sexta-feira, 15 de abril de 2011

Os Benefícios da Terapia Assistida por Animais em idosos.

Babi nossa pet terapeuta realizando o exercício com bolinha
Os animais quebram a depressão, tão comum nos idosos, especialmente naqueles que não têm mais vínculos familiares, como é o caso dos que vivem em instituições, e falam sempre do mesmo assunto: a doença, o abandono ou as dificuldades da vida. Torná-lo mais receptivo ao meio em que vive. Fazê-lo sorrir, interagir ou simplismente brincar. Para dar um basta à solidão, eles entram em ação sem pedir nada em troca. ( CÃES, 2006).
De acordo com Cães (2006), todos os pacientes com idade avançada precisam de tratamentos humanizados, e o que vemos no dia-a-dia é uma tendência para a humanização. Neste sentido, temos colaborado para que as equipes médicas, profissionais e pessoal de apoio vejam os pacientes com mais atenção e bondade. Os animais trazem esse aspecto
muito claro, pois quebram o gelo, e proporcionam uma atmosfera mais quente nas relações. Embora ainda falte muito o que saber sobre os mecanismos biológicos que conectam a mente e corpo, já são muitos os estudos que indicam os efeitos fisiológicos positivos gerados nas pessoas que interagem com os animais.
Os resultados alcançados pelo trabalho desenvolvido por dois médicos da África do Sul. O professor Johannes Odendaal e a Dra. Susan Lehmann obtiveram boas respostas sobre esses mecanismos. Tanto nos humanos como em cães há uma mudança hormonal benéfica que ocorre nas endorfinas beta, phenylethylamina, prolactina, dopamina e oxitocina (interação positiva). Além do bem-estar, a liberação dessas substâncias químicas também reduzem o cortisol (hormônio do estresse). Num estudo piloto foram caracterizados os efeitos normalizantes, do animal associado à terapia, exercem sobre os aminoácidos dos neurotransmissores em pessoas deprimidas. A realidade é que a relação terapêutica entre animais e humanos foi cientificamente medida e daqui a alguns anos poderá gerar uma mudança nas bases de algumas áreas da medicina. (CÃES, 2006).
 "Um cérebro confuso e ansioso envia mensagens desordenadas, confundindo o sistema imunológico. Um cérebro relaxado e equilibrado permite ao corpo e mente trabalharem em natural harmonia. Esse mecanismo explica porque o sentimento de amor tem um poder de cura". (BECKER, s/d apud CÃES, 2006).
            Os Benefícios nas terapias para idosos são de total importância para o estado, físico, mental, social e emocional (CÃES, 2006):
 Físicos:
  • Os exercícios e estímulos são variados, aumentando a mobilidade;
  • A terapia ajuda a regular a pressão arterial, com reações químicas positivas (segundo estudos divulgados por programas americanos, ingleses e canadenses);
  • Bem-estar geral;
  • Redução do estado de dor;
  •  Dá um novo ânimo para as funções da fala e físicas.
Mentais:
  • Estimula a memória do paciente levando em conta as diversas observações relativas à vida do idoso e dos animais com os quais mantém contato. Exercícios de cognição através de material usual do animal, da alimentação e de higiene.

Sociais:
  •  Oportunidade de comunicação e sentido de convivência;
  •  Recreação, diversão e alívio do tédio do cotidiano. Redução da sensação de isolamento;
  •  Possibilidade de troca de informações e de ser ouvido;
  • ·          Sentimento de segurança, socialização e motivação.

    Emocionais:
  •  Amor incondicional e atenção, espontaneidade das emoções, redução da solidão, diminuição da ansiedade, relaxamento, alegria, reconhecimento de valor, troca de afeto;
  •  Vínculo e aumento de confiança com o ser humano, com o foco nos participantes da terapia;
  •  Reações positivas a estímulos (alimentação, necessidades básicas e higiene);
  •  Os benefícios continuam mesmo depois das visitas, através das lembranças e experiências positivas.
Fonte: Artigonal

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cães podem “ler emoções” humanas

