domingo, 10 de abril de 2011

Humanos e cães: uma velha relação

Você pode não estar ciente disso, mas nesse exato momento várias espécies convivem com você numa relação muito íntima. Estima-se que haja por volta de 100 trilhões de microorganismos em todo o nosso corpo: estômago, pele, intestino, axilas, boca, entre outros. A convivência com outros seres é parte da vida humana, sejam as relações harmônicas ou desarmônicas.
Mais uma ligação entre humanos e outras espécies, que nem sempre é vista pelo ângulo das relações entre diferentes seres vivos, remonta há milhares de anos. Trata-se da relação entre os humanos e todos os animais domesticados, alguns visando à produção de leite e consumo de carne, por exemplo, e outros para a companhia, como os animais de estimação.

Criar animais de estimação é uma atividade muito comum entre nós, e costumamos gastar muita afeição e dinheiro com eles. Existem indícios de que a associação dos humanos com os cães, os mais populares dentre os pets, tenha começado há aproximadamente 12.000 anos. Fornecer tantos recursos a outra espécie não é tão freqüente no reino animal. Sendo assim, por que os humanos fazem isso com seus cachorros? 
A convivência entre nós e outros seres vivos tem sido estudada por biólogos, que as classificam em, basicamente, três tipos: quando há benefícios para ambas as partes, como no mutualismo; quando somente uma das partes é beneficiada e a outra é indiferente, como no comensalismo; e quando é benéfica para uma das partes e maléfica para a outra, como no parasitismo.

Apesar de convivermos com muitos outros seres vivos, como no caso da relação benéfica com as bactérias que habitam nossos intestinos, os cientistas que estudam o comportamento animal e psicólogos evolucionistas se intrigam com a relação entre humanos e animais de estimação. A questão é como, do ponto de vista evolutivo, desenvolvemos uma relação tão similar a que temos com outros humanos – com fortes laços emocionais – com uma outra espécie.A análise das relações entre seres vivos em termos de benefícios e malefícios pode nos dar dicas de como evoluiu essa relação tão peculiar.

Podemos olhar para as vantagens ou desvantagens que os cães nos proporcionam hoje como uma dica do que teria acontecido ao longo do nosso passado conjunto. Para a nossa relação com os animais de estimação ter sido adaptativa no sentido evolutivo, é preciso que ela tenha trazido vantagens adaptativas aos nossos antepassados e os benefícios, superados os custos. Essa é uma parte da resposta à pergunta por que gostamos de nossos cães, pois se refere a um nível de explicações numa escala temporal distante. Vamos agora lançar nosso olhar para mecanismos evolutivos, que levam milhares de anos para se estabelecer.

Para sabermos se nossa relação com o cão se enquadra mais no mutualismo, comensalismo ou parasitismo precisamos examinar as vantagens e desvantagens para cada um dos envolvidos. Não se esqueça de que essas vantagens e desvantagens são analisadas pelos cientistas de agora, e não foram assim vistas e vividas pelos nossos ancestrais e os dos cães. O que eles sentiam trata-se de um nível mais próximo de análise, que será discutido mais adiante.

As vantagens para os animais são óbvias: nós somos fonte de alimentação, abrigo, proteção e cuidado para eles, e ainda favorecemos sua procriação. As lojas de pet shop têm aproveitado a nossa dedicação a eles – compramos diversas rações, bolachas, brinquedinhos, casinhas, ossinhos, enfim, uma miríade de produtos. Provemos muitos recursos aos nossos animais, alimentando-os, protegendo-os e levando-os ao veterinário quando ficam doentes. Para os cães as vantagens dessa relação tão próxima com os humanos são imensas; sua população se tornou muito maior do que seria caso não houvesse essa associação com os humanos. Imagine seus parentes lobos nas florestas - cada vez mais degradadas - o quanto têm que se esforçar para conseguir alimento diariamente, fugir de predadores, se abrigar de fenômenos climáticos, se recuperar de doenças e machucados, enfim, sobreviver e se reproduzir não é nada fácil. Nossos cães, em geral, vivem bem mais sossegados, excluindo-se os casos de maus tratos, que em nossa sociedade são passíveis de punições na justiça. Felizmente, a conscientização para o bem estar animal tem crescido. 

ara os humanos, há uma vasta literatura falando sobre os benefícios na saúde fisiológica e psicológica que os animais nos proporcionam. Por exemplo, menor incidência de doenças cardiovasculares, redução dos níveis de triglicérides, colesterol e pressão sanguínea, melhor recuperação e maior taxa de sobrevivência a infartos do miocárdio, menor incidência de doenças, diminuição das reações típicas do estresse, maior bem estar psicológico, maior taxa recuperação de doenças psiquiátricas e aumento do cuidado pessoal e da auto-estima. Além disso, cães treinados são amplamente utilizados na assistência de pessoas com deficiências e idosos. Pelo menos hoje em dia, possuir um animal de estimação pode fazer muito bem a seu dono. Contudo, é difícil avaliar se os benefícios na saúde são suficientes para uma contribuição discernível em nosso passado evolutivo e se superaram os custos de manter um animal.

Por isso há uma discussão acerca de como a relação entre os seres humanos e os animais de estimação seria classificada do ponto de vista das relações entre os seres vivos. Alguns autores, como Serpell, acreditam que a relação entre animais de estimação e humanos é de mutualismo. Ele argumenta que os animais têm sido úteis aos humanos para transporte, vestimenta, caça, alimentação e como animais de estimação. Outros argumentam que a relação seria de comensalismo, pois o que proveríamos aos animais não nos seria tão custoso. Porém, John Archer, outro pesquisador, tem uma hipótese curiosa: a relação seria de parasitismo, porém de um tipo especial - o parasitismo social. 
Parasitismo social é a situação em que uma espécie manipula o comportamento da outra para obter um benefício, sem fornecer vantagem em troca à altura. Por exemplo, o pássaro cuco bota seus ovos em ninhos de outras espécies de pássaro, e seus filhotes manipulam o comportamento dessas outras espécies, fingindo ser um legítimo filhote, de modo que elas os alimentam e os protegem.
 
Archer nos convida a olhar para as características faciais e comportamentais dos cães: face rechonchuda, movimentos desajeitados, testa larga, olhos expressivos. Há tempos estudiosos do comportamento humano sabem que tendemos a responder de uma  forma parental a certas características faciais e corporais encontradas em bebês humanos. Isso quer dizer que sentimos vontade de cuidar e proteger seres que apresentem essas características, que são típicas dos bebês humanos. Por isso somos facilmente atraídos por personagens de desenho animado como o Piu-piu, o Dumbo e o Mickey Mouse, gostamos de acariciar brinquedos como ursos de pelúcia, e nos atraímos tanto por animais a quem muitas vezes tratamos como bebês – os cachorros, por exemplo.

Há evidências convincentes de que as pessoas usualmente vêem sua relação com seus animais de estimação como similares às que têm com seus filhos. Os donos de animais de estimação os tratam como crianças, por exemplo, brincando com eles, falando com um tom materno - a chamada fala “tatibitate” - continuamente se referem a eles como “meu bebê”, e cuidam e os acariciam como se fossem bebês humanos, mesmo quando o cão já é adulto. Em um estudo de Berryman e pesquisadores, foi encontrado que os animais de estimação são vistos como tão próximos quanto “o próprio filho” entre humanos. Outras evidências de que os animais atuam como substitutos de crianças podem ser encontradas em estudos de outras culturas: eles incluem até mesmo a amamentação de animais filhotes por mulheres lactantes.

