sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo!!!

Feliz Ano Novo para todos os nossos amigos, voluntários e parceiros.
Que 2011, seja um ano de muitas realizações para todos nós!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Agentes penitenciários e cães fazem alegria de crianças e idosos no Natal

No olhar do pequeno Lucas, de apenas sete anos, um brilho especial. No rosto de Isabela, de oito, uma expressão de felicidade com a chegada, na tarde dessa quarta-feira (22), dos integrantes do projeto Agentes do Sorriso ao abrigo Casa de Nazaré, localizado na região Norte de Belo Horizonte.
Acompanhados por dois cães, um da raça labrador, de nome Braddock, e um da raça beagle, chamado Billy, os agentes distribuíram presentes a cerca de 30 crianças atendidas pela instituição. Papai Noel também esteve presente. A ação é uma iniciativa da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds).
O projeto Agentes do Sorriso foi criado há seis meses pelos agentes penitenciários do presídio de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), responsáveis pelo canil. A iniciativa é coordenada pelos agentes Rogério Zolini e Ronilson Casemiro, sob os cuidados do diretor José Antônio Fernandes dos Santos. O objetivo é atender clínicas que acolhem crianças portadoras de necessidades especiais, creches e instituições que recebem idosos.
Por meio da Cinoterapia, que é a terapia assistida por cães, os agentes conseguem trabalhar a revalorização da vida, a troca de carinhos, a afetividade e, principalmente, a coordenação motora.
Estímulo
No abrigo Casa de Nazaré, as crianças se divertiram e até arriscaram uma partida de futebol com o cão Bradock. Outras preferiram acompanhar as performances do simpático cachorrinho Billy. “Eu conheço o dia a dia dessas crianças e posso dizer que toda essa euforia é mesmo de felicidade, porque há dias em que a autoestima delas está lá embaixo e muitas choram. O ato desses agentes é muito importante e engrandecedor”, revelou a coordenadora da Casa de Nazaré, Neusa Aparecida Sales.
A cada 15 dias, os Agentes do Sorriso visitam uma das instituições. O projeto já atende a creche da Santa Casa e a Associação de Pais e Amigos (APIP), em Belo Horizonte, e o Lar dos Idosos, em Santa Luzia.
A ideia de levar alegria às pessoas partiu de uma experiência vivida por Zolini dentro de casa. “Na minha família tem uma criança com síndrome de Down e minha mãe realiza trabalhos sociais com pessoas portadoras de necessidades especiais. Também descobri que a Cinoterapia estimula e motiva os pacientes, melhorando seu convívio social”, explicou.

Fonte: Agência Minas

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Terapia com cães ajuda tratamento de autistas

A cinoterapia, terapia assistida por cães, tem proporcionado resultados significativos no tratamento de portadores de autismo. Mais de 50 freqüentadores da Associação de Amigos dos Autistas (Ama) estão obtendo resultados prá lá de positivos.
A informação é da fisioterapeuta Marcia Felisbino, que em parceria com o Grupo de Patrulhamento com Cães (GPC) do 9º Batalhão de Polícia Militar, comanda as sessões de terapia. Segundo ela, os vínculos que os autistas estabelecem com o animal originam progressos. “Eles ficam mais tolerantes, comunicativos e tranqüilos”, afirma.
O autista Anderson Venson, de 33 anos, participou da quarta sessão nesta terça-feira. Diante de Athos - cão da raça Labrador, que é o protagonista das sessões – ele e os colegas guiam, dão comando de voz e acariciam o animal, sob a supervisão de um policial e da fisioterapeuta.
Marcia não imaginava que a cinoterapia iria surtir efeito tão rapidamente. “Esperávamos obter mudanças em longo prazo. Mas, no segundo dia de sessão já fomos surpreendidos com efeitos bem expressivos”, diz.
Para o tenente Mário, a atividade, que é pioneira na região, foge completamente a rotina do policial. “É uma experiência distinto, que permite ver o mundo e o ser humano com outros olhos. Aprendemos muito com eles. É uma lição de vida”.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Melhor amigo é um santo remédio

Camila TurtelliAgência BOM DIA

A fisioterapeuta Rosecler Aparecida Carvalho Ribeiro, 33 anos, e a psicóloga Kellen Cristina Florentino, 32, não escondem a empolgação quando começam a falar sobre o 'Reabilitacão'. As profissionais da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), de Bauru, retomaram e reformularam, no começo desse ano, um antigo projeto da associação que é conhecido como pet terapia.

O trabalho consiste em usar animais para ajudar a desenvolver em crianças e adolescentes com deficiência intelectual múltipla e transtornos globais do desenvolvimento desde a coordenação motora até a sociabilidade.

“Na hora que o animal chega na sala, o ambiente já muda”, diz Rosecler. As duas contam que é impressionante ver o resultado rápido que o bicho de estimação é capaz de provocar nos alunos. “Tem um aluno com autismo que passou a ficar mais comunicativo”, conta Kellen.

O autismo é um distúrbio bem conhecido pelos transtornos que causa na comunicação e sociabilidade de seus portadores. As profissionais contam que esse aluno começou a interagir mais, não só com a presença do cachorro, mas também com as pessoas, mesmo depois que o animal já havia ido embora.

Rosecler lembra outro caso de um adolescente com paralisia cerebral. Mesmo com toda sua dificuldade motora, o aluno se anima para tentar manter a cabeça rígida e interagir com o cachorro.

É claro que as reações variam de aluno para aluno, mas mesmo assim, o balanço final é bem gratificante, como fica estampado no sorriso das coordenadoras do projeto.

As sessões do Reabilitacão na Apae são feitas em grupo e duram 50 minutos. Para o próximo ano, dependendo da demanda de voluntários e cães aptos para o trabalho, as meninas pretendem implantar tratamentos individuais de meia hora cada.

Golden e labradoresOs cachorros do projeto são voluntários. Por enquanto, há sete cães das raças golden retriever e labrador, levados por cinco voluntários.

Para fazer parte do Reabilitacão, antes de mais nada eles precisam ser dóceis e gostar de contato com humanos. Na sequência, são levados para uma bateria de provas com os adestradores (também voluntários), para ver se eles são tolerantes a barulho, excesso de carinho e até ocasionais puxadinhas de rabo aqui e apertadinhas ali.

Se forem aprovados, os animais passam para os exames médicos, porque precisam ter a saúde em dia para estarem em contato com os alunos.

Feito tudo isso, eles são adestrados e passam a fazer parte das sessões.

Apesar de todo o trabalho, Rosecler diz que os cachorros que participam aparentam se entregar de corpo e alma à terapia. “Tem alguns que se o dono largar na porta, ele vem sozinho direto para a sala de terapia e fica aqui, entregue aos alunos”.

ResponsabilidadeOs donos também precisam estar dispostos a manter a saúde e a integridade dos cachorros, além de levá-los nos horários marcados, sem falta.

Rosecler e Kellen andam em busca de uma cachorro de porte pequeno que seja capaz de encarar essa tarefa. “Seria bom, principalmente para os cadeirantes, que poderiam pegá-los no colo”, diz Kellen.

Se você tem um cachorro bastante dócil, que adora ser paparicado e  ainda lhe sobra  tempo suficiente para assumir a responsabilidade de ser um voluntário, então, entre em contato com a Apae, para marcar os testes. O telefone de lá é o (14) 3106-1252 e o endereço: avenida José Henrique Ferraz, 20-20, no Jardim Ouro Verde.

As sessões agora estão paradas por causa das férias, mas devem voltar logo em fevereiro ou março.

Fonte: Rede Bom Dia

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Projeto Pêlo Próximo conquista o segundo lugar no Prêmio Top Blog 2010

O Blog do Projeto Pêlo Próximo, escolhido entre mais de 127 mil blogs participantes, conquistou no sábado último (18), o segundo lugar na votação do júri popular do Prêmio Top Blog 2010, na categoria Saúde Corporativa. O projeto realiza no Rio de Janeiro um trabalho filantrópico de Pet Terapia em várias Instituições carentes que cuidam de crianças especiais e idosos.

"Ficamos muito felizes com essa conquista, pois nosso blog, que tem menos de um ano foi criado para divulgar o trabalho realizado pelo nosso grupo. Alcançar uma premiação desse vulto nos deixa com uma sensação de que estamos no caminho certo, pois é uma comprovação do sucesso do projeto", declara Alessandra Fabro, responsável pelo blog.

A Cerimônia de Premiação, realizada no auditório da UNIP, em São Paulo, reuniu mais de 400 blogueiros de vários Estados do Brasil. O Prêmio Top Blog é uma iniciativa da MIXMD, Divisão de Comunicação Digital da MIX Comunicação: Rádio, Televisão, Internet que pertence ao Grupo OBJETIVO / UNIP, o maior grupo de educação do país.

Confira o evento em números:
15 categorias
15.148 inscritos
127.897 blogs indexados
842.270 emails cadastrados
1.375.000 votos computados
3.185.000 emails enviados
1,5 bilhão de selos impressos

O Projeto Pêlo Próximo conta com o patrocinio da Ceva Brasil. Para conhecer o blog acesse: www.peloproximo.blogspot.com

domingo, 19 de dezembro de 2010

Pêlo Próximo no Match de Agility na Lagoa

Hoje estivemos no Parcão da Lagoa no Match de Agility, vendendo os kits de Natal. Na foto, Roberta, coordenadora do Projeto.