Cães domésticos podem ter a capacidade de avaliar as emoções humanas ao olhar para o rosto de uma pessoa da mesma forma que nós fazemos, de acordo com uma reportagem da revista New Scientist.
A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Lincoln, na Inglaterra, e publicado na revista acadêmica Animal Cognition.
Segundo a reportagem da New Scientist, quando olhamos para um rosto que vemos pela primeira vez, temos a tendência de olhar primeiro à esquerda, para o lado direito da face da pessoa.
Isso só acontece quando olhamos para o rosto humano, e não para outros objetos. A revista diz que não há ainda uma explicação definitiva para isso, mas uma teoria é que o lado direito do rosto expressa melhor as emoções humanas.
Agora, o estudo dos pesquisadores britânicos afirma que os cães também têm o mesmo comportamento.
Rosto invertido
A equipe mostrou a 17 cães imagens de faces humanas, de cães e de macacos e também objetos inanimados.
Ao filmar os movimentos dos olhos e da cabeça dos animais, a equipe descobriu que, quando olhavam para o rosto humano, os cães também direcionavam o olhar à esquerda, para o lado direito da face.
O mesmo comportamento não foi verificado quando os cães olhavam para as outras imagens.
Segundo a reportagem, os pesquisadores sugerem que, depois de milhares de gerações de associação com os homens, os cães podem ter desenvolvido o comportamento como uma forma de identificar as emoções humanas.
No entanto, quando os cães olharam para um rosto invertido, com a testa para baixo, os animais ainda assim olhavam à esquerda. Já os seres humanos abandonam o comportamento quando estão diante da imagem de um rosto invertido.
Segundo a reportagem da New Scientist, os pesquisadores afirmam que isso não descarta a teoria de que os cães estão lendo as emoções humanas.
Mistério
Ainda segundo a reportagem da New Scientist, trabalhos complementares realizados pelos pesquisadores britânicos concluíram que a tendência de olhar à esquerda entre os cães é muito mais forte quando se deparam com um rosto aparentemente bravo do que com um neutro ou feliz.
Mas nem todos os pesquisadores estão convencidos de que o novo estudo oferece provas suficientes de que os cachorros podem, de fato, “ler” as emoções humanas.
O especialista Adam Miklosi, da Universidade Eotvos Loránd, em Budapeste, na Hungria, diz que o trabalho é interessante, mas que ainda é um mistério como os cães “entendem” o rosto humano.
“Os cães podem ser capazes de reconhecer o rosto do dono, mas não há evidência de que podem reconhecer a emoção facial humana”, disse Miklosi à New Scientist.

Fonte: BBC

Cães ajudam no desenvolvimento de crianças autistas, diz estudo

Estudo revela que o animal treinado pode ajudar crianças que possuem transtornos de desenvolvimento


O cão não é apenas o melhor amigo do homem. Estudo revela que o animal treinado pode ajudar crianças que possuem transtornos de desenvolvimento.
Pesquisadores da Univesidade de Montreal, no Canadá, descobriram que eles podem reduzir significativamente os níveis de ansiedade em crianças autistas.
“Nossos resultados mostraram que os cães tinham um claro impacto sobre os níveis do hormônio do estresse das crianças”, disse Sonia Lupien, a autora do estudo Sonia Lupien.
Para detectar os níveis de estresse, Sonia e sua equipe mediram a quantidade de cortisol presente na saliva de 42 crianças autistas. O cortisol é um hormônio produzido pelo corpo em resposta ao estresse e é detectado na saliva.
“Nós observamos o nível de estresse das crianças em três condições: antes e durante o convivívio com o cão e depois quando ele foi embora”, afirmou. Durante todo o experimento, os pais preencheram um questionário indicando o comportamentos dos filhos durante as três etapas. Em média, os pais apontaram 33 comportamentos problemáticos antes de receber o cão e 25 com a presença do animal.
De acordo com a publicação Daily Mail, o estudo publicado na revista Psychoneuroendocrinology também descobriu que os cães podem ajudar nas suas habilidades sociais. A crianças autistas encontram dificulades para entender emoções e sentimentos das outras pessoas.
Os pesquisadores entendem que seria uma solução relativamente simples para ajudar as crianças e suas famílias a lidarem com essas dificuldades.