Archer diz que em nosso passado evolutivo, os cães como que manipularam as respostas parentais humanas, assim como os cucos. Trata-se de uma voz ativa, porém o que se quer dizer é que quando começamos a criar cachorros, selecionamos os que tinham características de bebês humanos porque elas nos atraem, e ao longo das gerações esses animais foram se reproduzindo e hoje estão largamente representados – é o que se chama de domesticação. Os cães podem ser considerados como manipuladores da espécie humana, no nível de análise evolutiva.

É claro que essa manipulação não implica intenção consciente – nenhum cão pensa que está manipulando seu dono através de expressões faciais e comportamentos que desencadeiam nossa vontade de cuidar e protegê-los. Lembre-se de que estamos no nível distante. Manipulação é um termo evolucionista que aqui significa conseguir benefícios do hospedeiro humano aproveitando-se de dispositivos comportamentais já existentes. Mas os cães não pensaram e não pensam em nos manipular intencionalmente. Eles simplesmente têm características que gostamos, nos dão carinho e gostam verdadeiramente de nós, assim como nós deles. No nível de análise próximo, ou seja, falando-se em um cão e uma pessoa, é isso que acontece. Os termos evolucionistas são usados numa análise maior, ao longo de várias gerações, e não implicam em intenção dos seres.

Assim, agora vamos para uma análise em nível próximo, no âmbito de nossas vidas – a segunda parte da resposta à pergunta do por que gostamos de cachorros. Essa análise já começou antes, quando falamos que os cães parecem bebês. Temos desenvolvido com os cães laços fortes. Há várias pesquisas sobre a importância que um cachorro pode ter na vida de uma pessoa. Além daquelas que vimos sobre como um cão pode ser considerado como um filho, outras peculiaridades da relação tem sido estudadas. E uma relação tão próxima e emocional também interessa aos psicólogos em geral, que cada vez mais têm se deparado com questões acerca da relação entre humanos e cachorros.

Há estudos que apontam que a relação emocional com os cães pode ser considerada como substituta àquelas que se têm com um cônjuge ou com os próprios pais. Foi feita uma pesquisa intercultural sobre animais de estimação e se encontrou que os animais servem a uma variedade de papéis além do de “filho”. O cachorro parece suprir, em muitos casos, uma necessidade emocional. Ele pode ser uma fonte de segurança, e quando as pessoas se sentem ansiosas o cão pode ter um efeito calmante. Assim, a natureza do laço entre humanos e cães contém um forte elemento de segurança, e ele pode substituir a companhia de um outro humano.

O apego emocional que temos com os cães é enorme. Pesquisadores construíram um questionário contendo frases que indicavam níveis de apego com um cachorro de estimação, como, por exemplo, carregar a fotografia do cachorro, deixá-lo dormir em sua cama, freqüentemente falar e interagir com ele, e defini-lo como um membro da família. Os dados indicaram altos níveis de apego entre donos e seus cachorros. Quase a metade definia seu cachorro como um membro da família, 67% carregava uma fotografia dele em sua carteira, 73% deixava eles dormirem em sua cama e 40% comemorava o aniversário do cachorro. As mulheres apresentaram um apego mais forte com seus animais do que os homens.

Um outro estudo também mostrou forte apego por parte de muitos donos, em que muitos entrevistados concordaram com itens tais como ver o animal como uma importante parte de suas vidas e como aquele que promove um senso de conforto.

Relatos sobre as reações à perda de um animal de estimação também mostram como é forte o apego desenvolvido. O pesar de perder um animal de estimação pode ser igual ao custo de perder uma pessoa amada. O processo de luto envolve angústia, pensamentos e sentimentos que acompanham o lento processo de se despedir de uma relação estabelecida. Estudos indicam que há claros paralelos entre as variadas reações que as pessoas apresentam seguidamente à perda de um animal de estimação àquelas sentidas por uma perda de um relacionamento entre humanos.

Uma visão comum, principalmente entre aqueles que não têm animais de estimação, é a de que esse sentimento forte com cães indica que a pessoa tem uma inadequação nas relações interpessoais com outros humanos. O apego com os animais de estimação pode não ser bem visto e julgado como típico de pessoas socialmente desajustadas, imaturas e fracas, como se fosse errado destinar afeição a outra espécie. Serpell acredita que essa visão pode vir da tradição judaico-cristã da Europa ocidental de considerar que os animais foram criados para servir ao homem, que deve então dominar essas consideradas criaturas inferiores e nunca se equiparar a elas. A Biologia atual não considera os outros animais inferiores ao homem, que também é um animal.

Algumas pesquisas foram feitas e encontraram mais características de personalidade consideradas positivas entre aqueles que têm animais de estimação do que os que não têm. Também foi encontrado que as pessoas que têm relações mais fortes e seguras com outros humanos são as que têm apego mais forte com seus animais, contrariando a idéia de que seriam desajustadas socialmente.

Uma outra visão que se tem é a de que essa relação com animais de estimação é específica ao mundo ocidental moderno. Contudo, evidências arqueológicas, geográficas, históricas e antropológicas contrariam essa idéia. Evidências da domesticação dos cães remontam milhares de anos atrás – incluindo um humano enterrado junto a um cão. Várias evidências fósseis indicam que a domesticação dos cães começou quando os pegamos como animais de estimação, e não para outros propósitos, como a caça. Além disso, possuir animais de estimação foi comum na Grécia e Roma antigas, e em vários locais da Europa, China, Japão e África, e até mesmo em sociedades tribais, como na América do norte e do sul e na Austrália. Assim, possuir um animal por afeição e não para fins alimentícios ou de trabalho - na sociedade ocidental denominado como animal de estimação - tem sido comum nas sociedades humanas em geral.

É claro que na sociedade ocidental atual há condições para que possuir animais de estimação seja muito comum. Os arranjos sociais favorecem os laços com os pets: a demografia está caindo, as famílias são menores e estão sendo modificadas, com mais pessoas morando sozinhas. Apesar da falta de evidência para que as pessoas que se ligam aos seus animais serem desajustadas socialmente, as pessoas que moram sozinhas ou não têm filhos parecem ser mais apegadas aos seus animais, o que não significa que tenham dificuldades no contato com outros humanos.

Além disso, a sociedade ocidental parece enfatizar a individualidade, a racionalidade e o controle, o livre-arbítrio e o materialismo, diferentemente de sociedades tradicionais que enfatizam valores comunitários, a expressão emocional e a espiritualidade. Essas diferenças afetam as crenças e atitudes das pessoas. Assim, a atividade de possuir animais de estimação pode ser muito acentuada no ocidente talvez pelo preenchimento de necessidades emocionais que os animais proporcionam, e que em outras sociedades são supridas de outras maneiras. Contudo, estudos transculturais indicam que possuir animais de estimação está mais relacionado com tradições e crenças a respeito dos animais – como a idéia de que são inferiores, pouco dignos do cuidado humano – do que com a extensão da família ou com a dimensão coletivista ou individualista da sociedade. Porém, em uma tradição cultural particular, a existência de menos contatos sociais pode acentuar o apego aos animais.

