terça-feira, 4 de maio de 2010

Cachorro terapeuta pode ficar paraplégico

Sebastian sofre de displasia no quadril e precisará de doações para custear sua cirurgia, nos Estados Unidos
 
Um cachorrinho terapeuta dos Estados Unidos trouxe muita alegria e conforto às pessoas em hospitais, asilos e casas de repouso. No entanto, agora é ele quem precisa de ajuda: Sebastian está sofrendo de displasia e sua dona não dispõe de dinheiro para operá-lo, segundo informações da Gazeta de Petersburgo.

Embora não tenha nem um ano de vida, o Dogue de Bordeaux foi diagnosticado com displasia nos dois lados do quadril. Quando ele estiver um pouco mais velho, os ossos do local precisarão ser substituídos, caso contrário, ele perderá a capacidade de andar.

Em um esforço para salvar seu melhor amigo, Laura Sokolovic, de Whitehall, na Pensilvânia, lançou uma campanha e um site - www.help-sebastian.org – para angariar fundos. O motivo da mobilização é que a cirurgia, mais os medicamentos e a terapia, terão um custo estimado de 13 mil dólares, cerca de 22 mil reais, e o convênio de Sebastian não cobre condições hereditárias.

Laura é diretora de relações públicas e terapia animal dos hospitais Three Rivers Hospice e Family Home Health Services, onde Sebastian faz parte do programa de terapia. Juntamente com outro cão e um papagaio, os animais visitam os pacientes em casas de repouso, na residência do enfermo, e também fazem apresentações em hospitais, asilos e escolas.

Fonte: PetMag
Crédito: Reprodução/ohmidog!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Dica de leitura

A obra de Karen Cristini tem um grande alcance, por basear-se na experiência e no sucesso da terapia com animais nos casos de paralisia cerebral por ela estudados. Além disso, a autora amplia o horizonte de suas observações até descobrir o importante papel que o convívio com animais desempenha como fonte de equilíbrio, tranqüilidade e paz.

Numa primeira parte evidencia os mecanismos de amadurecimento psicomotor, muito prejudicados, principalmente, nos casos de encefalopatia crônica não-progressiva, paralisia mental e autismo. Nesses casos se aplica amplamente a função terapêutica exercida pelo convívio com animais facilitando os diversos tratamentos psíquicos e fisioterápicos nos aspectos físico, cognitivo, emocional e social. Em nenhum momento, a Terapia Assistida por Animais (TAA) substitui a intervenção direta das demais modalidades terapêuticas (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psiquiatra, psicólogo, clínico geral e outros), mas sempre as complementa, trazendo indiscutíveis benefícios psicológicos, pedagógicos e sociais aos participantes.

A obra mostra que a TAA contribui positivamente nas modalidades terapêuticas tradicionais utilizadas no tratamento de crianças/adolescentes/adultos com necessidades especiais. Outros fatores interferem no processo, mas a experiência demonstra que o recurso à TAA abre a possibilidade de aplicar exercícios e funções que muitas vezes são impossíveis de ser realizados somente com o uso da terapia tradicional.

Após a implantação da TAA, a maioria dos pacientes passou a aceitar de forma mais agradável as intervenções da fisioterapia, da terapia ocupacional, da enfermagem e dos cuidados diários como higiene e alimentação; isso tornou as relações mais produtivas. Além disso, como outro aspecto positivo, obtivemos o vínculo prazeroso estabelecido entre terapeutas e pessoas com necessidades especiais.
   


Editora: PAULINAS - CATÁLOGO GERAL

Área(s): FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO


sexta-feira, 30 de abril de 2010

Estamos no Prêmio Top 30 do Mês de Maio/2010

O Top30 Brasil é um sistema de ranking, gratuito, no qual os sites participantes são classificados pelo sistema de votação.
 

Os 20 sites mais votados pelos usuários em cada categoria são condecorados com um selo virtual, que especifica a categoria na qual o site está inscrito, sua respectiva colocação e a edição do ranking na qual o recebeu.

Não deixe de dar o seu voto ao Pêlo Próximo.

Campanha "Doe Palavra" do Hospital Mario Penna

O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte , que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto sensacional que se chama "DOE PALAVRAS". Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.

Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br/ , escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter) e sua mensagem aparece no telão para os  pacientes que estão fazendo o tratamento.
O Hospital Mário Penna colocou uma TV em cada quarto, e nelas vão passar mensagens enviadas por você. Nós do Projeto Pêlo Próximo, já fizemos nossa parte hoje.