Cerimônia de Premiação do Prêmio Top Blog 2010

Hoje, acontece em São Paulo a Cerimônia de Premiação do Premio Top Blog 2010. Nosso blog é um dos 3 finalistas na categoria saúde corporativa. EStamos na expectativa do resultado, mas já estando entre os tres melhores blogs do Brasil já é uma vitória. Aguardamos anciosos o resultado final.

sábado, 18 de dezembro de 2010

O efeito bicho

Cachorro, coelho e até chinchila viram terapia para pacientes de todas as idades

Fernanda Aranda, iG São Paulo
Foto: Eduardo Cesar / Fotoarena

Quando não estão no hospital, Bonifácia, Nina e Fifi são médicas estabanadas. A primeira está ligeiramente acima do peso, tem um andar rebolado e costuma esbarrar em quem está próximo. A segunda adora correr e jogar futebol e não para nem quando sua companhia demonstra exaustão. A terceira não pode escutar o barulho de ônibus que perde o controle: chora e corre de um lado para outro. São comportamentos que desaparecem quando elas chegam ao ambiente de trabalho e transformam-se em profissionais de sucesso, capazes de melhorar a vida dos pacientes e até mesmo de seus colegas médicos.


Os seres descritos acima não são humanos. São cadelas que fazem parte de um programa de terapia com animais. Com elas trabalham Roy (um porquinho da Índia), Lili (uma coelha que pensa que é um cachorro), Viúvo (um peixe que acaba de perder a esposa, mas não está depressivo), Fidel (uma chinchila que aceita cafuné sem fugir) e Frida (uma gata que pede carinho sem ser carente).
O iG Saúde conta, a seguir, como esses animais especiais trazem para a prática médica o efeito bicho. A terapia com animais já é estudada pela ciência e não só promove felicidade em locais marcados pela falta de esperança, como é um poderoso antídoto contra depressão, pressão alta e medo de injeção (para as crianças e adultos). Até tornarem-se “médicos”, os animais precisaram passar por um processo seletivo criterioso, elaborado por Hannelore Fuchs, uma psicóloga e veterinária que há 13 anos teve a ideia de levar os bichos para dentro dos hospitais.

O “vestibular”
Mesmo que um jovem adore pessoas e goste de Biologia, ele certamente não poderá ser médico caso não consiga conviver com sangue. Hannelore Fuchs tinha essa filosofia em mente ao pensar em um projeto para transformar animais em terapeutas. Não bastaria um cachorro ser brincalhão e um dono deste mesmo cão gostar de bichos para ambos ingressarem no programa que ela queria fazer virar realidade. “Era preciso mais”, lembra. Foram anos pesquisando para chegar ao check-list seletivo e alguns detalhes eram elucidados aos poucos.
“Um cão que pula muito podia machucar involuntariamente alguém já fragilizado por uma doença, por exemplo. Tínhamos de testar as sensibilidades deles ao toque, ao barulho, ao susto, aos cheiros, aos medos e a tantas outras coisas”, lembra a idealizadora.
Em 1997 – com ajuda da assistente social Elvira Rebolo (a Bia, braço direito e esquerdo de Hannelore) – aconteceu a primeira experiência empírica do programa batizado de Pet Smile.
“Por nossa conta e risco, fomos a uma escola frequentada por crianças com paralisia cerebral e outros transtornos”, conta. Em três horas, a experiência foi feita em uma sala cheia de crianças especiais, que tiveram contato e brincaram com uma cadela poodle. Hannelore e Bia não conseguiram soltar a respiração com medo de que alguma coisa desse errado. Mas o sucesso foi absoluto, sentido pelos estudantes, professores e pais que falaram ter ficado mais fácil, depois, estimular as crianças para programas educacionais, fisioterapia e psicologia.
As duas decidiram que, para continuar o trabalho, além de um processo seletivo, era preciso criar um modelo com apoio de humanos voluntários. Cada um deles poderia levar o seu pet, e a dupla passaria por um período de adaptação in loco para que bicho e dono tivessem o comportamento avaliado. Começou então a “faculdade” dos animais.
Estágio
Ficou definido que antes de ingressar de forma definitiva no PetSmile, os homens e mulheres interessados têm de ir aos hospitais e casas de saúde sozinhos, sem a companhia de seus pets. Depois são os bichos que passam pelo “estágio”. Se aprovados, entram para o projeto, e toda quarta e sábado passam a fazer as visitas médicas.
“As visitas são sempre monitoradas por veterinários e psicólogos. Não há um segundo de descuido. O ingresso é uma seleção, mas a avaliação é diária.”
Aos poucos, a “equipe” atual de medicina animal começou a ser formada. Mas, para mudar a vida dos pacientes como faz hoje, o Pet Smile primeiro precisou mudar a trajetória das doutoras cachorras Fifi, Bonifácia e Nina.
Só as cachorras
Fifi, uma vira-lata de vida sofrida até mais ou menos seis meses de idade, foi encontrada escondida em um arbusto do Morumbi, bairro abastado da zona sul paulistana, com cicatrizes que indicavam muitos maus-tratos. A suspeita é de que ela apanhava ao som de ônibus e caminhões, pois até hoje essa sinfonia urbana faz a cadelinha tremer.
O histórico complicado fez com que a mulher que a acolheu, Stella Kochen Susskind, duvidasse da carreira na área da saúde quando essa possibilidade apareceu na vida de Fifi. Stella já conhecia o PetSmile, “os olhos cheios de caridade” da cachorra indicavam que ela podia ser um dos membros, mas ela não tinha noção de como o animal reagiria caso o toque ou comportamento de algum paciente despertasse uma destas memórias de maus-tratos . A “mãe adotiva”, no entanto, resolveu investir no projeto.
As surras foram substituídas por carinhos e um tratamento veterinário curou as doenças venéreas e também o problema renal da cachorra. Foi o primeiro passo para a cadela tornar-se a “geriatra” eficiente que é hoje, aos 5 anos, uma das especialistas no que a veterinária Hannelore chama de efeito bicho.
Clínica geral
O início da carreira de Bonifácia foi muito parecido com o de Fifi. Boni (como é conhecida) apareceu bem pequena na porta de um consultório veterinário em Pinheiros, zona oeste da capital paulista. Estava desnutrida, sem forças nem para abrir os olhos. De magricela, tornou-se gulosa. Ainda assim, Boni é capaz de passar horas sem comer nada, só para ajudar em hospitais e unidades de saúde, missão que cumpre há 9 anos. Por esse trabalho no posto de uma espécie de “clínica geral”, ela demonstra tanto prazer – medido pelas abanadas de rabo – quanto tem pela comida.
Especialista em UTI
Nina também é boa de garfo e entre seus sabores prediletos está o queijo cottage. Seu paladar mais refinado e o fato de ter nascido em melhores condições – desde sempre mora em uma ampla casa na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo – não fazem desta Golden Retriever uma cachorra menos bondosa do que suas colegas sem pedigree.
O porte mais avantajado e o instinto brincalhão exigem da cadela um controle minucioso de cada movimento quando cuida de pessoas que não saem de leitos hospitalares. Para descobrir este talento de “profissional especializada em medicina intensiva”, Nina precisou de um único dia de treinamento.
Pequeninos
Para fazer a terapia dar certo, as cachorras precisam atuar em conjunto com bichinhos pequeninos. É fato que os cães são os animais que mais chamam atenção quando chegam aos hospitais, mas não necessariamente os que mais funcionam na conexão entre paciente e bicho.
“Por vezes, uma criança deitada em um leito não consegue ver o animal. Os pequeninos são manuseados de maneira mais fácil e promovem uma conexão melhor com o paciente”, explica a assistente do Pet Smile Bia.
É aí que entra em cena o Viúvo. O peixe – ele anda dentro do aquário mesmo – é mostrado aos pacientes, e as voluntárias perguntam se eles gostariam de receber a visita de outros animais. Chegam depois o porquinho da Índia Roy, a chinchila Fidel e a coelha Lili, todos aprovados pelo mesmo teste de sensibilidade ao toque aplicados por Hannelore e sua equipe. Eles são manuseados, mordidos e beijados, sem esboçar uma reação.
A gata Frida também funciona bastante para esses fins e, mesmo sendo travessa em casa, é capaz de ficar duas horas imóvel só recebendo carinho e, por vezes, puxões de orelhas e apertões de mãos curiosas. Algumas, de tanto tempo que passaram internadas, nunca sentiram como é tocar os pêlos de qualquer animal. Toda vez que vão “trabalhar”, os pets são higienizados, desverminados e alimentados. Depois da jornada, dormem três horas seguidas, exaustos, mas felizes.
O efeito
A equipe formada por bichos de espécies tão diferentes reúne passagens valiosas sobre a importância de seu trabalho. Cada um deles tem uma história para contar. Um dia a coelha Lili teve o corpo todo “enfeitado” por esparadrapo e gazes. Foi a maneira que um garotinho de 8 anos – internado há quase um ano por causa de queimaduras graves – encontrou para tentar explicar para si que aqueles curativos eram uma tentativa de cura.
Nina virou a cadela de um outro menino que nunca saiu do hospital desde o dia em que nasceu. Quando ele bateu os olhos na cachorra caramelada disse que ela era ainda mais bonita do que as que via nos desenhos e gibis. Até morrer, o momento mais feliz de sua curta vida – ele não cansava de repetir – eram as horas passadas com a sua melhor amiga.
A gata Frida já despertou a atenção de uma menina que não andava, nem falava ou enxergava. Com paralisia cerebral e facial, seus suspiros foram traduzidos como sorrisos. Toda vez que encontrava Frida, ela rolava no chão só para chegar mais perto da gatinha.
A vira-lata Fifi, toda vez que faz sua visita a uma casa de idosos, faz com que a pressão de uma senhora de 80 anos volte aos níveis normais, feito que nem os poderosos medicamentos hipertensivos conseguem.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