Alguns autores têm sugerido que os cães podem agir como catalisadores sociais: esses animais aumentariam a freqüência de interações sociais e elevariam ou reforçariam a rede de relações entre pessoas. Em pesquisas feitas, o animal agiu como um facilitador de contato inicial, “quebrando o gelo”, removendo inibições em conversas casuais, e provendo um tópico neutro e seguro de conversação. Wood e colaboradores confirmaram esta linha de pensamento em entrevistas realizadas na Austrália. Eles encontraram relação positiva entre proprietários de animais de estimação e formas de contato social, interação e percepção de amizade entre vizinhos. Os proprietários tiveram maior índice de engajamento social, referindo-se a aspectos da vida social (como normas, confiança mútua e redes sociais) que fazem com que pessoas ajam em conjunto de forma mais eficiente e para atingir um objetivo comum.

No estudo de passeio real com cães dos pesquisadores ingleses Nicholas e Collis, experimentadores passearam com e sem um cão. Mais desconhecidos se aproximaram deles quando estavam com o cão do que quando estavam sozinhos. Outro pesquisador demonstrou que donos de cães conversam mais com outras pessoas quando passeiam com seus cães no parque do que quando vão sozinhos. Como vimos anteriormente, há vários estudos sobre os benefícios na saúde que os cães podem proporcionar, e normalmente isso é atribuído ao conforto emocional que promovem. Porém, Nicholas e Collis argumentam que essa melhora na saúde pode ser também efeito do aumento das interações sociais que promove. A sensação de integração social que possuir um animal de estimação pode ter contribuiria também para elevar o bem-estar de seus donos.

Enfim, a velha asserção “o cão é o melhor amigo do homem”, em termos evolutivos pode ser invertida para “o homem é o melhor amigo do cão”. Porém, no âmbito de nossas vidas os cães têm assumido vários papéis, mas que podem ser resumidos como o de amigo. Para unir os sentidos evolutivos e o da nossa vida ficaria melhor então: cães e homens, uma velha relação de amizade.
Adaptado do original "Por que gostamos de cachorros?" publicado na revista Psique Ciência & Vida, Editora Escala, número 32.

REIKI EM ANIMAIS

Mikao Usui (1865 – 1926) era monge budista (algumas fontes o dão como padre cristão) em Kioto, Japão, e professor na universidade local. Seus estudos concentravam-se em descobrir como Jesus e Buda conseguiam realizar curas milagrosas. Ele supunha que era possível curar com as mãos, através da força vital que as mesmas emanavam. Mas, desconhecia de que modo isso funcionava.

Dizem os primeiros reikianos que ele foi aos Estados Unidos, para a universidade de Chicago, tentar desvendar o segredo das curas milagrosas de Cristo e Buda. Ali, tornou-se doutor em teologia.
Mestre Usui, após pesquisar medicina chinesa, sutras budistas, etc., conseguiu construir um sistema de cura.

Mas, percebeu que faltava algo ao sistema. Então, ele subiu ao Monte Kurama – Yama, no Japão. Ali ele passou 21 dias meditando e jejuando. No último dia, ele sentiu a energia reiki descer sobre sua cabeça.
(Mas, os pesquisadores jamais encontraram prova alguma da passagem de Mikao Usui pela citada universidade ou que tenha, pelo menos, pisado em solo americano).

Depois Usui ensinou a sabedoria a vários japoneses e fundou o sistema dos mestres do reiki. Um mestre recebe uma iniciação ligada a uma transmissão de energia de um grão-mestre, e é assim qualificado para despertar energias nas outras pessoas e transmitir o “ dom da cura “.

A americana de origem japonesa, Hawayo Takata, trouxe o reiki para o ocidente nos anos 40 e, em 1983 o reiki entrou pela primeira vez no Brasil, trazido pelo Dr. Egídio Vecchio – PHD e tendo a Drª Claudete França como primeira mestre em reiki em toda a América do Sul.

Reiki pode ser definido como a “ arte e a ciência da ativação do direcionamento e da aplicação da energia vital universal para, promover o completo equilíbrio energético, para prevenção das disfunções e para possibilitar as condições necessárias a um completo bem estar “.

É um método de cura natural pelas mãos e, é uma energia inteligente. A partir de Einstein, foi provado que a energia precede a matéria, assim como as emoções e pensamentos são anteriores à ação. Fica o aprendizado de que a matéria pode ser transformada através de uma energia maior.

Reiki é a união das palavras japonesas “Rei” e “Ki” que, significam energia cósmica (do universo) e pessoal (vital), respectivamente.

Essa terapia energética através da imposição das mãos, irradia as vibrações de harmonia da energia vital do universo (rei) para restabelecer o equilíbrio da energia vital (ki) das partes doentes do corpo de um paciente. Não tem conotação religiosa e não interfere com outros tratamentos.

O Reiki ensina métodos de auto–ajuda e também ao próximo, seja humano, animal ou planta.

A terapia reikiana é uma ciência energética. Trabalha independente de qualquer sistema religioso. É energia não polarizada, portanto, segura. Como não é polarizado, pode ser usado até mesmo para tratar doenças crônicas. Sendo não–polarizado, trabalha conjuntamente com qualquer outra forma de terapia, incluindo medicamentos alopáticos, quimioterapia, homeopatia, acupuntura, florais, etc.

O reiki é energia que emana do nível subatômico. Quando fazendo o tratamento, o terapeuta utiliza a energia reiki, e de uma maneira menor, de toda energia inata do corpo. Essa terapia vibracional atua no plano causal, isto é, no nível da raiz da causa e, como tal, trata o corpo como um todo. É holístico por natureza e, não requer nenhuma habilidade em diagnosticar por parte do terapeuta.

Reiki em animais.
Atua em animais pelos mesmos princípios que em seres humanos. A terapia deixa o animal relaxado e dócil. O reiki atua em 4 aspectos de qualquer ser : o físico, o emocional, o mental e o espiritual.

Nas pessoas o terapeuta toca certos pontos. Nos animais não há locais específicos – o terapeuta deve levar as mãos onde existe um problema.
Pode e deve ser aplicado juntamente com o tratamento do veterinário.

Como pode ajudar os animais:
- na recuperação após cirurgias, acelerando o processo de cicatrização.
- a tratar problemas comportamentais : estresse, agressividade, depressão, nervosismo, etc.
- animais mais idosos com cardiopatia, nefropatia ou tumor – melhora a qualidade de vida.
- a dar mais conforto a animais com doenças terminais – inclusive, promovendo uma morte mais tranqüila e com menos sofrimento.
- a tratar problemas de pele e para alívio das dores.

O reiki pode ser aplicado em todos os animais, principalmente nos domésticos – cães, gatos, coelhos, cavalos, etc. Nos animais de grande porte e/ou muito agressivos é aplicado à distância.

Os animais são muito sensíveis, abertos e receptivos, não possuindo os bloqueios intelectuais que podem dificultar o fluir na energia.