Fonte: Portal Terra

Vídeo do Dia - Terapia Assistida por Animais com crianças Autistas

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cães sentem pena das pessoas, diz pesquisa

Segundo estudo, os animais têm empatia pelas emoções humanas

por Redação Galileu

Pesquisadoras do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazr, em Portugal, constaram que os cachorros parecem sentir empatia pelas emoções humanas, tanto que os animais usados em terapias podem até adquirir as emoções de seus donos.
De acordo com o estudo, os animais não copiam simplesmente as emoções que estão ao seu redor. Cães podem ficar chateados como uma criança quando criados em um ambiente familiar com brigas. E podem pedir por ajuda no caso de emergências, o que sugere certo grau de percepção e empatia.
Mas não é fácil enganar um cachorro. Em um experimento em que os donos dos animais fingiram um acidente ou um ataque cardíaco, os cães ficaram confusos e não prestaram socorro. Para as pesquisadoras, isso acontece porque o cão tem que sentir outros sinais, como cheiro e sons. Outro estudo mostrou que cachorros usados em terapias são afetados emocional e fisicamente por seu “trabalho”, se beneficiando de massagens e outras práticas calmantes.
De acordo com as cientistas, os cães são afetados pelas emoções humanas por que são descendentes dos lobo, caninos sociais, cooperativos e que sentem empatia por outros lobos. A evolução e a domesticação teriam feito com que os cachorros conseguissem sincronizar suas emoções às humanas. Outro motivo seria a seleção artificial, que buscou animais cada vez mais inteligentes – e provavelmente capazes de “entender” melhor as pessoas.
Segundo o Discovery News, mais pesquisas devem ser realizadas para entender a origem do comportamento canino, as diferenças entre raças e a possibilidade de treinamento para essas habilidades emocionais.

Fonte: Revista Galileu

PET: adoção pode despertar a responsabilidade

CONVÍVIO COM BICHOS DOMÉSTICOS FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO, DIMINUI OS NÍVEIS DE ESTRESSE E INCIDÊNCIA DE DOENÇAS

Desde que nasceram, as irmãs Pietra, 5 anos, e Anita, 4 anos, convivem com bichos de estimação. “Os animais conseguem despertar sentimentos de companheirismo e afetividade”, diz veterinária

Ana Ligia Noale

Desde dezembro, a família Baptista tem um novo membro. Trata-se da Julie, uma vira-lata adotada em uma clínica veterinária. O casal Fernanda e Luís Henrique resolveram ceder às investidas da filha Camila, de 9 anos, e aprovaram a ideia. “Com a iniciativa, tivemos a oportunidade de incluir na educação da nossa filha a questão da adoção. Além disso, a presença de um animal em casa favoreceu a noção de responsabilidade”, afirma Fernanda.

A pequena Camila conta que divide com os pais todas as atividades que envolvem os cuidados com a cachorrinha. “Eu brinco, agrado, dou comida e ajudo a limpar a sujeira. Também gosto muito de passear e correr dentro de casa com a Julie. Nós adotamos e ela nos retribui com muito carinho”, acrescenta.

Na casa da veterinária Andréa Mutti, os animais de estimação chegaram antes das filhas Pietra, 5 anos, e Anita, 4 anos. “Sou bastante suspeita, porque na minha opinião toda família deveria ter um animalzinho. Acho superimportante ensinar a criança a valorizar e respeitar todos os seres da natureza, e os animais de estimação conseguem despertar sentimentos de companheirismo e afetividade”, destaca a veterinária.

Para Andréa, através dos cuidados com os animais, a criança aprende a ser responsável por um indivíduo que não poderia se cuidar sozinho. “Deve-se adequar as tarefas à idade da criança, ela pode ajudar a dar ração e água, levar pra passear, jogar as fezes no lixo, dar um medicamento...Também precisamos lembrar que, na maioria das vezes, o animal de estimação proporciona o primeiro contato da criança com a morte e o luto. Esse pode ser um grande aprendizado. Ainda não podemos nos esquecer de que as crianças pequenas podem não compreender os limites de alguns animais. Por isso, deve haver sempre um adulto por perto vigiando o contato.”

Um estudo realizado pelo Departamento de Psicologia Experimental da USP mostra que o convívio com um pet fortalece o sistema imunológico de crianças e adultos, diminui os níveis de estresse e incidência de doenças comuns, como resfriados, por exemplo. “Inclusive, hoje em dia, existe a ‘pet terapia’, que consiste na presença assistida de animais dentro de hospitais e casas de repouso, visando melhorar o bem-estar dos doentes”, diz Andréa.

E as vantagens de se adotar um animalzinho não param por aí. “Eu tenho um cliente que arrumou o primeiro cachorro porque precisava caminhar, deu tão certo que, depois, adotou outro. Ele sai pra caminhar com ambos e estão todos saudáveis. Se tiver alguém que depende totalmente de você, esse é um ótimo motivo pra se manter bem”, acredita a veterinária.