DICA DE NATAL - Projeto Pêlo Próximo cria kit de natal para ajudar animais abandonados

Se você gosta de animais e ainda não comprou seus presentes de Natal, então você não pode perder essa oportunidade. O Projeto Pêlo Próximo – Solidariedade em 4 patas, acaba de lançar o Kit  Natal Pêlo Próximo, com camiseta e calendário dos pets terapeutas nos pontos turísticos do Rio de Janeiro. Parte da renda será revertida em prol de 200 animais abandonados do Abrigo João Rosa.
O kit pode ser adquirido pelo site do projeto (www.peloproximo.com.br) ou pelo email peloproximo@gmail.com. O Kit custa R$ 35,00 e pode ser enviado para todo o Brasil.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Contato com os animais gera ótimos benefícios para saúde

A relação homem-animal gera excelentes benefícios para a saúde. Pesquisas realizadas pela medicina já comprovaram que essa interação ajuda no controle dos nives de estresses e pressão arterial, além de diminuir a propensão a problemas cardíacos nos humanos.
Idosos que sofreram alguma perda, por exemplo a saída de casa de um filho, muitas vezes optam pela adoção de um animal de estimação como forma de preencher aquele espaço e distração.
Ouça o audio abaixo:

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Pesquisas comprovam os benefícios da Pet Terapia

Uma companhia de seguros australiana encomendou uma pesquisa para buscar a prova de que o convívio com os animais é benéfico à saúde das pessoas e conseguiu ter esta resposta. Os empresários queriam saber se era verdade que os donos de cachorros tinham uma saúde melhor. A Revista Isto É de 25 de janeiro de 2000 trouxe esta matéria onde estava informado que os pacientes que cuidavam de um cão gastavam 16% a menos de medicamentos e saíam dois dias antes dos hospitais do que doentes que não mantinham contato com bichos. Em outro estudo, publicado no American Journal of Cardiology, foi constatado que o convívio com animais ajuda a controlar o stress, diminui a pressão arterial e reduz o risco de problemas cardiovasculares.
Para as crianças, brincar com bichos também é positivo. Uma pesquisa realizada no final de 1999 na Áustria mostrou que os pequenos que brincam com animais da zona rural como vacas, galinhas, porcos e ovelhas têm menos chance de desenvolver alergias e problemas respiratórios, como a asma, porque o contato aumenta as células de defesa e deixa o corpo mais tolerante a bactérias e ácaros.
A escolha de um animal para cuidar e conviver em casa pode ser feita com a ajuda de um especialista, pois os animais diferem quanto às necessidades de espaço e cuidados. É importante conhecer as características do animal, para conciliar com os hábitos da família.
Na Pet Terapia, o convívio com os animais diminui crises respiratórias alérgicas, melhora a afetividade, contribui para resolver problemas causados por síndromes de relacionamento e outras questões emocionais e/ou psicológicas.O contato com cachorros e gatos pode deixar a vida da família ainda melhor.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Lançamento do Pets do Calendário acontece hoje no Aquário Pet

O coquetel de lançamento do calendário Pet carioca “O Rio Pêlo Próximo”, que traz cães e aves terapeutas em pontos turísticos do Rio de Janeiro, será realizado neste sábado (04), a partir das 16:00hrs, no Aquário Pet na Barra da Tijuca.
Para o lançamento, estão programadas várias atividades, entre elas, apresentação do making off do calendário, desfile fashion dos cães do Abrigo João Rosa, distribuição de brindes, concurso temático, venda do calendário e apresentação de show dog. Parte da renda será revertida para o abrigo, que cuida atualmente de 200 animais abandonados.
O “Pets do Calendário 2011 - O Rio Pêlo Próximo”, que conta com o apoio da Riotur, traz fotos dos pets terapeutas no Aterro do Flamengo, Sambódromo, Arpoador, Urca, Pedra Bonita, Enseada de Botafogo, Lagoa, Quinta da Boa Vista, Arcos da Lapa, Trem do Corcovado, Parque Guinle e Praia de Copacabana.

Serviço
Lançamento Pets do Calendário 2011
Data: 04/12/2010
Horário: 16:00hrs
Aquário Pet
Av. Ayrton Senna, 3383 lj. 149 - Barra da Tijuca

sábado, 4 de dezembro de 2010

Compra do Calendário do Pêlo Próximo já está disponível no Blog

Já está disponibilizado no blog ( no canto superior do lado esquerdo ) o sitema PagSeguro, onde você poderá realizar a compra de seus calendários de uma forma rápida e segura. Para realizar a compra, basta clicar no botão COMPRAR COM PAGSEGURO e você será direcionado a loja virtual do Pêlo Próximo e poderá realizar sua compra com toda segurança e várias opções de pagamento.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

CACHORROS AJUDAM NO TRATAMENTO DOS PACIENTES COM MAL DE ALZHEIMER

Cães para estimular a memória
No Centro de Medicina do Idoso do Hospital Universitário de Brasília,
cachorros ajudam no tratamento dos pacientes com Mal de Alzheimer

Ventus tem sete anos de idade e é um lindo cão preto boiadeiro bernês. Barney, mais moleque, é um golden retriever claro de um ano e meio. Os dois não são animais comuns: são cães-terapeutas. Desde março de 2004, freqüentam semanalmente o Centro de Referência para os Portadores da Doença de Alzheimer, que funciona no Centro de Medicina do Idoso (CMI) do Hospital Universitário de Brasília .

BENEFÍCIOS – A primeira turma encerrou o ciclo no início de maio. A segunda conheceu os dois cachorros no dia 19 de maio. As veterinárias ainda não computaram dados sobre o trabalho, mas já perceberam efeitos da pet-terapia, tais como: alguns idosos conseguiram lembrar os nomes dos cachorros ao final de cada sessão; os pacientes chegaram a comentar em casa que havia no hospital dois cachorros, um preto e um branco; o humor e a atenção de todos melhoraram; pacientes antes monossilábicos, em contato com os cães, passaram a conversar mais. “Os animais quebram a barreira da comunicação e isso é importantíssimo não só para o idoso como para seus familiares”, diz Damaris.  O geriatra Renato Maia atesta a melhora: “Observamos diferenças positivas principalmente no aspecto afetivo dos pacientes, que ficaram muito mais contentes”.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Crianças internadas participam de Pet Terapia

A ação leva animais ao Irmã Dulce como complementação ao tratamento clínico
Autor: Jairo Marques
Ação leva animais ao Irmã Dulce
Quem visitou a Ala Pediátrica do Hospital Municipal Irmã Dulce na quinta-feira (18) ouviu risos e conversas, itens tão incomuns entre pacientes internados. O motivo foi a visita da cadela da raça border collie chamada Serena, do Canil Municipal, que trouxe mais alegria às crianças do hospital. O trabalho, realizado há aproximadamente um ano, leva os animais ao Irmã Dulce como complementação ao tratamento clínico do paciente.

A pequena Rayanny da Silva Croce, de 8 meses, internada há 3 dias por broncopneumonia, não quis sair de perto de Serena. Sua mãe, Jacy Nayara Kaoanne Silva Brito, notou que a filha ficou mais feliz após a Pet Terapia. “Ela já estava melhor, mas ainda não queria engatinhar, ficava só quietinha. Agora parece que ela está melhor ainda, ficou o tempo todo brincando. Ela se divertiu bastante”, explicou.

Kairan Souza Santos, de 10 anos, internado há 12 dias por diabete, também brincou bastante com Serena. Valéria dos Santos, mãe de Kairan, explicou a importância do trabalho. “A visita é ótima, pois as crianças estão aqui há dias sem sair, sem praticamente ver o mundo lá fora. Além disso, meu filho adora cachorro”.

O inspetor responsável pelo Canil, o guarda civil municipal Wagner Geraldo da Silva, explicou como são realizadas as atividades. “A gente vai aprimorando os comandos do animal a partir das visitas que fazemos. A idéia é que as crianças possam cada vez mais interagir com a Serena, que é uma cadela super dócil”, explicou.

Segundo a fonoaudióloga Eliane Selma do Vale Blanco, os efeitos da Pet Terapia completam o tratamento do paciente. “Notamos resultados no comportamento das crianças durante a visita e também após a passagem do animal. Elas ficam mais tranqüilas, passam a se alimentar melhor, ficam mais alegres e as que estavam agitadas ficam mais calmas”.

A fonoaudióloga explicou ainda que as atividades também geram efeito no tratamento de adultos. “Eles sempre relembram dos animais que já tiveram, tratam com ternura e carinho o cachorro. Dá para perceber uma grande melhora no astral deles”.

Quanto aos cuidados tomados antes das visitas, Eliane Blanco explicou que todos os animais são vacinados e limpos. “O animal, além de já ter sido vacinado, antes de entrar no hospital toma banho e tem as patas higienizadas. A única orientação que damos aos pais é que lavem as mãos das crianças após as visitas”.