A terapia reikiana, como terapia complementar, não apresenta efeitos colaterais ou contra-indicações.

O toque do reiki, realiza uma limpeza profunda no organismo do animal, eliminando toxinas e equilibrando-o energeticamente. Desde as primeiras aplicações são visíveis os resultados.
Para os cavalos, o tempo médio de duração da aplicação é de 40 a 60 minutos, enquanto cães e gatos entre 15 e 20 minutos. A maioria dos animais adormece durante a sessão .
O terapeuta é um instrumento de transição de energia, através da qual ela flui para o organismo do animal. O terapeuta não fica esgotado após a aplicação e também não absorve a energia negativa do animal – pelo contrário, o terapeuta sente-se revigorado após cada sessão.
Para iniciar o tratamento, deve-se fazer 3 aplicações em dias seguidos. Para casos de comportamento ou problemas de pele, são necessárias 10 aplicações. Depois é importante fazer uma manutenção semanal ou quinzenal.
Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524

sábado, 9 de abril de 2011

Terapia Assistida por Animais pode ser uma experiência de reabilitação segura, eficaz e barato

Por Stanko Kelly Olsen

A companhia inestimável de animais é algo que os donos e amantes de animais sempre souberam. Sua lealdade e devoção torná-los excelentes companheiros e familiares queridos, mas os animais que são especialmente treinados podem dar ainda mais para indivíduos em sofrimento físico e recuperação.
Os Centros de Controle de Doenças, da American Heart Association, a American Veterinary Medical Association, e pesquisas publicadas em Relatórios de Saúde Pública, Jornal da sociedade americana da geriatria, British Medical Journal, e dezenas de livros de apoio os efeitos diretos e indiretos positivos que a mera posse um animal de estimação tem no mental, emocional e bem-estar físico.
Recentemente, os resultados apresentados na 18 ª Conferência Anual da Sociedade Internacional de Anthrozoology e da Primeira Conferência de Interação Homem Animal (IAH) em Kansas City, Missouri, revelou que adultos que usam animais em terapia após a cirurgia de substituição total conjunta necessários 50 por cento menos medicação para a dor do que aqueles que não o fez. Embora não tenha ainda uma prática padrão de cura, muitas organizações estão trabalhando duro para defender o envolvimento de animais na terapia de reabilitação.
Há muitas terminologias para o envolvimento de um animal em um ambiente clínico. No entanto, apenas sessões de terapia com objetivos diferentes em mente, efectuadas por animais treinados e certificados ou estão registados e manipuladores em conjunto com um terapeuta de reabilitação, pode ser definida como a terapia assistida por animais, ou a terapia com animais facilitada. O Bellevue, Washington baseado Delta Society, uma organização internacional dedicada a melhorar a saúde humana através companheiro, serviço e animais de terapia, utiliza a "terapia assistida por animais."


"Muitas vezes quando as pessoas estão me observando fazer terapia, não sei realmente se sou um OT, o PT, ou terapeuta da fala, porque você só trabalhar em todos estes objetivos ao mesmo tempo", diz Shari Bernard-Curran , OTR, diretor executivo da Fundação sem fins lucrativos com sede em Therapet Troup, Texas. Isso, ela afirma, é o aspecto mais original da terapia assistida por animais. "Ela incorpora a sensação, o cognitivo, o físico, e todas as coisas diferentes que você quer trabalhar com um paciente em, em uma atividade".
Para metas de fisioterapia, uma sessão pode incluir um paciente do curso - ou indivíduos em reabilitação de fraturas de quadril, cirurgias de recuperação de acidente vascular cerebral, amputados, ou simplesmente velhice - a caminhada um cão de terapia ao redor da sala de sessão ou por um corredor do hospital. Uma sessão de terapia ocupacional, Bernard-Curran descreve, seria no centro de pé enquanto escovar um cão, gato ou cavalo miniatura.
"Nós colocamos os pesos nos braços do paciente e têm diferentes pincéis adaptados para apertos diferentes", diz ela. Bernard-Curran diz que cada animal tem um tipo diferente de revestimento - especialmente os cães podem ter vários casacos grossos, longos, ou grosseiros, por isso mesmo este pode ser um aspecto individualizado ou adaptados da atividade para o paciente.

Fonoaudiologia se torna um subproduto de origem animal manipulação e direcionamento durante a terapia. Parte da interação com o animal é vocal. Bernard-Curran disse que os terapeutas freqüentemente incorporam objetivos discurso na sessão para os doentes que são, por exemplo, o afásico por acidente vascular cerebral. Bernard-Curran diz que um paciente pode instruir o animal, geralmente um cão por causa de sua treinabilidade, para fazer uma série de comandos diferentes, como recuperar ou sentar. "É muito natural, e é muito automático", explica ela, porque os pacientes querem ver o seu comando agiu fora.
Mas mesmo se um paciente tem dificuldade em falar, Turnbull diz, eles ainda podem ser recompensados ​​com o desempenho ou a ação do animal. "O manipulador pode dar os sinais de mão do cão. Portanto, se a pessoa tem fala arrastada ou não é capaz de falar bastante forte ou alto para que o cão faz o comando, ele ajuda a garantir que a pessoa sente o sucesso ", revela.
Por que funciona
Não só os animais proporcionam uma base para uso em terapia, eles também oferecem motivação e conforto durante as atividades. afirma Turnbull que muitos pacientes ficam frustrados ou entediados com suas rotinas de terapia, mas quando os animais são trazidos, a disposição do paciente, muitas vezes, mudar para melhor.
"Traz uma sensação de normalidade e algo emocionante e muitas vezes, eles vão fazer mais do que eles seriam, em sua sessão de terapia tradicional," diz Turnbull. "[Os animais] trazem um sentido não-julgamento para a terapia. As pessoas podem baixar a guarda ".
Os pacientes que tiveram animais de estimação no passado ou animais de estimação em casa, especialmente programas de responder a uma terapia assistida por animais.
"Muitos de nossos pacientes são idosos e que perderam o seu cão", expressa Bernard-Curran. "Nos últimos dois anos, eles tiveram que dar o seu cão afastado porque está passando por alguns problemas de saúde, então eu acho que isso ajuda os pacientes que estão faltando os seus animais."
Além de fornecer paciente, a terapia parceiros leais, alguns argumentam que os próprios animais têm uma mão em que eles estão fazendo e se divertir muito. Enquanto não há nenhuma maneira de saber com certeza, muitos acreditam que os animais estão conscientes do serviço que prestam. "Eles pegar em que precisa que a ajuda extra, e eles podem querer ficar um pouco mais com uma pessoa ou outra pessoa", afirma Turnbull.