Também é comprovado que os idosos sentem-se mais úteis e responsáveis ao cuidarem de um animal de estimação, mas a adoção precisa ser bem avaliada. “A responsabilidade por um animalzinho é sempre bem-vinda, um estímulo para manter-se saudável, mas pode ser fonte de preocupação. O idoso deve ter condições físicas e financeiras adequadas. E um substituto para o caso de doença ou viagem”, finaliza ela.

Fonte: JC Rio Claro

terça-feira, 12 de abril de 2011

Animais diminuem pressão alta em humanos

Pesquisa revela que donos de cães e gatos que sofrem de problemas cardíacos têm sintomas amenizados


Só quem tem um bichinho entende o prazer que eles trazem. Uma de suas principais vantagens é o fato de sempre estarem dispostos e felizes com a presença dos donos. Há ainda aqueles pets que se dedicam integralmente às funções mais elaboradas, como guia para cegos, policiais, bombeiros e até terapeutas.
E para confirmar cientificamente que ter um bichinho só traz benefícios, uma pesquisa norte-americana revelou mais um ponto positivo para quem pensa em ter um cachorro ou gato. Foi descoberto que os pets auxiliam a manter a pressão arterial mais baixa em pessoas hipertensas.
Segundo um estudo realizado pela Universidade do Estado de Nova York, pacientes hipertensos com animais, quando em situações de estresse, apresentam pressão arterial mais baixa que aqueles que não têm pets. A pesquisa foi liderada pela psicóloga Karen Allen, Ph.D no assunto.
Karen e seu grupo de colegas conduziram o estudo após analisar 48 homens e mulheres. Em comum, eles tomam remédio para controlar a pressão, ganham mais de 200 mil dólares por ano, vivem sozinhos e possuem uma profissão estressante.
No começo da pesquisa os estudiosos mediram a pressão dos participantes em situação de estresse elevado. Todos obtiveram um nível semelhante de hipertensão. Em seguida, eles receberam medicação para diminuir o quadro, e além disso, metade dos pacientes foi escolhida para também adotar um cão ou gato durante um período.
Passados seis meses, uma nova medição foi feita. Embora todos os pacientes ainda apresentassem um nível elevado de sua pressão arterial, o grupo com animais obteve a metade do aumento que o grupo sem pets obteve. A conclusão incentivou todos os que não tinham um cão ou gato a imediatamente adotarem um bichinho.
“O estudo mostra que se você tem pressão alta, um pet é muito benéfico, principalmente para os que vivem sobre estresse”, comentou Karen. A estudiosa revelou também que não descobriu ainda o motivo dessa melhora, mas já tem algumas teorias. “Suspeitamos que ter alguém do seu lado, que possa te dar apoio incondicional e sem criticá-lo, psicologicamente, é benéfico para o paciente. Esse é o caso de quem tem um cachorro ou gato”.

Fonte: PetMag

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Animais resgatados em Nova Friburgo estarão disponíveis para adoção

Campanha do Projeto Amicão & Amicat acontece em frente ao Instituto de Ensino Nova Friburgo

No próximo sábado (16), acontece a primeira campanha de adoção de animais de Nova Friburgo, organizada pelo Projeto Amicão & Amicat, em frente ao IENF,  na Praça Demerval Barbosa Moreira, das 9h às 16hs. A campanha tem por objetivo incentivar a adoção de cães e gatos que foram resgatados durante a enchente que perderam seus donos e conscientizar a população contra o abandono desses animais. Poderão ser adotados cães e gatos, com toda a orientação e acompanhamento das voluntárias do projeto.

A campanha, além de colocar os animais para adoção, estará recebendo doações de medicamentos, produtos de limpeza, ração e areia para gatos. Para adotar um animalzinho, os interessados deverão levar um comprovante de residência e um documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade.

O Projeto Pêlo Próximo, estará arrecadando doações para o Amicão & Amicat durante toda a semana. Os interessados em colaborar com a campanha, devem enviar emial para peloproximo@gmail.com. No sábado, os voluntários estarão em Nova Friburgo para entregar as doações arrecadadas aqui no Rio de Janeiro.