A Pet terapia não é indicada a pacientes em isolamento ou com quadro respiratório grave.
Fonte: Prefeitura de Praia Grande

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O PODER DE UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO O PODER DE UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO

O animal, que antes servia apenas de suporte, evoluiu também para animal de estimação. Sua relação com o ser humano tornou-se tão complexa que ao entrar para uma família, ele é capaz de provocar alterações no comportamento de todos os seus membros. Dos animais domésticos, o cão é uma das espécies mais brincalhonas que existe. Agitação e irreverência são as características comuns a muitos deles. A natureza alegre de um cão saudável é uma das maiores satisfações para o seu dono, por isso não é necessário sublinhar como é benéfica a relação entre uma criança e um cão. Para a criança, o cão torna-se um privilegiado e companheiro inseparável de brincadeiras. Com todos os avanços da ciência, pesquisas mostram que o convívio com os animais é considerado um dos melhores recursos terapêuticos. Os animais domésticos passaram a ser considerados importantes na sociedade, por oferecer apoio emocional. Marty Becker no livro “O poder curativo dos bichos” deixa claro que os animais de comportamento dócil, trazem ao ser humano momentos de tranquilidade e alegria. Nesses momentos principalmente, as pessoas deixam de lado seus problemas, dores, insatisfações, seus momentos de solidão e tristeza; sentem-se mais dispostas a falar com os animais, pois estes os retornam um olhar não julgador e não crítico. Além disso, a simples presença de um animal de estimação pode ser relaxante, ajuda a diminuir a pressão sanguínea e o estresse.

Nos idosos, sabe-se que o animal proporciona a melhora da autoestima devido ao contato físico e ao despertar do senso de responsabilidade. Pelo fato de terem que cuidar do bicho, as pessoas mais velhas passam a se sentir úteis. A introdução de animais em asilos é uma boa forma de recreação e socialização Tal técnica refere-se a Pet Terapia realizada com cães, que teve origem aproximadamente no século XVIII na Inglaterra, onde foi descoberto que a presença do bicho traz benefícios psicológicos, pedagógicos e sociais ao paciente, principalmente às crianças, pois o convívio com cães exerce efeitos benéficos no comportamento afetivo. Com as crianças, os cães estabelecem uma comunicação recíproca que possibilita um desenvolvimento da autoestima, respeito, companheirismo, visão de futuro e ainda estimula a liberação de substâncias que podem ser benéficas ao organismo, como endorfina e adrenalina. O convívio com os bichos de estimação pode ajudar na recuperação de diversos problemas de saúde. Essa premissa já foi comprova através de vários estudos e experiências realizadas em hospitais, a até mesmo em casa onde animais ocupam um espaço totalmente privilegiado dentro da família, ou como filho ou até mesmo o irmão mais próximo.
Conforme estudos os benefícios da Pet Terapia são: Diminuição da pressão sanguínea e freqüência cardíaca; Calmante e antidepressivo; Melhora do sistema imunológico; Estímulo da interação social; Melhora da capacidade motora; Diminui quantidade de medicamentos utilizada; Melhora a autoconfiança e autoestima. Visitas semanais aos hospitais com cachorros, coelhos, tartarugas entre outros, são realizadas no intuito de trazer conforto e tirar o foco da doença. A proximidade entre um e outro é outra singularidade a considerar. O cãozinho se deixa tocar e acariciar, e está sempre pronto para mostrar sua satisfação, sua entrega, seu afeto. Se as pessoas de uma maneira geral precisam desse contato íntimo, quem dirá um idoso carente e solitário. Dar e receber um afago, um chamego, um cafuné produz um efeito terapêutico. Além disso, é muito difícil sair para passear com um cachorro, por exemplo, e não ser abordado por alguém querendo brincar ou saber algo sobre ele. O círculo social aumenta, o mundo se amplia. Nas locadoras segundo Maurício da Silva da Star Vídeo, os filmes com animais são muito procurados. A sensação do momento é o filme “Sempre ao seu lado” que não para na prateleira, até por ser um fato verídico e “Marley e Eu” também é procurado. “Quando os clientes pedem estes filmes nota-se uma identificação porque a maioria tem animal de estimação”, comenta Maurício. Já para Márcio Dihel Forte ter um cão de estimação não foi só uma troca, foi responsabilidade “Ganhei um linguicinha quando tinha 13 anos de idade a proposta dos meus pais era para que eu tivesse a responsabilidade de cuidá-lo, passou os anos, então a responsabilidade passou a ser companheirismo e ele de irmão mais novo passou a ser meu avô, com suas manias , que eu respeitava. Ele morreu com 15 anos, sinto saudades”, comenta Márcio, A Pet Terapia é aplicada também com outros animais como coelhos e gatos, porquinho da índia, por exemplo, animais de pequeno porte. Os peixes em aquário e pássaros apesar de não poder ter contatos físicos, transferem para quem os cuida a mesma tranquilidade. No entanto cavalos, pôneis e bezerros também são animais muito queridos pelas pessoas.

Fonte: Jornal de Canela

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

EVENTO TRANSFERIDO PARA O DIA 04/12 NO AQUÁRIO PET

ATENÇÃO: Devido aos últimos acontecimentos violentos no Rio de Janeiro, a coordenação do Projeto Pêlo Próximo, decidiu transferir o Lançamento do Calendário para o dia 04/12, no Aquário Pet, visando a segurança e a tranquilidade de todos os convidados.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Jornal Folha de S.Paulo também divulga o Calendário do Pêlo Próximo

O Jornal Folha de S.Paulo, publicou na edição de hoje, uma matéria sobre o Calendário do Projeto Pêlo Próximo. Em destaque, a nossa pet terapeuta Cléo, no bairro da Urca.
Para ler a matéria clique na imagem abaixo:

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cidinha Campos comenta sobre o Pets do Calendário em seu Programa na Band

A apresentadora Cidinha Campos, mostrou em seu Programa Cidinha Livre, na TV Bandeirantes, as fotos do calendário do Projeto Pêlo Próximo. A apresentadora aproveitou o tema e levou seu "filhote" o Bruno, um yorkshire muito fofo no estúdio!!
Para quem não viu, está aí o vídeo do Programa

Pacientes de Campinas têm visita de cães-terapeutas para recuperação

A ONG ATEAC – Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas tem mudado o dia a dia dos pacientes. As inclusões de visitas de cães voluntários levam alegria aos hospitais, creches e escolas, proporcionando resultados satisfatórios no tratamento de doenças em gerais. O projeto tem como objetivo interar “homem-animal” para melhorar a qualidade de vida, aprendizado e autoestima. Os cães–terapeutas, apenas com a presença, conseguem estimular e trazer a alegria para pessoas de todas as idades e níveis sociais. Este projeto conta com a parceria e apoio de um dos maiores grupos de nutrição animal Guabi. Toda a alimentação consumida pelos cães voluntários é doada pela Guabi. Um pouco de história: O projeto surgiu há seis anos e a ONG foi fundada pela bióloga e geneticista Sílvia Jansen. Seu filho Daniel Jansen é portador da síndrome de Asperger – autista de alto funcionamento, que apresenta como características dificuldade de interação com as pessoas e QI elevado. Mediante a estas dificuldades, Silvia começou a buscar alternativas para ajudar seu filho a viver melhor. Um belo dia, seu outro filho Fábio, hematologista, presenteou sua mãe com uma filhote de Labrador de nome Luana. Segundo Silvia, foi um dos melhores presentes que já ganhou. A interação entre seu filho Daniel e a cachorra foi incrível. A ansiedade de Daniel reduziu e ele tem hoje uma vida mais estável e equilibrada. Atualmente, ele defende seu mestrado na área de biologia marinha na Unicamp – Universidade Estadual de Campinas. Após esta positiva experiência, Silvia começou a levar Luana para realizar trabalhos com crianças e adultos, com os mais variados problemas de saúde, comportamento ou outras dificuldades. Aos sete meses, Luana já era considerada uma cachorra terapeuta. Ela sempre interagiu com maior delicadeza as pessoas de diversas raças, níveis sociais e religiões. O amor incondicional, a lealdade e a devoção do cão oferecem uma vida melhor ao ser humano”, ressalta Silvia Jansen. De acordo com Silvia, “o contato com animal estimula a interação social e tem uma ação calmante e antidepressiva e ainda melhora a saúde física, emocional e mental de crianças e adultos. Outros fatores como: a diminuição da pressão sanguínea e cardíaca, melhora do sistema imunológico, capacidade motora, autoestima, nível de oxigenação, entre outros, são motivos que levam aos colaboradores da ONG a participar e dar um pouco de alegria a quem precisa”. O sucesso do projeto é fruto da força de vontade e trabalho voluntário, além da parceira de empresas como o Grupo Guabi, que incentiva a ONG fornecendo de forma gratuita a nutrição alimentar para os cães que participam do programa. “Ser voluntário tem um grande importância na minha vida hoje. Após alguns meses de trabalho, sempre em hospitais, confesso que mudei algumas atitudes e o modo de pensar. A cada dia de voluntariado observo e avalio as reações das pessoas, que encontro nos hospitais e posso afirmar que é uma atividade louvável, devido aos benefícios que os cães terapeutas, nós voluntários e a direção da ATEAC proporcionamos aos pacientes”, conclui Valmir Caldana – voluntário do projeto ATEAC e Diretor Jurídico do Grupo Guabi. Hoje em dia, os animais participam cada vez mais da vida das pessoas. “E esta interação homem/animal (neste caso homem/cão) se torna ainda mais importante quando falamos em uma ação direta na recuperação de pacientes; no desenvolvimento de crianças e adultos com necessidades especiais ou simplesmente na melhoria da qualidade de vida de idosos e crianças. Acreditamos que a responsabilidade social se faz com atitudes, por isso a Guabi apóia e incentiva seus funcionários a participar deste importante projeto que a ATEAC desenvolve”, ressalta Sibele Perondini, gerente de Produtos Pet e Institucional. Sobre a ATEAC – Formada por veterinários, psicólogos, pedagogos, médicos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e adestradores, que prestam serviços voluntários à instituição. Os “grandes terapeutas” – os cães – são cadastrados no programa e passam por avaliação física e psicológica, onde é avaliada também a docilidade que precisa ser extrema. Os cães são na maioria dos voluntários que trabalham com o próprio cão, ou são cães voluntários de pessoas que querem contribuir, mas não podem acompanhar as visitas. O projeto é realizado de segunda a sábado em horários estabelecidos na cidade de Campinas e São Roque nos seguintes locais: · Adacamp – Associação para o desenvolvimento dos autistas de Campinas Horário: Segunda – 15h às 16h30 · Pestalozzi de Campinas Horário: Terça 09h às 10h30 e 15h às 16h30 · Cevi – Centro de Vivência Infantil – Prefeitura de Campinas Horário: Quarta – 15h30 às 17h30 · Centro de Referência de Saúde DST – Aids Horário: Terça e Quarta – 7h30 às 09h · Hospital Dr. Mario Gatti (pediatria) Horário: Quinta – 14h às 15h · Creche Mãe Luiza Horário: Quinta – 09h30 às 11h e 14h às 16h · Hospital Ouro Verde (pediatria, clínica médica I e II, psiquiatria e pronto-socorro infantil) Horário: Sexta – 14h às 16h · Centro Corsini Horário – Sábado (quinzenal) 09h30 às 11h · Casa de Repouso Bem-Estar Horário: Quinta – 16h30 às 17h30 · Apace – Associação de pais e amigos das crianças especiais Horário: Quarta XXXX Com 36 anos no mercado, o Grupo Guabi é hoje um dos maiores produtores de rações e suplementos do país e conta com oito unidades fabris localizadas em Campinas (SP), Bastos (SP), Sales Oliveira (SP), Pará de Minas (MG), Anápolis (GO), Além Paraíba (MG), Goiana (PE) e São Gonçalo do Amarante (CE). Mais informações no site: www.guabi.com.br