"Quando achamos que não nos resta mais nada, surge a SUPERAÇÃO! Tenham FÉ e ESPERANÇA! Acreditem! DEUS vê e ouve tudo e a todos"
Roberta Araújo 
coordenadora geral do Pêlo Próximo

E você?
Participe, dê um pouco de carinho a quem necessita.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Hoje é o Dia Internacional do Cão-Guia

Hoje, 28 de abril, é dia de parabéns aos "olhos" das pessoas cegas. Os cães-guias proporcionam independência e são companheiros inseparáveis de seus usuários. Privilégio ainda de poucos, os cães-guias começam a se popularizar no Brasil e muita genta ainda não sabe como lidar com a presença do cão, que de acordo com a Lei Federal 11.126/2005 tem acesso assegurado em qualquer ambiente e no transporte público. Em junho do ano passado, a vereadora Mara Gabrilli lançou a campanha Pode Entrar para conscientizar os taxistas da cidade de São Paulo sobre os cães-guias. Conheça: www.maragabrilli.com.br/pode-entrar

Ainda hoje, das 11 horas às 22 horas, o Balcão da Cidadania do Shopping Iguatemi (Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jd. Paulistano), em São Paulo, será cenário para uma ação de conscientização no Dia Internacional do Cão-Guia. A ação, coordenada pela ONG Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS), tem a missão de chamar atenção para uma triste estatística: o Brasil possui  5,4 milhões de pessoas com perda visual severa e cerca de 70 cães-guia. O Brasil tem demanda potencial de usuários para mais de 10 mil.

Caminhar sem bater a cabeça nos orelhões, andar sem tropeçar nos buracos das calçadas e pegar um ônibus sem precisar dar o braço a alguém. Para quem não pode ver os caminhos da cidade - e os obstáculos que eles guardam -, ter um cão-guia é como ganhar novos olhos, braços e pés para enfrentar a metrópole. Apesar da transformação que o animal causa na vida da pessoa com deficiência, conseguir um ainda é muito difícil no Brasil.

Na tentativa de aliviar o atual cenário - o País tem 5,4 milhões de pessoas com perda visual severa e cerca de 70 cães-guia -, políticas públicas começam a surgir no setor. O governo federal e o Inmetro estão finalizando a regulamentação dos centros de treinamento e da prática de treinadores autônomos de cães. A previsão é que o decreto seja consolidado neste semestre. "É a partir desse instrumento que vamos organizar tudo", diz Hélcio Rizzi, coordenador-geral de projetos da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Em paralelo, a Universidade de São Paulo e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão definindo o projeto arquitetônico do prédio que abrigará a escola de instrução de animais e treinadores. Por ano, serão formados 25 instrutores e treinados 30 cães.

Estima-se que existam 12 mil pessoas nas filas de organizações não governamentais e centros de treinamento à espera por um cão. A International Guide Dog Federation, na Inglaterra, recomenda que eles sejam treinados e doados por instituições e escolas. Mas é possível comprá-los fora do País. Também há treinadores autônomos que cobram para instruir os animais.

"Vender um cão é errado, porque normalmente quem necessita de um é quem precisa se virar, trabalhar, e não tem dinheiro para comprá-lo", afirma o treinador Fabiano Pereira, da Escola de Cães-Guia Helen Keller, de Camboriú (SC).

Por causa dos custos elevados - o treinamento e o acompanhamento do animal custam, em média, R$ 25 mil -, os centros vivem de doações e realizam parcerias com empresas, em busca de patrocínio, e escolas estrangeiras. Em razão desses convênios, quem traz um cão dos EUA, por exemplo, se comunica em inglês com o animal no início.

Mesmo com as parcerias, as dificuldades financeiras dessas instituições são grandes. "A situação é precária porque sem recursos é difícil continuar o trabalho", afirma Moisés Vieira Júnior, instrutor do Instituto Iris.

Encontro Para se tornar dono de um cão-guia, os interessados devem se inscrever na seleção realizada pelos centros. Não há um número oficial de escolas no Brasil, mas calcula-se que, além dos treinadores autônomos, existam cerca de dez - entre as quais estão o Instituto Iris (SP), Helen Keller, Integra (DF) e Cão-Guia Brasil (RJ).

É recomendável que o candidato seja maior de idade, pois será responsável pela vida do cão, com cuidados que vão da escovação do pelo à vacinação. Após a inscrição, o interessado passa por uma avaliação que considera atividades cotidianas, como trabalhar e usar o transporte público, já que o cão deve ser destinado a pessoas com vida ativa.

