, peixes, coelhos, aves, botos, cobras e aranhas também podem e são usados nesse tipo de projeto. Quando o pet pertence ao dono, um profissional especializado em TAA pode ajudá-lo a fazer a terapia em casa com o bicho de estimação.

Não há uma recomendação específica de quem pode ser ajudado pela pet terapia. "Qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, como por exemplo, medo de animais, alergia ou problemas de respiração, entre outros", observa a psicóloga Fabiana Oliveira, do Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas (Ateac). Porém, alguns tipos de pacientes e alguns quadros clínicos têm um resultado já atestado. Confira quais são eles. 

Fonte: Minha Vida