Fonte: Jornal Local

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Estamos na final do Prêmio Top Blog 2011

Hoje, a organização do Premio Top Blog divulgou os 3 finalistas de cada categoria na votação Juri Popular. Para nossa alegria, nosso blog foi um dos classificados. No dia 18/12 estaremos em Sampa na Cerimônia de Premiação.
Agradecemos a todos que votaram em nosso blog, essa vitória também é de todos vocês!

Veja os finalistas em nossa categoria:


domingo, 14 de novembro de 2010

Cão vira embaixador de estudo contra a distrofia muscular

Grupo de cachorros é a arma de pesquisadores da USP, liderados por Mayana Zatz, para pacientes com distrofia         
GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO 


Um grupo de cachorros agitados e brincalhões é a arma de pesquisadores da USP para que pacientes com distrofia muscular --uma doença degenerativa severa-- entendam como a ciência está buscando formas de enfrentar o problema.

Anteontem, 35 pacientes foram convidados a visitar o Genocão, canil onde 17 cães da raça golden retriever, a maioria também com distrofia genética, são estudados.

Eles brincaram com pacientes, a maioria cadeirantes, enquanto cientistas explicavam seus trabalhos.

"Esse encontro é importantes pois mostra que algo está sendo feito", diz a geneticista Mayana Zatz.

O termo "distrofia muscular" se refere a um grupo de doenças genéticas que afetam a musculatura.

Fonte: Folha Online

Conheça o Abrigo João Rosa e ajude!

Parte da renda obtida com a venda do calendário, será revertida para o Abrigo. Colabore!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Assista a histórias de bichos que atuam como terapeutas

Animais mostram que podem ser muito mais do que mascotes de humanos
Do R7, com Fala Brasil
Fofinhos, leais, animados, corajosos. Além de tudo isso, os cachorros podem ser úteis para ajudar deficientes visuais a se locomover com segurança pela cidade. São ainda um dos poucos meios de despertar o interesse de portadores de autismo.
Cavalos também são excelentes terapeutas. Promovem a melhora no equilíbrio, na sociabilidade e na coordenação motora de portadores de paralisia cerebral e síndrome de Down, por exemplo. Tanto que há uma técnica de fisioterapia realizada especificamente com a ajuda desses belos animais: a ecoterapia.
Casos de parceria bem-sucedida entre animais e médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas são muitos. Bichinhos são muito úteis para combater casos de depressão, mal de Alzheimer e outros malese que atigem principalmente pessoas idosas.
Assista, no vídeo abaixo, à visita de cães solidários a um hospital e a outras histórias de animais-terapeutas:

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Pêlo Próximo lança Calendário Solidário em prol do Abrigo João Rosa

www.abrigojoaorosa.blogspot.com
O Projeto Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas, lança neste mes de novembro para todo o Brasil, um calendário inédito com fotos dos pets terapeutas em vários pontos turisticos do Rio de Janeiro. Parte da renda arrecadada com a venda dos calendários, será destinada ao Abrigo João Rosa - localizado em Pilares, zona norte do Rio - que cuida atualmente de 200 animais abandonados.

O "Pets do Calendário 2011 - O Rio Pêlo Próximo", que conta com o apoio da Riotur, traz fotos dos pets terapeutas no Aterro do Flamengo, Sambódromo, Arpoador, Urca, Pedra Bonita, Enseada de Botafogo, Lagoa, Quinta da Boa Vista, Arcos da Lapa, Trem do Corcovado, Parque Guinle e Praia de Copacabana.O coquetel de lançamento, acontece no dia 27 de novembro, na Aquário Pet, na Barra da Tijuca, a partir das 16h00.

"A idéia do calendário é mostrar o "Rio do Pêlo Próximo" , onde nossos pets terapeutas são os anfitriões, mostrando algumas das inumeras belezas do Rio de Janeiro. Levamos dois meses fotogrando os animais, mas valeu a pena, o resultado está maravilhoso. - afirma Roberta Araújo, coordenadora geral do Projeto Pêlo Próximo.

O Projeto Pêlo Próximo, contou ainda com a parceria da fotógrafa Luciana Botelho e da empresa GVSolutions de São Paulo, que realizaram as fotos e o designer do calendário sem ônus ao projeto.
Os interessados em adquirir ou distribuir o calendário em outros Estados podem entrar em contato pelo email peloproximo@gmail.com

Assista o vídeo:

Os benefícios potenciais da Terapia Assistida por Animais para crianças com necessidades especiais