Para maiores informações entre em contato através dos tels (22) 9289-5352 / (22) 9212-6756 ou visite o site http://amicaoamicat.com.br/

Saiba mais sobre o projeto

Muita água desceu sobre Nova Friburgo em janeiro de 2011, uma das maiores catástrofes naturais da história. E no meio de muitos esforços para salvar vidas, tirar pessoas dos escombros e limpar a lama que devastou a cidade, voluntários ofereceram ajuda digna para aqueles a quem ninguem olhava - os animais.
O projeto nasceu com intenções clara de resgate, acolhida, cuidados especiais, castração e doação de animais. Empenhando-se em abrigar poucos, socorrer vários e castrar muitos, pois a castração é a única solução ao problema estrutural da procriação de animais abandonados. O grupo é formado por profissionais liberais, gente comum que respeita e ama os animais.
E é essa a idéia do projeto Amicão & Amicat: fazer parte dessa nova geração de protetores. Fazer a diferença, dividir as responsabilidades e tentar minimizar os muitos problemas que surgem aos animais e que muitas vezes são frutos da desinformação de seus donos, não só da negligência ou da maldade.

Veja alguns dos animais que estarão disponíveis para adoção:
Ariel        
Branca  
Princesa

domingo, 10 de abril de 2011

Jornal Rio Carioca divulga o nosso trabalho

‘Cães terapeutas’ ajudam a tratar depressão e Alzheimer

‘Pet terapia’ conquista espaço em casas de reabilitação no Rio.

Idosos com Alzheimer, portadores de necessidades especiais, além de crianças e adultos com depressão podem obter avanços no quadro clínico graças ao contato com cães. A afirmação é da ONG Pêlo Próximo – Solidariedade em 4 patas”, que utiliza a chamada “pet terapia” (terapia realizada com a presença de animais) para ajudar no combate a doenças e ainda estimular o respeito ao animal, esse lindo trabalho realizado pelo grupo é totalmente filantrópico.
São 35 “cães terapeutas”, de diferentes raças,duas calopsitas e 35 voluntários no projeto, entre veterinários, adestradores, fonoaudiólogos, psicólogos, fisioterapeutas, acupunturistas e terapeutas ocupacionais.
De acordo com a coordenadora do grupo, Roberta Araújo, os animais realizam atividades para trabalhar o raciocínio, como a escovação, exercícios com arco, boliche e futebol, além da apresentação de show dog.
“A vantagem do cão é que o amor dele é incondicional. Para ele não tem preconceito. Em visitas a idosos, você vê um idoso que não levanta a mão pra pegar um copo de água, mas ele abaixa o tronco pra fazer carinho no cachorro, ele penteia o cachorro, que é um exercício de extensão dos membros. Se o paciente é “cadeirante”, é um tipo de exercício, se é idoso, é outro”, explica Roberta.
Para as crianças, há ainda o “pet health”, quando os cães viram os pacientes e os pequenos, os médicos. “Eles escutam o coraçãozinho do cachorro, examinam os olhos, dão injeção com seringa sem agulha, enfaixam a patinha”, exemplifica.
O Projeto conta com o apoio da Associação Brasileira de Alzheimer do Rio de Janeiro.
 
EQUIPE DO PROJETO:
Roberta Araújo
Coordenadora Geral do Projeto
Dra. Luciana Pelagaggi
Terapeuta Ocupacional
Dra. Magali Verônica
Fisioterapeuta e Acupunturista
Dra. Andréa Lambert
Veterinária
Elaine Natal
Comportamentalista e Adestradora

 Para ler a matéria original clique na imagem abaixo:

25 alimentos humanos tóxicos aos cães



Quem pode resistir aqueles grandes olhos castanhos com cara de “pidão”? Pode uma pequena recompensa da mesa realmente fazer mal ao seu cão? Bem, isso depende do que é, e o que está nela. Um doritos com guacamole (patê de abacate) pode causar ao seu cão problemas sérios. Na verdade, há um monte de comida de gente que seu cão nunca deve comer. E não é só por causa do peso. Alguns alimentos são realmente perigoso para cães - e alguns destes alimentos comuns podem surpreendê-lo.



Abacate

 

Não importa quão bom você acha que é abacate, você não deve dar a seu cão. Os abacates contêm uma substância chamada Persin. É inofensivo para os seres humanos que não são alérgicos. Mas é altamente tóxico na maioria dos animais, incluindo cães. Apenas uma pequena quantidade pode fazer seu cão vomitar e a ter diarréia. E, se acontecer de você ter pé de abacate plantado em casa, mantenha seu cão afastado da plantação. Persin está nas folhas, sementes, e cascas, assim como nos frutos.



Álcool

 



Cerveja, vinho, licor, alimentos que contenham álcool - nada disso é bom para seu cão. Isso porque o álcool tem o mesmo efeito sobre o fígado de um cachorro e cérebro que ele tem sobre os seres humanos. Mas é preciso muito menos para fazer o seu dano. Apenas um pouco pode causar vômitos, diarréia, depressão do sistema nervoso central, problemas de coordenação, dificuldade respiratória, coma e até morte. E, quanto menor o cão, maior o efeito.



Cebolas

 

Cebola em todas as formas - pó, cru, cozido ou desidratado - pode destruir células vermelhas do sangue de um cão, levando à anemia. Isso pode acontecer mesmo com a cebola em pó encontrado em alguns alimentos para bebês. Uma pequena dose ocasional é provavelmente não terá problemas. Mas só comer uma grande quantidade, uma vez ou comer pequenas quantidades regularmente pode causar intoxicação por cebola. Os sintomas incluem vômitos, diarréia, pouco interesse na alimentação, apatia e falta de ar.


Café, chá, cafeína e outros

 




A cafeína em quantidades suficientes pode ser fatal para um cachorro. E, não há antídoto. Os sintomas de intoxicação da cafeína incluem agitação, respiração acelerada, palpitações, tremores musculares, convulsões e sangramento. Além de chá e café - feijão e fundamentos - a cafeína pode ser encontrado no cacau, chocolate, refrigerantes e bebidas estimulantes, como a Red Bull. É também em alguns medicamentos para resfriado e analgésicos.



Uvas e passas

 

Uvas e passas têm sido frequentemente utilizados como comida para cães. Mas não é uma boa idéia. Ainda não está claro porque, uvas e passas podem causar falência renal em cães. E, apenas uma pequena quantidade pode fazer um cão adoecer. Vômitos seguidos e hiperatividade são os primeiros sintomas. Dentro de um dia, o cão vai tornar-se letárgico e deprimido. A melhor prevenção é manter as uvas e passas longe do seu cão.


O leite e outros produtos lácteos

 



Em um dia quente, pode ser tentador para partilhar a sua casquinha de sorvete com seu cão. Mas se seu cão pudesse, o obrigaria a não fazê-lo. Leite e produtos derivados do leite pode causar diarréia e outros problemas digestivos, bem como causar alergias alimentares (que muitas vezes se manifestar como coceira).




Porcas de macadâmia

 

Os cães não devem comer frutas ou alimentos que contenham castanhas nozes, porque pode ser fatal. Sómente 6 nozes de macadâmia torrada ou crua pode fazer um cão adoecer. Os sintomas de envenenamento incluem tremores musculares, fraqueza ou paralisia dos membros posteriores, vômitos, temperatura corporal elevada e freqüência cardíaca rápida. Comer chocolate com nozes irá piorar os sintomas, levando à insuficiência renal e possível morte.


Doces e Gomas



Goma de doces, pasta de dentes, produtos de panificação, e alguns alimentos diet são adoçados com xilitol. O Xylitol pode causar um aumento na insulina que circula através do corpo do seu cão. Isso pode diminuir o açúcar do sangue do seu cão e levar à insuficiência hepática. Os sintomas iniciais são vômitos, letargia e perda de coordenação. Eventualmente, o cão pode ter convulsões e insuficiência hepática pode ocorrer dentro de poucos dias.



Chocolate

 

A maioria das pessoas sabem que o chocolate faz mal para os cães. O agente tóxico no chocolate é a teobromina. É em todos os tipos de chocolate, mesmo o chocolate branco. O tipo mais perigoso, porém, são de chocolate amargo e chocolate sem açúcar fermentado. Comer chocolate, mesmo que apenas lamber uma tigela, pode fazer um cão vomitar, ter diarréia, e ter sede excessiva. Ela também pode causar alteração do ritmo cardíaco, tremores, convulsões e morte.


Carne gorda e ossos


 


Em cima da mesa freqüentemente contêm carne gorda que uma pessoa não quis comer e ossos. Ambos são perigosos para os cães. Gorduras de carnes cozidas e crus podem causar pancreatite em cães. E, embora pareça natural para dar um cão um osso, um cão pode sufocá-lo. Os ossos também podem lascar e causar uma obstrução ou lacerações do sistema digestivo do seu cão. 