Como um ser vivo com a capacidade para a dor, os animais podem estar particularmente atento às emoções humanas e podem proporcionar conforto em conformidade.
"Eu acho que os animais entendo essas pessoas são frágeis e entender que eles fazem algo realmente maravilhoso com esses pacientes", argumenta Bernard-Curran, relatando experiências com seus próprios cães que se oferecem como animais de terapia para Therapet.
"O meu golden retriever, Aida, por exemplo, não afago comigo, mas quando ela começa a trabalhar, ela se deita em seus braços e coloca sua cabeça em seus braços e aconchega o seu rosto contra sua bochecha, se eles estão tentando aconchegar com ela ", diz ela. "Eu realmente acho que eles entendem e têm a sensação de que eles estão se beneficiando desses pacientes."
O lado animal do Leash
Rastreio de bom temperamento e de formação especializada é o princípio fundamental na prestação de seguro, a terapia de reabilitação eficaz facilitada por animais. "Nós não queremos um animal que é tímido ou tem um temperamento inadequado", diz Bernard-Curran. "Queremos que os animais que realmente gostam do que estão fazendo."
Tanto Bernard-Curran e Turnbull revelam que os animais são treinados em sinais de mão para os pacientes que têm dificuldade com a fala, de modo que eles ainda podem executar comandos. Eles também devem ser capazes deitar por longos períodos de tempo, enquanto a prática de escovar os pacientes ou habilidades outro lado, e continuar a poder responder, mas não agressivo quando, ou se, eles têm de repetir os exercícios.
Os cães continuam a ser o animal mais popular para estes tipos de metas, juntamente com os gatos e cavalos. De acordo com Bernard-Curran, Therapet atualmente tem três gatos, 95 cães e oito cavalos em miniatura. A maioria desses animais são de propriedade privada por voluntários, com exceção de sete dos cavalos em miniatura, que Therapet deve arrecadar fundos para cada ano para pagar os seus cuidados e manutenção.
Outros animais domésticos, tais como coelhos, aves e alguns tipos de roedores podem ser boas opções para os programas de visitação de animais, mas não para uso em terapia orientado. Bernard-Curran cita problemas com zoonose, o ambiente hospitalar e cobertura de seguros, razões pelas quais os animais não domesticados ou exóticos não são normalmente utilizados e não utilizados em cada pelo Therapet.
Infelizmente, a formação é diferente em todo o país e entre os programas ou organizações. É uma área que Bernard-Curran permanece cauteloso. "Há um monte de pessoas bem intencionadas, mas elas não são terapeutas e eles não são treinadores de cães especializados." Ela diz. "Alguns dos requisitos de organização são muito menos do que eu gostaria de ver." Bernard-Curran gostaria de ver a formação contínua e testes de animais de terapia e incentiva-se os manipuladores, bem como hospitais e clínicas que desejam implementar programas de AAT, a ir com grupos de serviço AAT que exigem isso.
No Therapet, os animais devem passar por etapas rigorosas para tornar-se certificado no programa. "Eles passam por cerca de um ano de formação e, em seguida, eles passam por um estágio de três meses no momento em que eles estão certificadas", explica Bernard-Curran.
De acordo com o site Therapet, este treinamento de um ano consiste no preenchimento de todos os níveis de treinamento de obediência, a conclusão do canino do American Kennel Club Bom Cidadão (CGC) de teste e um de cinco semanas de curso de formação Therapet. O passo final no processo é um teste de temperamento, avaliadas por instrutores das classes Therapet. Uma vez por ano, os animais submetidos a um teste de perícia, e as bases altamente incentiva seus voluntários para inscrever seus animais em treinamento de obediência anuais para manter as competências.
A Sociedade Delta utiliza uma abordagem diferente. Ao invés de certificar o animal, Turnbull diz que Pet Partners ® equipes são registrados com listagem nacional do grupo para atender o requisito mínimo de competências e de formação. A fim de ser registrado, no entanto, os animais e seus adestradores deverá concluir um curso de estudo em casa disponível para compra no site Web Delta Society, ou assistir a um Pet Partners Team Training Course.
Eles também devem passar a 22 partes em pessoa avaliação destinada a tela tanto o animal como o manipulador. pacotes de registo Delta Society também incluir um rastreio de saúde que deve ser preenchido pelo veterinário do animal para testar a saúde física geral, parasitas, a raiva, a vacinação eo cumprimento de acordo com informações do site.
O Lado Humano da Leash
Responsabilidade para o animal não termina com a formação. Pessoas que possuem e voluntário seus animais em programas de terapia devem ter cuidados especiais com seus animais para além das obrigações normais e especialmente durante a terapia. "É preciso olhar para as coisas se certificar que seu animal está seguro, que está sendo defensor do seu animal, e identificação de eventuais sinais de estresse que seu cão pode estar mostrando que você", aconselha Turnbull.
Bernard-Curran afirma que, de acordo com a política Therapet, os proprietários dos animais devem banhar seus animais de voluntários 24 horas antes de entrar em qualquer configuração de saúde. Devido a essa importante precaução higiênica, Bernard-Curran diz que os animais são capazes de trabalhar de perto com crianças asmáticas em diversos campos que Therapet está envolvido.
Tanto Bernard-Curran e Turnbull e suas respectivas organizações recomendam que não permitem que seus manipuladores de animais para o trabalho por mais de 2-3 horas por dia. "Isso é simplesmente porque os cães ficam muito cansados ​​e eles me estresso porque pegar essas emoções", explica Turnbull.
Terapia pessoal também deve tomar cuidado extra para preparar a execução de AAT em sua clínica ou hospital. Tanto a Delta Society e oferecer recursos para ajudar Therapet terapeutas e instalações com este esforço.
Therapet oferece seminários destinados especificamente para as definições de saúde e pessoal, incluindo fisioterapeutas, profissionais e recreativas, para se familiarizarem com a manipulação e estratégia. "Nós normalmente temos 80 pessoas que assistem a cada seminário. Esse é o nosso ponto de vender para fora porque nós queremos que eles trabalhem com os cães e trabalhar com o diagnóstico e descobrir como usá-lo ", diz Bernard-Curran.
Os cursos incluem resumos de documentos de controle de infecção, e reembolso, e como recrutar voluntários. Os terapeutas também pode ganhar créditos de formação contínua, enquanto no atendimento. Uma lista mais completa dos serviços e temas está disponível no site da Therapet.