Por Dawn OTR Oakley / L e Bardin Gail, OTR / L
Segundo o jornalista Odean Cusack, “Qualquer um que já tenha possuído um animal de estimação vai facilmente identificar os benefícios de se relacionar com um amigo peludo, de penas, ou barbatanas. Os animais são divertidos de se estar ao redor e reconfortantes para se tocar. Suas travessuras inspiram humor e um sentimento de despreocupação, um retorno à infância por causa de seu espírito alegre. Cuidar dos animais de estimação incentiva o nutrir, a responsabilidade e a adesão de uma rotina diária. Animais de estimação permitem aos seus proprietários sair fora de si próprio e colocar de lado receios de um futuro incerto. Animais vivem o agora e interagir com eles nos faz cientes do presente, com todas as suas alegrias e características individuais.”
Maitê, Bichon Havanês, durante trabalho no Inst.  Dante Pazzanese de Cardiologia
Maitê, Bichon Havanês, durante trabalho no Inst. Dante Pazzanese de Cardiologia
Para as crianças com necessidades especiais, a capacidade de interagir com um cão, gato ou outro amigo peludo pode ter um impacto muito positivo sobre a sua qualidade de vida. Interagir com um animal de estimação pode  potencializar a recuperação de uma doença grave. A interação pode mudar comportamentos, criar um senso de responsabilidade e até mesmo melhorar a capacidade de uma criança participar no tratamento terapêutico, levando a realizações em relação às metas e objetivos identificados. As crianças muitas vezes criam confiança e facilmente atingem um nível de intimidade com os animais. Esta ligação especial contribui para a eficácia dos animais de estimação como co-terapeutas.
Os benefícios potenciais da Terapia Assistida por Animais para as crianças com necessidades especiais têm sido abraçados pela equipe de Terapia Ocupacional do Hospital St. Mary’s for Children. O uso de Terapia Assistida por Animais começou como um programa piloto em dezembro de 1998. O programa foi iniciado com uma sessão mensal com um cão e um pequeno grupo de crianças. Ele evoluiu rapidamente durante os últimos dois anos para incluir vários cães visitando Hospital St. Mary’s for Children de três ou quatro vezes por mês. A terapia ainda é realizada em nível de grupo, mas um componente individual foi adicionado, que inclui visitas diretamente aos leitos dos pacientes.
Durante as sessões, cada criança trabalha com sua terapeuta ocupacional, na sua cadeira de rodas ou em um acolchoado, dispostos em um círculo. O terapeuta utiliza uma variedade de técnicas de tratamento para levar a criança a trabalhar visando objetivos específicos, enquanto interage com o cão.
Por exemplo, uma criança se recuperando de uma lesão cerebral traumática demonstra uma dificuldade considerável ao se vestir e arrumar a si mesmo, devido à perda de função em um braço. O terapeuta pode pedir que a criança utilize o braço fraco para acariciar o animal, escová-lo ou até mesmo alimentá-lo. O terapeuta ainda pode adicionar um peso de pulso no braço fraco, a fim de desenvolver força, ou usar uma escova adaptada com uma alça especial para ajudar a criança a segurá-la. A criança se mantém motivada e animada para participar do tratamento, assim contribuindo para atingir os objetivos do tratamento de forma mais rápida e fácil.
O terapeuta ocupacional conduz a sessão de terapia utilizando o cão como um facilitador para o desenvolvimento de habilidades necessárias para a criança conseguir independência e poder brincar e aprender. As crianças reagem com entusiasmo, sempre ansiosas para a próxima visita de seu “terapeuta peludo”. A motivação das crianças para interagir com o cão, permite que o terapeuta ocupacional trabalhe a utilização das competências necessárias para a independência em áreas como como: limpeza, vestir-se; jogo e brincadeiras; habilidades cognitivas e habilidades motoras. Os terapeutas ocupacionais envolvem as crianças em atividades motivacionais que os ajudam a alcançar, na medida do possível, a independência e habilidades de aprendizagem adequados ao seu nível etário individual.
“À medida que aceitamos os animais como curadores em potencial e como grandes contribuintes para a nossa saúde, felicidade, bem-estar e vitalidade, podemos, em sã consciência, continuar indiscriminadamente a explorá-los e depender deles à vontade”, diz o autor Odean Cusack. Dr. Albert Schweitzer, conhecido por seus esforços humanitários e científicos em prol das pessoas em necessidade de cuidados médicos. Ele uma vez disse que precisamos de um novo e mais sábio conceito sobre os animais. Se continuarmos a aceitar o valor e os benefícios potenciais da utilização de animais de estimação na prestação de serviços de terapia ocupacional para crianças com necessidades especiais em ambientes como no Animal Assisted Therapy Programa de St. Mary’s Hospital for Children, podemos finalmente estabelecer a visão Schweitzer.
Para informações adicionais sobre o programa de Terapia Assistida por Animais do St Mary’s Hospital for Children você pode contactar: Gail Bardin ORT/L, Department of Occupational Therapy, St. Mary’s Hospital for Children, 29-01 216th street, Bayside, New York 113600 (718) 281-8801.
Fonte: 
http://www.kidneeds.com/diagnostic_categories/articles/animalassistedtherapy.htm
 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Terapia Assistida por Animais

Os animais domésticos além de serem excelentes companheiros, trazem grandes benefícios para o homem.
Hoje o programa Manhã Viva falou desta linda e beneficente relação do animal com o homem.
Quem, na infância, não quis ter um animalzinho de estimação em casa? É sempre gratificate a companhia de um animal de estimação, as alegrias do contato com os bichos e seus benefícios vão muito além dos aspectos do que chamamos interação homem-animal.
Cães, gatos peixes, passarinhos,cavalos e todos os animais de estimação que criamos, apesar de parecerem simples caprichos dos donos, são extremamente úteis para as pessoas e para a sociedade. Um estudo publicado pelo Britsh Journal da Royal Society of Medicine indica que, ao adquirir um cão ou gato, o dono reclama com menos freqüência de pequenos problemas de saúde e desfruta de melhor qualidade de vida do que pessoas sem animais de estimação. Estes também aumentam a auto-estima da criança, melhoram sua integração na sala de aula incentivam o contato social com outras crianças e aumentam sua vontade de aprender.
O animal é um amigo do homem e muitas vezes um parceiro valioso, pois ele trabalha como co-terapeuta e junto de profissionais ligados a saúde, como fisioterapeutas, psicologos, pedagogos são utilizados para incrementar o tratamento de seus pacientes.
Ter um bicho em casa proporciona um ambiente agradável e pode melhorar a qualidade de vida de ambos.

domingo, 7 de novembro de 2010

Os Benefícios da Terapia assistida com animais

Qualquer pessoa pode fazer uso da terapia animal: os idosos, adultos ou crianças com problemas psiquiátricos, portadores de deficiência física ou mental, com câncer ou soropositivos e pacientes domiciliares ou hospitalizados. Apesar de a teoria sugerir que pacientes imunossuprimidos, susceptíveis a infecções oportunistas com histórico severo de alergias e problemas respiratórios ou internados nas unidades de terapia intensiva não façam uso da terapia, alguns projetos descrevem visitas a esses pacientes, pois pesquisas revelaram que visitantes humanos transmitem mais infecções aos pacientes do que os animais, quando devidamente limpos e imunizados. A restrição real compete ao paciente que possui medo ou aversão a animais (KAWAKAMI; NAKANO, 2007).

Estudos recentes têm mostrado que o uso de animais tais como, cães, gatos, pássaros, cavalos, golfinhos entre outros, representa um contributo importante para o bem-estar social e psicológico das pessoas. Os resultados da TAA e os seus benefícios são transversais a toda a população - além de aceites pela sociedade e comunidade médica e já tem reconhecimento científico, justificando o investimento na investigação. (COUTO,2007)

Segundo Couto (2007) em Portugal, a TAA começa a ser uma aposta forte, aplicada, por exemplo, em crianças com autismo ou a Síndrome de Down, e no acompanhamento a idosos e adultos jovens com problemas diversos, quer funcionais, quer psicológicos, ou que, simplesmente, se sintam sozinhos. Em alguns casos, a TAA pode ser auto-aplicada pelo indivíduo, em sua própria casa, na maioria dos casos o recurso a este tipo de apoio tem de ser contextualizado e inserido num programa especializado.

Seria de fundamental importância, numa fase anterior ao tratamento, recolher, de forma rigorosa e detalhada, informação sobre a historia clínica da pessoa. Isto porque a escolha da terapia a aplicar e o animal a utilizar irá depender directamente da patologia que a pessoa acusar (COUTO, 2007).

As terapias com cães em hospitais, propõem que o tempo máximo para a visita seja de uma hora e meia, para que os animais não fiquem estressados. Embora se tratam de cães saudáveis, deve-se evitar contato com o rosto do paciente. Destacam também que o número de animais participantes deve ser razoável com o tamanho da instituição, e que aqueles que modificam seu temperamento após entrarem na instituição devem abandonar o lugar imediatamente, assim como as fêmeas no cio não podem participar. (KAWAKAMI; NAKANO, 2007).

De Acordo com Kawakami; Nakano, (2007), existem vários benefícios na Terapia Assistida por Animais, entres eles seria:

* · Dar nomes aos filhotes ou chamar os animais pelo nome são excelentes exercícios fonoaudiológicos à pacientes que possuem dificuldade de falar. Aqueles que não falam são estimulados a produzir expressões vocais;
* · Fazer o paciente acariciar, pentear e jogar bola para o cão é um ótimo exercício de coordenação de movimentos, além de ajudar a controlar o estresse, diminuir a pressão arterial e reduzir os riscos de problemas cardíacos, como comprovado pelo estudo onde sugere que a criação dos animais pode causar efeitos relaxantes, evidenciado pela redução da pressão sanguínea e aumento da temperatura corporal;
* · Diminui a percepção da dor e a ansiedade;
* · Constatou-se que os pacientes que cuidavam de animais gastavam 16% a menos de medicamentos e saíam dois dias antes dos hospitais do que os doentes que não mantinham contato com os bichos;
* · O contato com animais aumenta as células de defesa e deixa o organismo mais tolerante a bactérias e ácaros, diminuindo a probabilidade das pessoas desenvolverem alergias e problemas respiratórios ;
* · O estímulo do animal faz com que aumente o nível de endorfina, ajudando a minimizar os efeitos da depressão;
* · Diminui a solidão e a inibição dos pacientes melhorando consideravelmente o comportamento social;
* · Ajuda a descontrair o clima pesado de um ambiente hospitalar;
* · Aumenta o desejo de lutar pela vida;
* · Melhora as relações interpessoais; e finalmente, mas não menos importante;
* · O animal facilita e nutri a comunicação entre o profissional e o paciente.

Os Benefícios da Terapia Assistida por animais em idosos.

Os animais quebram a depressão, tão comum nos idosos, especialmente naqueles que não têm mais vínculos familiares, como é o caso dos que vivem em instituições, e falam sempre do mesmo assunto: a doença, o abandono ou as dificuldades da vida. Torná-lo mais receptivo ao meio em que vive. Fazê-lo sorrir, interagir ou simplismente brincar. Para dar um basta à solidão, eles entram em ação sem pedir nada em troca. ( CÃES, 2006).

De acordo com Cães (2006), todos os pacientes com idade avançada precisam de tratamentos humanizados, e o que vemos no dia-a-dia é uma tendência para a humanização. Neste sentido, temos colaborado para que as equipes médicas, profissionais e pessoal de apoio vejam os pacientes com mais atenção e bondade. Os animais trazem esse aspecto

muito claro, pois quebram o gelo, e proporcionam uma atmosfera mais quente nas relações. Embora ainda falte muito o que saber sobre os mecanismos biológicos que conectam a mente e corpo, já são muitos os estudos que indicam os efeitos fisiológicos positivos gerados nas pessoas que interagem com os animais.