Caquis, pêssegos e ameixas

 

O problema com estas frutas são as sementes ou caroços. As sementes de caqui podem causar a inflamação do intestino delgado em cães. Elas também podem causar obstrução intestinal. A obstrução é também uma possibilidade, se um cão come o caroço de um pêssego ou ameixa. Além disso, o caroço do pêssego e ameixa contém cianeto, que é venenoso para os seres humanos e cães. A diferença é que os humanos sabem que não se pode comer. Os cães não.


Ovos crus


 


Há dois problemas com os ovos crus para dar ao seu cão. O primeiro é a possibilidade de intoxicação alimentar por bactérias como a E. coli ou Salmonella. A segunda é que uma enzima em ovos crus interfere com a absorção de vitamina B em particular. Isso pode causar problemas de pele, bem como problemas com a pelagem do seu cão




Carne e peixe cru

 

A carne crua e peixe cru, como ovos crus, podem conter bactérias que causam intoxicação alimentar. Além disso, certos tipos de peixes como o salmão, truta, sável e esturjão podem conter um parasita que causa a "doença dos peixes." Se não for tratada, a doença pode ser fatal dentro de 2 semanas.Os primeiros sinais da doença são vômito, febre e gânglios linfáticos grande. Cozinha muito bem o peixe vai matar o parasita e proteger o seu cão.

Sal

 




Não é uma boa idéia compartilhar alimentos salgados, como batatas fritas ou biscoitos com seu cão. Comer muito sal também pode provocar sede excessiva, urinar, e levar a intoxicação por íons de sódio. Os sintomas de muito sal também incluem vômitos, diarréia, depressão, tremores, temperatura corporal elevada e convulsões. Ela pode até mesmo causar a morte.




Alimentos e bebidas açucarados

 


Muito açúcar pode fazer a mesma coisa para os cães que ele faz aos seres humanos. Ele pode levar à obesidade, problemas dentários, e até mesmo diabetes.



Fermento de Massas


 


Antes ele é cozido, a massa do pão deve subir. E, é exatamente o que ele faria no estômago do seu cão se ele comesse. Como ele incha dentro, a massa pode esticar o abdômen do cão e causar dor severa. Além disso, quando a levedura fermenta a massa para fazê-lo subir, produz álcool, que pode levar a intoxicação por álcool.




Seu Medicamento

 


Reação a uma droga geralmente prescrita para humanos é a causa mais comum de intoxicação em cães. Assim como você faria por seus filhos, mantenha todos os medicamentos fora do alcance seu cão. E, nunca dê o seu cão qualquer medicamento sem receita, a não ser dito para fazê-lo por seu veterinário. Ingredientes como acetaminofeno ou ibuprofeno são comuns em analgésicos e antigripais. E, pode ser fatal para seu cão.


Cozinha / Copa: Não são permitidos cães

 



Muitos outros itens comumente encontrados nas prateleiras de cozinha podem prejudicar o seu cão. Por exemplo, o fermento e o bicarbonato de sódio são altamente tóxicos. Assim são noz-moscada e outras especiarias. Manter alto o suficiente os alimentos para estar fora de alcance do seu cão e mantendo portas da despensa fechadas irão ajudar a proteger seu cão de doenças graves relacionadas com a alimentação.



Se o seu cachorro come o que não deveria

 

Cães exploram com a boca. E, não importa o quão cuidadoso você é, é possível que seu cão possa encontrar e engolir o que não deveria. É uma idéia inteligente é sempre manter o número do seu veterinário local, e emergência clínica mais próxima.

O cão pode comer

 

Você pode garantir o seu cão tenha uma dieta saudável e equilibrada, pedindo o seu veterinário recomendar uma ração de qualidade. Uma alimentação bem projetada dá a seu animal de estimação todos os nutrientes de que necessita para uma vida ativa e saudável. Mas isso não significa que você não pode, por vezes, dar ao seu cão a alimentação humana como um tratamento especial - desde que as porções sejam limitadas, e os alimentos sejam cozidos, puros e não gordurosos ou muito temperados.  Mas se você está olhando para a alimentação humana como um substituto de refeição, converse com seu veterinário sobre quantidades e freqüência.