Delta Society oferece facilidades das ferramentas que eles precisam para iniciar o seu próprio programa de AAT. "Tentamos trabalhar diretamente com eles ou vamos ver se há alguém no local já está em sua área para que possamos manter contato com eles. Caso contrário, podemos dar-lhes ferramentas sobre como recrutar e encontrar outras pessoas e ver o que podemos fazer bem ", disse Turnbull.
Orientações, normas e avaliação do local, bem como um manual de procedimentos e manual, estão todos disponíveis para compra online. O site também oferece um portal para uma ferramenta online disponíveis aos profissionais de saúde e um curso de aplicativos para profissionais que desejam aprender como incorporar animais de terapia em sua prática.
Animais em Ação
O hospital de crianças de Phoenix, no Arizona teve a terapia assistida por animais desde 1997. Segundo o coordenador do hospital programa AAT, Mary Lou Jennings, LPC, tudo começou com um coelho, e desde então tem crescido a incluir 30 equipes cão de terapia. "Estamos aptos a fornecer uma equipe de cães de terapia todo dia, e muitas vezes temos duas equipes aqui um dia", diz ela.
No primeiro fim de implementar o programa, Jennings diz que, as comissões foram formadas para determinar paciente, família e política de pessoal, bem como a experiência. "Uma política ampla foi escrito com base em pesquisas, com o objetivo principal de manter os pacientes seguros ao fornecer-lhes os benefícios da interação com os animais", diz ela. "Peço também voluntários para ganhar experiência com seu cão de terapia em um serviço de saúde por seis a 12 meses que antecederam a partida."
Tratadores e seus animais também são obrigados a ser registrados e avaliados por uma organização nacional de terapia cão antes de aplicar para o programa Crianças do Hospital de Phoenix AAT.
Como coordenador do programa e conselheiro, Jennings projetos sessões para ajudar os pacientes a atingir suas metas de tratamento e melhorar o humor, interação e motivação. Ela também acompanha as equipes de terapia e ainda tem cães de terapia própria.
Apesar de ganhar o seu grau de mestrado, Jennings diz: "Eu fiz muitas sessões como voluntário com grupos em um centro de reabilitação, muitas vezes trabalhando em metas sociais e cognitivas em pacientes com lesão cerebral".
Quando ela não está no trabalho, os voluntários Jennings com seu filho e seu cachorro na terapia de outras organizações terapia de referência. Embora ela e seu cachorro não voluntário no programa infantil AAT Hospital, os empregados são capazes. "Há uma enfermeira, um farmacêutico e um assistente administrativo [no hospital] que são voluntários no programa durante o seu tempo de folga", diz ela.
Terapia Economia
Quando adequadamente implementado com animais treinados e experientes, a terapia assistida por animais oferece um divertimento, mas alternativa eficaz à terapia tradicional. Por causa do voluntariado e das organizações sem fins lucrativos como a Sociedade da Delta e Therapet, clínicas ou hospitais são capazes de proporcionar aos seus pacientes com esses serviços, mesmo que eles não podem pagar.
Turnbull acredita que o interesse dos profissionais está crescendo, tanto em como incorporar a AAT em suas práticas e como iniciar seus próprios programas. Quando isso acontece, os pacientes se beneficiarão de maior acesso.
Além disso, Turnbull proporciona um maior incentivo ao uso de AAT que muitos podem não ter considerado. "O bom é que também é relativamente econômico, por isso é muito eficiente e eficaz", diz ela. "Estes dias, com custos crescentes de saúde e preocupações quanto a isso, existem verdadeiros benefícios que são colhidos a partir de incorporação de animais para sessões de terapia."
- Kelly Olsen-Stanko é um escritor pessoal para Terapia Times. perguntas diretas e comentários para editorial@therapytimes.com.
 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cão Guia, Cão Assistente e Cão Ouvinte

Já ouvimos e vimos por ai sobre os cães guia, o que não se sabe é que além do Cão Guia que é treinado para cegos e deficientes visuais (Guide Dog), existem também o Cão Assistente (Assistant Dog) treinado para pessoas com outras deficiências ou limitaões e o Cão Ouvinte (Hearing Dog) treinado para surdos e deficientes auditivos.

CÃO GUIA

O Cão Guia é treinado para ajudar cegos ou deficientes visuais. Eles ajudam essas pessoas evitando os obstáculos que elas não podem enxergar. Esses cães param na sarjeta e degraus para que a pessoa não se machuque e também param quando tem carros transitando na rua e é perigoso atravessar.

A coleira curta e em formato de U serve para encorajar a relação entre o cão e seu parceiro cego. Nessa relação, o papel do humano é dar comandos direcionais, enquanto o papel do cachorro é assegurar a segurança do “time”, mesmo se para isso tiver que desobedecer um comando.

Labradores, Golden Retrievers e Pastores Alemães assim como outras raças de porte grande são especialmente educadas, socializadas e criadas por mais ou menos um ano por voluntários, depois são treinados por treinadores profissionais durante 4 ou 6 meses antes de serem colocados com seus donos cegos.

CÃO OUVINTE

Muitas pessoas nem sabem da existência desses cães treinados para ajudarem surdos e deficientes auditivos. Eles ajudam essas pessoas alertando- os de sons como campainha, batidas na porta, bebê chorando, despertador, campainha do forno, alarme de incêndio ou até mesmo quando o nome do seu dono é chamado. Os cães são especialmente treinados para alertar seus donos por meio de contato físico e leva- los até a fonte do som.

Cães ouvintes são geralmente cães de raças misturadas que foram adquiridos em abrigos para animais e costumam ser de porte pequeno ou médio. Anterior ao treinamento formal de resposta aos sons os cães recém adotados são criados e socializados por voluntários. Cães ouvintes são identificados por suas coleiras ou vestes de cor laranja.

CÃO ASSISTENTE

Cães assistentes são treinados para auxiliar pessoas com outros tipos de deficiência que não seja visual ou auditiva e também auxiliam idosos. Com treinamento especial, esses cães ajudam a aliviar as dificuldades das pessoas com outras deficiências. Eles podem ser treinados para trabalharem com pessoas que usam cadeiras de rodas manuais ou elétricas, pessoas com problemas de equilíbrio, pessoas com diferentes tipos de autismo, pessoas com riscos de convulsões, enfartos ou desmaios, pessoas que precisam ser alertadas sobre problemas médicos como taxa de açúcar no sangue ou pressão alta e baixa e pessoas com transtornos psiquiátricos.

Esse cão, especialmente treinado pode alcançar objetos que estão fora do alcance de seu dono, pode puxar cadeira de rodas, pode abrir e fechar portas, ligar e desligar luzes, latir para indicar que ajuda é necessária, encontrar alguém e levar esse alguém até seu dono que precisa de ajuda, também dão assistência em ambulatórios ajudando pessoas a caminharem servindo de contrapeso concedendo- lhes equilíbrio e muitas outras coisas necessárias a pessoas com alguma deficiência.

Cães assistentes costumam ser resgatados de abrigos para animais ou gerados em programas de seleção de procriação e permanecem sob os cuidados de voluntários até seu treinamento formal. A maioria dos cães assistentes são Golden Retrievers ou Labradores Retrievers. Cães assistentes podem ser identificados por uma mochila nas costas ou arreios.

Fonte: Blog Deficente Alerta

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cão espera pelo dono há cinco anos

Apesar da espera, o dono morreu poucos dias depois de ser atropelado

Um cachorro espera pelo dono há cinco anos na porta do hospital municipal Souza Aguiar, no Rio de Janeiro O dono do cão Branquinho morreu em 2006 e desde então funcionários do hospital cuidam do cão.

O dono do animal foi atropelado e levado de ambulância para o hospital, no centro da capital fluminense, seguido pelo cachorro por todo o percurso, de acordo com os funcionários que trabalham no local.

Todas as ambulâncias que chegam são seguidas pelo cachorro, que continua em busca do seu dono. Segundo uma auxiliar de enfermagem, assim que chegou, o Branquinho ficou uma semana sem alimentação. Agora, ele é o xodó da emergência do Souza Aguiar.
 
Veja o Video:
 


Fonte: R7

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Cão que sobreviveu ao tsunami encontrado no telhado de uma casa à deriva no mar

Três semanas depois do sismo que devastou a costa japonesa, a guarda costeira descobriu um cão, vivo e aparentemente bem de saúde, no telhado de uma das casas arrastadas para o mar. 