Os resultados alcançados pelo trabalho desenvolvido por dois médicos da África do Sul. O professor Johannes Odendaal e a Dra. Susan Lehmann obtiveram boas respostas sobre esses mecanismos. Tanto nos humanos como em cães há uma mudança hormonal benéfica que ocorre nas endorfinas beta, phenylethylamina, prolactina, dopamina e oxitocina (interação positiva). Além do bem-estar, a liberação dessas substâncias químicas também reduzem o cortisol (hormônio do estresse). Num estudo piloto foram caracterizados os efeitos normalizantes, do animal associado à terapia, exercem sobre os aminoácidos dos neurotransmissores em pessoas deprimidas. A realidade é que a relação terapêutica entre animais e humanos foi cientificamente medida e daqui a alguns anos poderá gerar uma mudança nas bases de algumas áreas da medicina. (CÃES, 2006).

"Um cérebro confuso e ansioso envia mensagens desordenadas, confundindo o sistema imunológico. Um cérebro relaxado e equilibrado permite ao corpo e mente trabalharem em natural harmonia. Esse mecanismo explica porque o sentimento de amor tem um poder de cura". (BECKER, s/d apud CÃES, 2006).

Os Benefícios nas terapias para idosos são de total importância para o estado, físico, mental, social e emocional (CÃES, 2006):

Físicos:

* Os exercícios e estímulos são variados, aumentando a mobilidade;
* A terapia ajuda a regular a pressão arterial, com reações químicas positivas (segundo estudos divulgados por programas americanos, ingleses e canadenses);
* Bem-estar geral;
* Redução do estado de dor;
* Dá um novo ânimo para as funções da fala e físicas.

Mentais:

* Estimula a memória do paciente levando em conta as diversas observações relativas à vida do idoso e dos animais com os quais mantém contato. Exercícios de cognição através de material usual do animal, da alimentação e de higiene.

Sociais:

* Oportunidade de comunicação e sentido de convivência;
* Recreação, diversão e alívio do tédio do cotidiano. Redução da sensação de isolamento;
* Possibilidade de troca de informações e de ser ouvido;
* · Sentimento de segurança, socialização e motivação.

Emocionais:

* Amor incondicional e atenção, espontaneidade das emoções, redução da solidão, diminuição da ansiedade, relaxamento, alegria, reconhecimento de valor, troca de afeto;
* Vínculo e aumento de confiança com o ser humano, com o foco nos participantes da terapia;
* Reações positivas a estímulos (alimentação, necessidades básicas e higiene);
* Os benefícios continuam mesmo depois das visitas, através das lembranças e experiências positivas.

Fonte
http://www.bancodesaude.com.br/user/3391/blog/os-beneficios-terapia-assistida-com-animais

Atividade e Terapia Assistida por Animais – A/TAA

Ana Beatriz Sabino Lopes¹, Gláucia Mayumi Nabissima¹, Isabela Maria Dearo Galheigo¹, Lejania dos Santos Marques¹, Adriana Piccinin² , Nelson Francisco Serrão Junior²
Introdução: A Terapia Assistida por Animais (TAA) é a utilização do contato com animais para fins terapêuticos que é utilizada a mais de 40 anos no Brasil e que hoje abrange um grande espaço em escolas, asilos, bibliotecas, e hospitais. Metodologia: Revisão de literatura através de bases de dados eletrônicas Scielo, Bireme e PubMed, acervo da biblioteca da FSP, análise de artigos científicos e livros. Objetivos: descrever os benefícios do emprego da TAA utilizando revisão de literatura. Desenvolvimento: Gatos, cachorros, cavalos, e outros animais podem ajudar através de confiança e amor, no tratamento ou na fase de reabilitação de um indivíduo, pois eles conseguem equilibrar as emoções e em alguns casos restabelecer as funções do organismo. Um exemplo tradicional da TAA é a Equoterapia, que utiliza cavalos para reabilitar pacientes com esclerose múltipla, paralisia cerebral, Síndrome de Down. Caracteriza-se por utilizar um conjunto de técnicas reeducativas e atividades lúdico-desportivos para promover a superação de danos sensoriais, motores, cognitivos e comportamentais. O método emprega o cavalo, como agente motivador para ganhos físicos e psicológicos. Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo assim para a postura, força muscular, equilíbrio, conscientização do próprio corpo e coordenação motora. Brincando com os animais, cuidando deles, o paciente esquece os incômodos do tratamento.  Considerações finais: os animais ajudam a recuperar a auto-estima e estimular o equilíbrio mental. Devemos, portanto nos aproximar cada vez mais desses seres tão significantes em nossa vida e tratá-los com muito amor para que esse sentimento seja recíproco.

Fonte : Revista Inspirar

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cadela Serena levará alegria à crianças e adultos hospitalizados no Irmã Dulce em Praia Grande na quinta-feira (11)

Cadela Serena levará alegria à crianças e adultos hospitalizados Animal de 7 meses participa de Pet Terapia no Irmã Dulce quinta-feira (11) em Praia GrandeDe acordo com o condutor da Serena, o inspetor da Guarda Civil Municipal Wagner Geraldo da Silva, a Pet Terapia será realizada toda semana.
“A rotina de visitas dos animais será semanal, além de dias festivos. A serena fará a Pet Terapia durante a semana, todas as quintas-feiras. Já a Satiê, da raça golden retriever, estará levando alegria aos internados nos finais de semana”.
O inspetor recentemente participou de curso em Pirassununga, com tema voltado à terapia assistida por animais. A capacitação foi ministrada pela professora da Faculdade de Medicina veterinária e Zootecnia da USP, Maria de Fátima Martins.
“A participação no curso funcionou para aprimorar o trabalho desenvolvido no Irmã Dulce. Através do conhecimento adquirido ampliei a visão sobre os cuidados que se deve ter com os animais que fazem esse tipo de trabalho”.
Segundo Silva, a Pet Terapia vem apresentando resultados positivos e a intenção é de ampliar o trabalho. “Queremos também firmar parceria com as secretarias de Educação e de Promoção Social e Trabalho, levando esses animais para escolas de educação especial e asilos”.
Benefícios - Entre os benefícios da Pet Terapia estão: efeito calmante e antidepressivo, estímulo à integração social e elevação da auto-estima do paciente, já que desvia o foco da tensão emocional, dor e estresse de internação. Estudos também apontam redução da pressão sanguínea e cardíaca, melhoria do sistema imunológico e bem-estar geral.

Fonte: Moginiano

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Vídeo do Dia - Quem não gostaria de ter um cãozinho assim?

Pêlo Próximo está entre os finalistas do Prêmio Top Blog

Projeto concorre na categoria Saúde Corporativa


O Projeto Pêlo Próximo- Solidariedade em 4 Patas,conhecido por realizar um trabalho filantrópico de Atividade Assistida por Animais (AAA) , está entre os 100 melhores blogs do País do Prêmio Top Blog 2010. No ultimo dia 19/10, a organização do Prêmio, divulgou a lista dos 100 blogs classificados em cada categoria para a 2ª fase do Prêmio. O Projeto Pêlo Próximo concorre na categoria saúde corporativa.

O Prêmio Top Blog é um sistema interativo de incentivo cultural, destinado a reconhecer e premiar, mediante votação popular e acadêmica, os blogs nacionais mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo (pessoal, profissional e corporativo) e categorias. O blog mais votado em todas as categorias leva o prêmio especial Top of Blog, uma Scooter Honda Modelo Lead 110.

Para votar no Blog do Pêlo Próximo, basta acessar www.peloproximo.blogspot.com e clicar no selo do Top Blog ou acessar http://www.topblog.com.br/2010/index.php?pg=busca&c_b=1811727 e votar. A votação segue até o dia 10/11.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Cachorros podem ajudar jovens com síndrome de Down a expressar seus sentimentos

O contato com animais pode ser um recurso terapêutico importante: facilitando a espontaneidade, a expressão de sentimentos e o estabelicimento de relações mais livres, baseadas em ações mais do que em intenções.
 
“O tratamento é importante se tiver um objetivo definido. O cão deve ser usado como um recurso na busca de formas de comunicação com o paciente, e não como a terapia em si”  (Sabine Althausen)

Atividades com animais podem ajudar jovens com síndrome de Down na expressão de seus sentimentos, despertando diferentes aspectos da personalidade, como agressividade, afeto e espontaneidade. “Os animais, no entanto, são um recurso, e não a fonte terapêutica em si”, ressalta a psicóloga Sabine Althausen.

Em seu estudo de mestrado apresentado ao Instituto de Psicologia (IP) da USP, Sabine analisou encontros realizados entre quatro adolescentes com síndrome de Down, com idades entre 13 e 17 anos, e cães treinados, em que eram realizadas atividades que incluíam conduzir os animais por um trajeto com obstáculos. “Foi interessante ver um jovem, por vezes considerado incapaz, conduzir um cão rotweiller de 50 quilos”, diz a pesquisadora. Para ela, esses animais permitem que sejam estabelecidos relacionamentos mais livres e sem preconceitos, pois “os cachorros tratam da mesma forma os adolescentes com Down ou os demais adultos”, explica.