Ao receber o cão-guia, a vida da pessoa com deficiência visual ganha níveis de independência e segurança antes nunca experimentados. "Não conseguia sair sozinha da minha casa e ir até o ponto de ônibus", lembra a estatística Katia Marques, de 27 anos, que é guiada por Sam, um labrador amarelo.

A conquista ganha contornos ainda mais especiais para aqueles que se recusavam a usar a bengala. "Tinha horror da bengala, sempre a escondia", lembra o advogado Genival Santos, de 31 anos, que perdeu a visão aos 17. Hoje, ele, que é noivo de Katia, convive com a cadela Layla, de 4 anos. "Com a bengala, as pessoas te olham com pena, porque ela te expõe como deficiente", explica a técnica de vendas Érsea Alves, de 55 anos. "Agora, elas olham para o Toby", conta ela sobre seu labrador de 3 anos.

A dimensão do vínculo afetivo criado entre o dono e o cão-guia, segundo os usuários, é difícil de compreender. "É a forma mais pura de amor. É uma parceria, uma parte de você e um amor de pai para filho", resume o repórter do Estado Lucas de Abreu Maia, que é guiado pela cadela Annie há 6 anos.

Desafios Quando o adestrador George Harrison, que toca o projeto carioca Cão-Guia Brasil, foi entregar ao dono a cadela Raíssa, o primeiro cão do programa, teve uma surpresa. "Descobri que se tratava de uma comunidade de baixa renda, um espaço geográfico caótico, sem calçada, meio-fio ou asfaltamento." O resultado: teve de treinar novamente Raíssa, que hoje guia o músico Antônio da Silva, de 21 anos.

Além da logística difícil da cidade, os novo usuários ainda têm de se adaptar aos insistentes pedidos de pessoas que querem brincar ou fazer carinho no cachorro - o que não é recomendável, porque o animal não deve se distrair do "trabalho" de guia.

Porém, apesar da curiosidade, muitos enfrentam preconceito. "Já chamei a polícia em um restaurante e fui agredida no metrô por uma mulher que achou um absurdo ter um cão no vagão", diz Daniela Kovacs, de 30 anos, companheira do labrador Basher há quase 3.


Saiba mais:

www.caoguia.org.br/

www.iris.org.br


Aprenda a se relacionar com um cão-guia


  • Antes de mais nada saiba que sou um cão de trabalho e não um bichinho de estimação
  • Meu comportamento e trato são totalmente diferentes dos outros cães e devo ser respeitado em minha dupla função de guia e fiel companheiro de meu dono.
  • Ah! E eu tenho hora e local para fazer minhas necessidades. Sei que durante meu trabalho não posso sair sujando por onde passo...
  • Por favor, não me toque quando eu estiver trabalhando, ou seja, quando eu estiver com a guia. Se fizer isso posso me distrair e jamais devo falhar.
  • Se um cego com cão- guia lhe pedir ajuda, aproxime-se pelo lado direito, de maneira que eu fique à esquerda.
  • Se um cego com cão guia lhe pedir informações, dê indicações claras no sentido em que deve dobrar ou seguir para chegar ao local.
  • Não se antecipe e nem pegue o braço de um cego acompanhado de um cão-guia, sem antes conversar. Muito menos toque na minha guia, pois ela é só para uso do cego que acompanho.
  • Eu, como cão-guia, estou habituado a viajar em aviões, ônibus, carros, acomodado aos pés do meu dono, sem atrapalhar os passageiros, tanto dentro como fora do país.
  • Podemos entrar em cinemas, restaurantes, hospitais... Tudo isso, graças ao forte treinamento que recebemos. Sempre ficamos acomodados aos pés do nosso dono.
  • Não precisa ter medo da gente.
  • Existe uma lei federal 11.126 de 2005 e o decreto nº. 5.904/2006 que obriga o transporte do cão-guia com seus donos.

Fonte: com informações de O Estado de S.Paulo - Mariana Mandelli/COLABOROU CLARISSA THOMÉ, DO RIO - 25/04/2010
Portal Mara Gabrilli

Lei nº 215/2007 - ANIDA e SUIPA alertam

PL federal que cria Código Federal de Bem Estar Animal institui morte dos animais

Muitos têm repassado um abaixo assinado apoiando o projeto de lei 215/2007 que institui o Código Federal de Bem Estar Animal. Mas muitos desconhecem o prejuízo que este projeto de lei pode acarretar para a causa animal.

