
O objetivo do encontro do animal com a criança ou adulto internado é o de promover o bem-estar, melhorar a capacidade motora e auto-estima, diminuir a ansiedade e a quantidade de medicamentos, além de diminuir as tensões da equipe de trabalho, como explica a infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Maria Fernanda Scudeler. Segundo ela, para garantir o sucesso do Medicão, os animais são cadastrados, possuem certificados de vacinas e vermifugação, renovados mensalmente. Há procedimentos realizados antes da visita e no dia e pós-visita dos cães, de forma a garantir a saúde das crianças, acompanhantes e profissionais.
Em Jundiaí, também no interior de São Paulo, a entidade assistencial Amarati se uniu ao Centro de Zoonoses da cidade para adotar, desde maio último, a ‘cão-terapia’ para crianças com problemas neurológicos. Elas realizam diversas atividades na companhia de cães. Por enquanto, seis crianças participam do projeto experimental, que deve durar seis meses, com animais que foram encontrados abandonados. “Percebemos uma motivação maior para o movimento, na fisioterapia, motivação para o aprendizado pedagógico, e na parte emocional, o vínculo e a possibilidade de manter contato com o animal”, conta Margarete Murari, diretora técnica da Amarati.
Fontes: PUC-Campinas e portal G1
Muito boa esta idéia, que outras instituiçoes adotem idéias semelhantes .
ResponderExcluircomo faço para levar minha golden fazer essas visitas tbm???
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