De acordo com Sabine, a relação desses jovens com os animais é diferente da estabelecida com outras pessoas, pois depende muito mais dos fatos reais do que das intenções por trás de uma ação. “Isso os deixa mais livres para expressar seus sentimentos e sua espontaneidade”, conta a psicóloga. A partir desse contato, os adolescentes conseguiram se colocar de forma afetiva ou mesmo agressiva, que também é importante e faz parte da diversidade dos sentimentos humanos. Ela conta, como exemplo, o caso de uma adolescente que tinha medo de cachorros. A garota conseguiu demonstrar que não gostava deles, ao expressar de alguma forma sua agressividade e, num segundo momento, chegou a superar esse medo e criar um vínculo com o animal.

Outro fator importante trazido pela relação com cães é a quebra de expectativas, possível a qualquer instante. “Os animais, mesmo treinados, nem sempre fazem o que queremos. Isso pode mostrar aos jovens que eles também não precisam corresponder sempre ao que é esperado deles”, compara a psicóloga. A atividade analisada também ajudou a desenvolver nos adolescentes o sentimento de independência.

Recurso terapêutico
Sabine ressalta que o tratamento é importante se tiver um objetivo definido. “O cão deve ser usado como um recurso na busca de formas de comunicação com o paciente, e não como a terapia em si”, lembra. Ela compara o animal com o papel do brinquedo na ludoterapia. Embora a brincadeira seja sempre importante no desenvolvimento infantil, no tratamento terapêutico, ela assume funções, como tratar medos e facilitar a expressão de emoções. Por isso, os possíveis benefícios de ter um animal em casa podem ser diferentes dos alcançados num tratamento com cães, como o estudado. Além de variarem de acordo com a família, “depende de vários fatores, se o cachorro vai gerar conflitos sobre quem cuidará dele, por exemplo”, diz.

Para a pesquisadora, o contato com o animal pode favorecer o estímulo de diversas áreas, dependendo do resultado que se queira alcançar. Podem ser trabalhadas as formações de conceitos – como os de esquerda e direita, motricidade, espaço, até mesmo o cálculo da força (na escovação do cão, por exemplo)-, além de ser ponto de partida para a discussão de vários temas. A fisioterapia e a fonoaudiologia, por exemplo, também podem usar os animais como estímulo para os jovens realizarem as tarefas necessárias.

Os encontros realizados entre os jovens e os animais foram fruto de uma parceria entre uma escola especial e um canil de uma cidade do interior de São Paulo. A pesquisadora filmou os 12 encontros semanais, com uma hora de duração. Os animais eram treinados para não ter reações agressivas ou hostis e os adestradores e o terapeuta, além de um veterinário estavam presentes em todos os encontros. A psicóloga destaca a importância da interdisciplinaridade nesse tipo de atividade.

Fonte: USP

Quiosque em Camboinhas, na RO, incentiva a educação com leitura

Até um cão ‘participa’ do encontro, despertando ainda mais o interesse dos pequenos. Iniciativa inovadora acontece uma vez por semana no bairro da Região Oceânica

Sofia é uma labrador de quatro anos. Ela ajuda na educação de crianças, principalmente aquelas que têm déficit de atenção devido à hiperatividade. No quiosque Ki Gelado, em Camboinhas, toda quinta-feira, às 18 horas, ela receberá crianças de 7 a 11 anos, que lerão livros para ela. O objetivo é que com a interação com o animal, os pequenos criem consciência do que é o “certo”, além de adquirirem o hábito da leitura.

A iniciativa é da dona de Sofia, Samantha Torres Ueda, dona do quiosque e doutoranda em Ciências da Educação pela Universidade de Huelva, na cidade do mesmo nome, na Espanha. Segundo ela, junto com a atividade, no local haverá show com bandas de rock de Niterói.

“Sofia foi treinada para lidar com crianças e idosos por Ana Paula Freitas, especialista em comportamento de labradores. Quero formar uma turma de até 15 alunos, de ambos os sexos e incluir até crianças portadoras da Síndrome de Down, para que o restante da turma aprenda a conviver com as diferenças”, explicou Samantha.

“Fiz isso em 2005, quando estudava Ciências Desportivas na Universidade de Coimbra, em Portugal, com 90 crianças durante seis meses. Os resultados foram maravilhosos e me estimularam a implantar o projeto no Brasil. Ele se chama Projeto Solares, de desenvolvimento de consciências”, contou Samantha, que retornou ao Brasil há cinco anos.

Sofia é muito dócil. Encanta quem a vê. Conseguiu a proeza de conquistar a confiança de Mariana Gomes, de 5 anos, que sempre teve verdadeiro pavor de cães. Até que ontem, ao ter contato com a cadela, foi se aproximando aos poucos e logo fez carinho em Sofia. 
Quem quiser inscrever seus filhos no projeto, basta procurar o quiosque Ki Gelado, conhecido também como 4ª Via, diariamente, das 8 às 18 horas e falar com Samantha ou Emerson. A participação é gratuita.

Fonte: O Fluminense

domingo, 31 de outubro de 2010

Pet Terapia alegra pacientes do Mário Covas

ROSÂNGELA DIAS
DE SANTO ANDRÉ PARA O DIÁRIO REGIONAL

O Centro de Reabilitação do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, realiza hoje festa em comemoração ao Dia das Crianças dedicada aos pacientes que estão em processo de reabilitação. A confraternização, que ocorre desde 2005, contará neste ano com a participação de nove cães-terapeutas do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (Inataa).

A organização não-governamental possui 61 animais que prestam serviços mensalmente para crianças, adolescentes, adultos e idosos de quatro instituições asilares, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e do Núcleo Integrado de Reabilitação do Hospital Santa Marcelina.

Para Isabelle Martins Squarcino, vice-coordenadora do curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina do ABC e uma das coordenadoras do Centro de Reabilitação do Hospital Mário Covas, a iniciativa é importante para o processo de recuperação dos pequenos, já que alguns possuem problemas de movimentação ou estão em processo de recuperação cirúrgica. “As crianças geralmente gostam de cachorro e isso faz com que interajam mais”, argumentou.

Além da participação dos cães, também está prevista a entrega de presentes. Um deles foi confeccionado por um grupo de pacientes com doença de Parkinson e que fazem os presentes a partir de sucatas e brinquedos usados. A iniciativa faz parte do Programa de Humanização do Ambiente Terapêutico e também conta com a participação de alunos de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da Fundação do ABC.

“Acreditamos que a humanização precisa ser inserida desde a graduação”, explicou Isabelle.

sábado, 30 de outubro de 2010

Cães ajudam crianças da região a superar limites

Pela festinha de Dias das Crianças, os pequenos pacientes do Centro de Reabilitação do Hospital Estadual Mário Covas já esperavam. O que eles não sabiam é que a principal atração do evento seriam terapeutas até então desconhecidos: nove integrantes do Inataa (Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais), ou seja, cachorros dos mais variados tamanhos e raças.
Trata-se de mais uma das ações do Programa de Humanização do Ambiente Terapêutico, que também promove confraternizações de Carnaval, Páscoa e Natal.
No Centro de Reabilitação, 72 crianças realizam tratamento fisioterapêutico. São pacientes com problemas ortopédicos, neurológicos e respiratórios - congênitos ou adquiridos.
A ideia foi enriquecer o trabalho de reabilitação humanizado. "Assim trabalhamos a sociabilidade e a afetividade dos pacientes. Muitas vezes, crianças como essas, com restrições motoras, são tolhidas do convívio com animais", explicou a coordenadora do Centro de Reabilitação, Isabelle Squarcino. "Essa interação ajuda a educar os movimentos e diminui as perdas funcionais, como comer e andar."

EMOCIONAL
A especialista também citou o ganho emocional que os pacientes teriam com a ação. "Isso influi na imagem do local terapêutico. É importante para que eles gostem de vir aqui."
Uma das grandes estrelas do evento foi Namour, um doce golden retriever de 3 anos. Mariana da Silva, 6, penteou os pêlos dele até cansar. "Será que agora posso pentear outro?". Esboçou começar uma brincadeira com Paraná, outro cachorro próximo. Logo voltou a Namour. "Eu adorei esse cachorro." Mariana vai ao centro de reabilitação duas vezes por semana, desde que nasceu. Ela tem hidrocefalia, doença que causa atraso nas funções motoras.
Tarsila Padilha de Andrade, 5, sofre de doença rara chamada polirradiculoneurite, uma inflamação nos nervos. Na segunda-feira, a menina recebeu alta da equipe médica. "Quando ela chegou aqui, não andava", contou a mãe de Tarsila, Adriana Padilha, enquanto a menina passeava com uma borboleta desenhada na sua grande bochecha. "O pessoal daqui é muito atencioso, carinhoso, não tenho nem o que dizer."

Treinamentos garantem bom comportamento
Os cães terapeutas recebem preparação para ajudar na reabilitação das crianças. Primeiro passam por avaliação com a psicóloga comportamental e adestradora que, posteriormente monta treinamento a ser realizado pelo dono do animal. Os cães também tomam quatro tipos de vacina anualmente - duas a mais que os cachorros que não exercem atividade terapêutica.
"São cães mais afetivos, mais preparados para lidar com pacientes de diversas patologias", explicou a presidente da Inataa e dona do golden retriever Namour, Silvana Prado. "As crianças podem tocar em qualquer parte do corpinho deles, que eles não vão esboçar nenhuma reação agressiva", disse ela, arrastando Namour pelo rabo. Ele continuava inerte. "Não estou machucando, ele até gosta." (Camila Brunelli)

Fonte: Diário do Grande ABC