É importante frisar que o Projeto de Lei em questão nada tem a ver com a Lei do Rio Grande do Sul, que permite o uso de animais em cultos religiosos, vale lembrar que temos uma Lei e um Decreto Federal que proíbem e punem a prática de crueldade e maus tratos contra animais, que se aplicam perfeitamente no Rio Grande do Sul, uma vez que uma Lei Estadual nunca se sobrepõe a uma Lei Federal.

Leiam o Código que está no site http://www.camara.gov.br/sileg/MontarIntegra.asp?CodTeor=436891

No caso dele ser sancionado as Leis Estaduais e Municipais, em todo o Brasil, que proíbem a matança de animais nos CCZ, Canis Públicos e Congêneres não terão mais validade em vários de seus artigos, pois o Código prevê a matança :

do mordedor compulsivo, cuja mordedura seja comprovada apenas laudo testemunhal ;
do animal em sofrimento;
do animal com fraturas;
do animal com hemorragias;
do animal com impossibilidade de locomoção;
do animal com mutilação;
do animal com feridas extensas ou profundas;
do animal com eviscerações e prolapsos com ocorrências constatadas por médico veterinário.

Fonte: Dra. Andréa Lambert (ONG ANIDA)

Pêlo Próximo em destaque no Portal Pauta Social

Tratamento oncológico começa a adotar a cão terapia

O tratamento oncológico torna-se complicado e difícil para o paciente que muitas vezes precisa, além de uma equipe médica especializada, do apoio da família, da presença dos amigos, de atividades culturais e de lazer. Junto a tudo isso, é necessário também um bom acompanhamento psicoemocional, aumentando a chances de cura.

Os principais centros mundiais de tratamento oncológico estão com uma novidade inusitada: a participação de animais no processo, ou seja, a cão terapia, que utiliza cães treinados e devidamente apropriados para o convívio com pacientes em ambiente hospitalar, permitindo que os doentes brinquem e se distraiam com os animais.

O Brasil já está adotando o tratamento por intermédio de profissionais da área psicológica. A cão terapia é um trabalho científico, cujos resultados são notados a cada sessão, e não é uma atividade lúdica, como muitos pensam.
A médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira, afirma que um cão traz alegria e diversão à maioria das crianças. “A ideia de incluir o animal no tratamento de crianças com câncer é perfeita porque essa relação pode trazer resultados surpreendentes, estimulando a autoestima e até minimizando os traumas do tratamento”, ressalta a veterinária.

Com a cão terapia, pôde-se notar melhoras no quadro do paciente oncológico como a redução da pressão arterial, da frequência cardíaca, da depressão, da dor e uma consequente diminuição de uso de medicação psicotrópica e analgésica, além do estímulo à prática de atividades físicas.


Fonte: Portal Educação

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Participe! - Campanha Adote um bichinho e salve uma vida

Venha participar e divulgue !
Sábado dia 1 de maio, das 9 as 16 h acontecerá a Campanha Adote um bichinho e salve uma vida, na rua Marques de Abrantes 19 lj B, em frente a loja Agua Point. No Flamengo a campanha é realizada todo primeiro sábado do mês, mas em abril devido o feriado será no proximo sábado, e tem por objetivo incentivar a adoção de animais abandonados nas ruas e praças da cidade. Poderão ser adotados cães e gatos, tanto filhotes como adultos. Também poderão ser adotados animas especiais da campanha Faça Diferente, adote um animal deficiente.
Também estaremos recebendo doações de ração, medicamentos, jornais, produtos de limpeza, areia higiênica e qualquer tipo de agasalho.
Para adotar um animalzinho, os interessados deverão levar um comprovante de residência e um documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade.
Quem tiver interesse em trazer animais para adoção ou em ser voluntário, entre em contato!
andrealambert@terra.com.br / 9632-8115

Divulgação: ONG ANIDA

terça-feira, 27 de abril de 2010

Curso de Psicoterapia Assistida por Animais - Dr. Alexandre Monteiro

Curso ministrado pelo Dr. Alexandre Monteiro,coordenador do Projeto Animallis de Terapia Assistida por Animais. Inscrição com 50% de desconto para os dois primeiros voluntários do Projeto Pêlo Próximo que quiserem participar do curso.