VEJA O VÍDEO 


O 2º Video mostra o reencontro com sua dona

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Video do Dia - Associacão Pit Bull Oeste Shiva Cinoterapia

Cachorro que vive em colégio ajuda a controlar mau comportamento dos alunos

Oscar é um labrador chocolate extremamente amável e carinhoso. Nada incomun até aí. O que o torna realmente diferente de outros cães é que ele vive em um colégio britânico. Os professores e diretores do Cantell Maths and Computing College acolheram Oscar com intuito de melhorar o comportamento dos alunos. E em um mês na nova casa, Oscar já reduziu em 40% o mau comportamento dos alunos.
O coordenador do colégio Des Anderson disse: “Ele é o melhor parceiro das crianças. Algumas vezes os alunos chegam nervosos e Oscar os acalma, é muito difícil ficar bravo com um labrador. Isso significa que podemos trabalhar o aluno no mesmo dia, em vez de esperar que ele esteja mais calmo no dia seguinte. Em vez de uma abordagem punitiva, conversamos com o aluno para tentar mostrá-lo o que fez de errado.”
Oscar passa o tempo todo com os alunos, por livre e espontânea vontade. Ele se senta aos seus pés para receber agrados ou ouvir histórias. “Oscar é muito divertido e muito fofo. Eu amo ele! Sempre que estou triste ele vem me alegrar”, conta Matthew Manning, de doze anos.

Fonte: ANDA

quinta-feira, 31 de março de 2011

Quer ser uma empresa parceira do Pêlo Próximo? Veja como é fácil!

O Projeto Pêlo Próximo está buscando novos parceiros.

Uniformes dos voluntários e pets terapeutas

Produtos e serviços para os cães terapeutas do projeto                                           

Manutenção do website

Compra de equipamentos utilizados nas visitas

Transporte dos voluntários e pets terapeutas


As empresas interessadas devem enviar email para
peloproximo@gmail.com

Estamos na edição de Abril da Revista Novas Idéias - Grandes Companheiros

Para ler a matéria , clique nas imagens abaixo.


terça-feira, 29 de março de 2011

Promoção do mês - Livro Como treinar um Supercão

Quer ganhar este super livro da Editora Alta Books? É muito fácil! Escreva para nós contando a maior travessura que seu cão aprontou. A melhor história será publicada na seção EU E MEU DONO na 2ª edição do Jornal Pêlo Próximo e ainda vai levar o livro de presente para casa. As histórias poderão ser enviadas para peloproximo@gmail.com. Não esqueça de enviar junto com a história uma foto sua com seu melhor amigo.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vídeo do Dia -Tratamento com cães ajuda na recuperação de pacientes com problemas psicológicos no Recife

Durante as brincadeiras, os animais aliviam os sintomas da depressão, ansiedade e transtornos de humor. A cinoterapia começou há quase uma no com pacientes com depressão e esquizofrenia. Uma das melhoras foi a redução de ansiedade.

Cães também podem ter diabetes

Cães adultos e fêmeas têm maior probabilidade de desenvolver a doença
 
Crédito: Reprodução/Flickr – Melissa Gray
Muito comum em humanos, a diabetes também pode afetar a saúde de seu totó. Apesar do que muitos pensam, a diabetes é o disturbio hormonal mais comum nos cães. A doença é uma deficiência no hormônio insulina que diminui a capacidade do sangue de metabolizar o açúcar.
Existem dois tipos de diabetes nos cães. O tipo I é o mais comum entre os cachorros e ocorre quando o sangue não produz insulina suficiente devido à destruição das células do pâncreas que produzem o hormônio. Para controlar os níveis de açúcar no sangue do animal basta aplicar doses controladas de insulina.
O tipo II ocorre quando há quantidades suficientes de insulina sendo produzidas, mas por alguma interferencia o corpo não consegue utilizar o hormônio.
A doença atinge, principalmente, cães de meia-idade e adultos e é duas vezes mais frequente nas fêmeas. A obesidade e drogas como glicocorticóides e progestagênios podem anular o efeito da insulina e contribuir para o aparecimento da diabetes.

Sintomas

Os principais sintomas da diabetes nos cães são:
  • Aumento da quantidade de água ingerida
  • O cão começar a urinar mais vezes ao dia
  • Perda de peso, apesar de o cão ter um bom apetite
  • Desânimo
  • Má condição física
Fonte:PetMag

quinta-feira, 24 de março de 2011

Leoa passa horas cuidando do companheiro doente, antes de ele ser sacrificado

Shiba, uma leoa do Zoológico de Pittsburgh, nos Estados Unidos, ficou ao lado do companheiro, até os últimos dias da vida dele. O leão africano conhecido como Juma, vivia no local desde 1990 e precisou ser sacrificado por conta de doenças relacionadas à idade, incluindo a demência felina.
- Seus tratadores tentaram encorajá-lo a comer, dando-lhe a sua comida favorita: peru. Mas sabíamos que, apesar de tudo o que estavam fazendo, sua qualidade de vida continuava piorando. Disse a Dra. Stephanie James, diretora de saúde animal da instituição, ao site do tablóide Daily Mail.
Shiba e Juma passaram a vida inteira juntos. E quando a artrite começou a impedir o rei da floresta de pular para a plataforma da jaula, ela o acompanhava até a cama de palha preparada pela administração do parque.
- Dias antes de morrer, Shiba passou horas cuidando dele e fez questão de ficar perto do amado o tempo todo. Revelou Kathy Suthard, tratadora do jardim zoológico. Segundo a profissional, a leoa já havia percebido que Juma não estava se sentindo bem.
O maior desafio de Shiba agora é voltar à rotina, o que, de acordo com os funcionários do zoo, está acontecendo aos poucos.

Fonte: Extra

Conheça a linda história de amizade entre uma cadela cega e seu companheiro

Uma cadela cega, da raça King Charles Spaniel, que tinha como guia e companheiro o cãozinho Leo, recuperou a visão. Segundo o Manchester Evening News, Ellie, de um ano, conseguiu recuperar a visão depois de ter sido submetida a uma intervenção cirúrgica para retirada de catarata.
Ellie tinha como principal companheiro Leo, um pastor alemão de 14 anos, que a guiava e evitava que outros cães a incomodassem. Mas, uma semana depois de recuperar a visão, Leo teve de ser eutanasiado, devido a um tumor.
“Estou muito feliz porque Ellie recuperou a visão, mas completamente devastada pela perda de Leo. Não havia nada que fazer. Ele era um em um milhão”, diz Judie Lander, a tutora dos cães.
Ellie foi um dos cinco cachorros resgatados pelos inspectores da RSPCA (Royal Society for the Preventionof Cruelty to Animals). Ela tinha cataratas e os músculos dos olhos não se desenvolveram, por ter sido mantida no escuro durante muito tempo. Judie, que vive em Royton, Inglaterra, é voluntária na secção de Rochdale da RSPCA e já conhecia Leo quando decidiu adotar Ellie.
“Senti muita pena dela, quando chegou, eu sabia que ela precisava de uma casa especial e  que ficaria bem com Leo, porque ele adorava cachorros e eles ficaram muito ligados um ao outro desde o primeiro minuto”, contou.
Leo tornou-se os olhos de Ellie, que o seguia para todo o lado antes de se enroscar nele. Depois de a RSPCA ter conseguido verbas para suportar a sua operação, Ellie foi tratada no Centro Médico Animal em Chorlton. Mas apenas uma semana depois da intervenção cirúrgica, que foi um sucesso, foi detectado o tumor em Leo.
“Sempre que se sentia nervosa, Ellie procurava a proteção de Leo. A relação dos dois não mudou depois de ela ter recuperado a visão. Foi como se Leo estivesse à espera de ver se tudo corria bem com ela antes de partir”, sublinhou Lander.