Que exemplo! O Cachorro que é ativista ecológico

Conheça Puglet o cachorrinho que é ecologicamente correto, ele recicla, faz compras conscientes e muito mais. 
Siga o bom exemplo deste lindo cachorrinho e pratique a sustentabilidade no seu dia a dia.
Assista o video e o conheça:



Fonte: Portal Coletivo Verde

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Revista Mundo Bicho de Santa Catarina destaca o Pêlo Próximo em sua edição

Dica de Leitura - Nanquim Memórias de um Cão Terapeuta

Nanquim é um cachorro escritor que, convencido de sua beleza e charme, decidiu contar sua história. Ele foi o escolhido - de uma ninhada de sete filhotes -, pelo Doutor, para morar em uma casa grande e silenciosa, cheia de corredores e alas, onde tudo era branco, e também moravam duas coelhas.

Tinha a função de visitar as pessoas que iam e vinham. Em uma dessas visitas, ele conheceu Maia que, diferente das outras crianças, não correspondia às suas gracinhas. As coelhas lhe contaram que a menina sofria de uma doença grave e corria o risco de morrer. O cão ficou abalado, fugiu da casa para conhecer "o mundo colorido", pois, até então, no seu mundo só havia o branco e o cinza.


Na rua, Nanquim conheceu Gengibre - outro cachorro - que lhe explicou o significado de seu trabalho: Nanquim morava em um hospital que tratava de pessoas com câncer e não era a sua beleza e charme que conquistavam as pessoas, mas o carinho e atenção que dedicava aos doentes.

Texto construído com vários recursos de tipografia e ilustrado com imagens em movimentos que se apropriam das cores para narrar em "duas vozes" a história, cujo conteúdo tem uma proposta inovadora e se abre como alternativa para aqueles que buscam a cura. Nanquim existe! Ele faz parte da equipe de um hospital de Santos (SP) que trabalha com a pet terapia.

Uma bela iniciativa da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Divulgue!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Pêlo Próximo em destaque no Portal R7

Projeto carioca incentiva a zooterapia

Cães ajudam a estimular o raciocínio e a coordenação motora

Do R7
 
Getty Images 
Foto por Getty Images
ONG recruta cães para tratar pacientes doentes

Por meio da TAA (Terapia Assistida por Animais, do original em inglês, "Animal Assisted Therapy") ou zooterapia, cães podem ajudar a estimular o raciocínio e a coordenação motora de pacientes doentes. Pensando nisso, um projeto do Rio de Janeiro incentiva o tratamento com a ajuda dos animais.

Os voluntários do Pelo Próximo – Solidariedade em 4 Patas visitam escolas e instituições que cuidam de crianças, idosos, adultos e portadores de necessidades especiais. O grupo realiza atividades como apresentação de agility (esporte que mede velocidade e habilidade do cão), boliche, futebol, contato direto com o animal e exercícios que estimulam o raciocínio e trabalham a coordenação dos pacientes.
 
A organizadora e psicóloga do projeto, Roberta Araújo, diz que a proposta é realizar um trabalho focado no cão, que é o principal instrumento.
 
 - Em cada visita, procuramos realizar um exercício diferente, adaptando o grau de dificuldade para cada situação. Esses animais promovem verdadeiros milagres, eles mudam completamente a rotina de nossos visitados, estimulam o raciocínio e principalmente recuperam a auto-estima dos pacientes.
 
Seu cão também pode ajudar

Seu cachorro pode ser um voluntário do projeto. Para participar, todos precisam estar vacinados, vermifugados e não podem demonstrar qualquer tipo de agressividade. Os bichos passarão por uma avaliação comportamental, que será realizada pelo adestrador e coordenadores do projeto.

O dono deve apresentar um atestado do veterinário comprovando a boa saúde do animal.

Para entrar em contato com a equipe do projeto Pelo Próximo, basta acessar o blog do projeto: www.peloproximo.blogspot.com.

terça-feira, 20 de abril de 2010

“Projeto Pêlo Próximo” busca parceria solidária com empresas

Voluntários realizam visitas filantrópicas de pet terapia em várias instituições do Rio de Janeiro



Criado no Rio de Janeiro, o Projeto Pêlo Próximo – “Solidariedade em 4 patas”, tem por objetivo chamar a atenção  para a importância do trabalho da pet terapia. O  grupo, formado por voluntários, realiza um trabalho filantrópico de visitas a Instituições que cuidam de crianças, idosos, portadores de necessidades especiais e escolas.

O grupo conta atualmente com 35 voluntários, dentre eles pode-se encontrar veterinário, adestrador, fonoaudiólogo, psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista, terapeuta ocupacional e uma estagiaria de pedagogia, que tem a função de estimular através da leitura a importância do respeito aos animais e esclarecer de forma lúdica a posse responsável.

O Projeto conta hoje com um staff de 23 cães, que realizam diversas atividades com pacientes, assim como contato direto com o animal; exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade fina dos pacientes; escovação; exercícios com arco; exercícios de estimulação usando o boliche e o futebol; além de apresentação de agility e show dog.

Nas visitas às instituições infantis, o Projeto conta com o “Pet Health”. Nessa atividade, as crianças assumem a função de médicos mirins, colocando máscaras de cirurgia e sendo incentivadas a explorar o corpo do cão no sentido de escutar seu coração, seus pulmões, simular aplicação de injeção, fazer curativos, medicar (com água) e finalizando, realizam o diagnóstico do animal. Essa atividade serve como estímulo ao raciocínio e a criatividade das crianças, ao mesmo tempo em que as conscientizam da importância que tem uma vida.

“Por se tratar de um projeto voluntário, não temos recursos. Toda a estrutura do projeto, como transporte, equipamentos e uniformes são adquiridos pelos próprios voluntários. Infelizmente, isso dificulta em muito o atendimento a todas as Instituições que solicitam nossas visitas pois, algumas são distantes do centro do Rio e temos voluntários que não possuem uma condução própria para irem até os locais. Estamos procurando parcerias com empresas que queiram ajudar oferecendo seus serviços ao projeto. Nosso sonho é poder atender a todos que necessitam do tipo de trabalho que realizamos, pois esses animais mudam completamente a rotina de nossos visitados recuperando, a curto prazo, a auto-estima dos pacientes facilitando sua melhora ou até mesmo sua cura.” - finaliza finaliza Roberta Araújo, coordenadora geral do projeto.

Para entrar em contato com a equipe do Projeto Pêlo Próximo, basta enviar um email para peloproximo@gmail.com ou acessar o blog do projeto www.peloproximo.blogspot.com

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Projeto carioca de Pet Terapia leva esperança a quem mais precisa

“Pêlo Próximo” quer mostrar a importância e os benefícios dos animais no tratamento de doenças


Criado no Rio de Janeiro, por um grupo de voluntários amantes dos animais, o Projeto Pêlo Próximo – “Solidariedade em 4 patas”, tem por objetivo chamar a atenção  para a importância do trabalho da terapia canina. O grupo realiza um trabalho filantrópico de visitas à Instituições que cuidam de crianças, idosos, adultos,portadores de necessidades especiais e escolas.

O trabalho do grupo, que conta hoje com um staff de 23 cães, é proporcionar uma tarde de alegria, realizando atividades com cães e pacientes, apresentação de agility, show dog, boliche, futebol, contato direto com o animal e exercícios com arco, escovação e exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade fina dos pacientes. Nas visitas às instituições infantis, o Projeto conta com o “Pet Health”. Nessa atividade, as crianças assumem a função de médicos mirins, colocam máscaras de cirurgia e são estimuladas a explorar o corpo do cão, escutam o coração, simulam a aplicação de injeção, de curativos, medicam com água e no final fazem o diagnóstico do animal.

O grupo conta atualmente com 35 voluntários, dentre eles veterinário, adestrador, fonoaudióloga,psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista, terapeuta ocupacional e uma estagiaria de pedagogia, que tem a função de estimular através da leitura a importância do respeito aos animais e esclarecer de forma lúdica a posse responsável.

- “Nossa proposta é realizar um trabalho diferente trazendo para o centro das atenções o cão, que é o nosso principal instrumento de trabalho. Em cada visita, procuramos realizar um exercício diferente, adaptando o grau de dificuldade para cada situação. Esses animais promovem verdadeiros milagres, eles mudam completamente a rotina de nossos visitados, estimulam o exercício, o raciocínio e principalmente recuperam a auto-estima dos pacientes.Esse projeto é muito gratificante para todos nós, pois saímos com a sensação de dever cumprido e com o olhar e sorriso dessas pessoas guardados em nossa mente” – afirma a organizadora e psicóloga do projeto Roberta Araújo.

Para participar do Projeto, todos os cães precisam estar vacinados e vermifugados, passar por uma avaliação comportamental que será realizada pelo adestrador e coordenadores do projeto, apresentar um atestado do veterinário comprovando a boa saúde do animal e, principalmente, não podem demonstrar qualquer tipo de agressividade.

Para entrar em contato com a equipe do Projeto Pêlo Próximo, basta enviar um email para peloproximo@gmail.com ou acessar o blog do projeto www.peloproximo.blogspot.com