Fonte: ANDA / Os Bichos

Senadora defende a inclusão de veterinários em núcleo de saúde da família

Foto: Moreira Mariz
Em discurso nesta quinta-feira (24), a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) anunciou seu apoio à demanda dos médicos veterinários pela inclusão de um profissional da categoria no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), estratégia do Ministério da Saúde para atenção básica à saúde da população.
O Nasf, explicou a senadora, atende a população em diversas especialidades, como assistência social, nutrição, psicologia, pediatria, ginecologia, fisioterapia, fonoaudiologia, educadores físicos, além de práticas complementares, como fitoterapia e acupuntura, mas não conta com um médico veterinário, profissional a seu ver essencial para colocar em pratica o conceito de que, para as doenças, não há separação entre o homem, os animais e o meio ambiente.
Essa abordagem faz parte de estratégia chamada “Um Mundo, Uma Saúde”, elaborada por quatro organismos internacionais: Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Organização Mundial de Saúde (OMS) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Para Gleisi, em 2011, ano em que a profissão de médico veterinário celebra 250 anos de existência, seria uma justa homenagem atendê-los nessa demanda, que, a seu ver, significa dotar de melhores possibilidades de atendimento a sociedade brasileira.
Fonte: Agência Senado

Sair todo dia com seu cão é uma forma de demonstrar amor

Pratique todos os dias esse ato de solidariedade com um ser que depende totalmente de você.

Aumenta, cada vez mais, o número de pessoas com animais de estimação em casa. As pessoas que tem cachorro em casa sabem exatamente o que é necessário fazer para
deixá-lo feliz: afeto, brincadeiras e comida fazem parte dessa rotina, mas não é só disso que o cãozinho precisa. Com a vida que muitos levam, atribulada, cansativa e cheia de correria, muitas pessoas esquecem a importância do passeio com sua mascote e acabam deixando de lado algo que satisfaz muito o animal. Basta balançar a coleira em direção á porta para ver a euforia, alegria, latidos e o corre-corre em círculos abanando o rabo.
O passeio com o cachorro, desde filhote, deve ser prioridade e apesar da rotina exaustiva de ambos, é completamente necessário. Não apenas pelas necessidades fisiológicas do cachorro, mas também para ele aprender desde cedo a socializar com outros cães, pessoas, barulhos e movimentos evitando certas fobias no futuro. Os cães que passeiam com freqüência estão menos sujeitos à obesidade, problemas de comportamento, não sentem dor e acabam sendo mais confiantes diante, por exemplo, de barulhos diferentes. É a oportunidade que eles têm de exercitar seus instintos naturais e estarem sujeitos a estímulos diferentes como, por exemplo, outros odores e outros animais, o que não aconteceria no quintal ou no conforto de casa. Além disso, os cheiros diferentes que eles encontram nas ruas funcionam como uma “comunicação” entre eles. Assim, eles sabem que tipo de cão passou ali, se existe fêmea no cio, etc.. o que é indispensável para o animal.

Além disso, a relação entre dono/cachorro fica mais estreita, aumentando os laços, a afetividade e o conhecimento. Só não podemos esquecer das devidas providencias de cidadania que devem ser tomadas. Passear com os cães é saudável desde que os donos retirem as fezes deixadas pelos animais nas ruas, jogando no lixo e, com isso, evitando sujar nossa cidade.
 
Fonte: Jornal Rio Carioca 
Texto: Camila Romeiro
Revisão: Raquel Compulsione

Vídeo - Entrega das doações e visita ao Abrigo João Rosa

quarta-feira, 23 de março de 2011

Donos de cães praticam mais atividade física, diz pesquisa

O melhor amigo do homem colabora não só com carinho e companheirismo, mas também com a saúde. É que, de acordo com uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, os donos de cães se exercitam mais.

Os cientistas analisaram dados do Departamento de Saúde Comunitária de Michigan, incluindo a quantidade de lazer e atividade física dos voluntários. Segundo o jornal Daily Mail, descobriram que cerca de dois terços dos que têm cachorros relataram caminhar com eles regularmente.

Fora isso, os proprietários que passeiam com os animais de estimação se mostraram mais ativos de maneira geral. São 34% mais prováveis a atingir metas de atividade física. A publicação Journal of Physical Activity and Health divulgou esses dados.

(Fonte: Terra)

terça-feira, 22 de março de 2011

Abrigo João Rosa, no RJ, recebe doações do Projeto Pêlo Próximo

Em novembro de 2010, o Projeto Pêlo Próximo lançou para todo o Brasil o calendário “O Rio Pêlo Próximo”, em que os animais do projeto foram fotografados em vários pontos turísticos do Rio de Janeiro, pelas lentes mágicas da fotógrafa Luciana Botelho. A preparação do calendário durou cerca de dois meses e teve parte de sua renda revertida para o Abrigo João Rosa, localizado em Pilares, na Zona Norte do Rio.
No ultimo domingo (20), o projeto visitou o Abrigo para a entrega das doações. Com a renda do calendário, foram doados uma tonelada de ração Premium, remédios e produtos pets. Além disso, parte do dinheiro arrecadado foi usado também para a operação e internação de três cães do abrigo.
Durante a visita, os voluntários do Pêlo Próximo, puderam acompanhar o trabalho que as voluntárias, juntamente com o Sr. João Rosa, realiza com cerca de 200 animais que vivem hoje no abrigo.  O que mais marcou o grupo, foi a carência afetiva dos animais, a cada passagem de cômodos e baias, chegavam vários cães pedindo um pouco de carinho e atenção. Aproveitamos a oportunidade para conhecer o nosso “aufilhado” Tiririca futuro animal do Projeto. Elaine Natal, comportamentalista e adestradora do projeto, não se conteve e caiu de amores por nosso anjo de quatro patas.
O Abrigo João Rosa, é uma entidade que realiza um trabalho bonito de se ver. Apesar da grande quantidade de animais e da luta diária das voluntárias, o que vimos, foram animais saudáveis, bem tratados e à espera de um lar. Os cães que necessitam de atendimento veterinário são levados a clinicas e medicados. Quando há necessidade de internação, as voluntárias buscam a colaboração através do facebook e orkut.
Apesar da Campanha do calendário ter chegado ao fim, a parceria com o abrigo continua e não tem prazo para terminar. A partir desse mês, estamos criando uma campanha permanente de arrecadação de ração e medicamentos, além de colaborar na estrutura, organização e divulgação das feiras do Abrigo João Rosa.
Para quem quiser ajudar na campanha doando 1 saco de ração ou ser voluntário nas feiras de adoção, pode entrar em contato conosco através do email peloproximo@gmail.com .

Veja as fotos da visita ao Abrigo: