terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
PRÊMIO TOP BLOG 2010 - Pêlo Próximo está participando na categoria Saúde Corporativa
Blog Pêlo Próximo está participando na categoria Saúde Corporativa
Top Blog Prêmio é um sistema interativo de incentivo cultural criado no ano de 2008 pela MIX Mídia Digital (TOPBLOG), destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (Júri acadêmico TOPBLOG), os Blogs Brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo e categoria.
O objetivo do Top Blog Prêmio é promover, divulgar e patrocinar a iniciativa dos proprietários de blogs que interagem socialmente pela rede internet com finalidade de compartilhar seus conhecimentos, idéias, experiências e perspectivas, contribuindo solidariamente com o desenvolvimento social e cultural do País.
A eleição 2010 do Top Blog Prêmio será realizada em dois turnos. O primeiro turno será feito pelo Júri Popular (Internauta) e o segundo turno será realizado pelo Júri Popular e Acadêmico.
Para votar, bata clicar no selo que está postado no blog e em seguida no ícone "votar". Preencha os campos com seu nome e endereço de email. Depois você receberá um email para confirmar o voto. Vote e participe!
A votação do 1º turno segue até o dia 06/10/2010, onde serão escolhidos os TOP100 (Cem Blogs em cada grupo e categoria que receberem o maior número de votos).
Link para votação: http://www.topblog.com.br/2010/index.php?pg=busca&c_b=1811727
sábado, 8 de maio de 2010
Projeto Pêlo Próximo fará palestra na Abraz-RJ
O Projeto Pêlo Próximo – solidariedade em 4 patas, realiza neste sábado (08) uma palestra para ABRAZ-RJ (Associação Brasileira de Alzheimer), durante o Curso/Treinamento para Cuidadores de Doentes de Alzheimer e Idosos Dependentes que acontece na UFF, em Niterói.
O objetivo da palestra, é mostrar os benefícios da pet terapia como auxiliador no tratamento do Alzheimer, onde o animal tem a função de facilitador.
Durante a apresentação do grupo, a fisioterapeuta e a terapeuta ocupacional do Projeto demonstrarão como são realizados os exercícios fisioterápicos com os cães, aplicados durante cada visita realizada. O Projeto conta ainda com a participação da calopsita Billy que integra o seleto grupo dos pet terapeutas.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Pêlo Próximo visita a Pousada Residencial para Idosas
Ontem, dia 06/05, levamos nossos pets terapeutas para uma visita especial na Pousada residencial para Idosas, no Grajaú.
Como sempre, a manhã foi marcada por grandes emoções, muita troca de carinho e amor entre as vovós e os animais.
Também foi um dia de estréia, nosso novo mascote, a calopsita Billy, foi a grande atração da visita.
Billy, distribuiu muito carinho, bitocas, e se entrosou perfeitamente com os cães do Pêlo Próximo.
Em breve, disponibilizaremos o vídeo da visita para que todos possam ver o bem que esses animais promovem aos visitados.
Abaixo, postamos as fotos e as atividades desenvolvidas pelo grupo na Pousada.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Portal G1 destaca o Projeto Pêlo Próximo
'Cães terapeutas' ajudam a tratar depressão e Alzheimer
Pet terapia' conquista espaço em casas de reabilitação no Rio.
ONG Pêlo Próximo terá reforço de calopsita nas visitas de trabalho.
Leia a matéria na íntegra
Idosos com Alzheimer, portadores de necessidades especiais, além de crianças e adultos com depressão podem obter avanços no quadro clínico graças ao contato com cães. A afirmação é da ONG Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas”, que utiliza a chamada "pet terapia" (terapia realizada com a presença de animais) para ajudar no combate a doenças e ainda estimular o respeito ao animal.
São 23 “cães terapeutas”, de diferentes raças, e 35 voluntários no projeto, entre veterinário, adestrador, fonoaudiólogo, psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista e terapeuta ocupacional.
De acordo com a psicóloga e coordenadora do grupo, Roberta Araújo, os animais realizam atividades para trabalhar o raciocínio, como a escovação, exercícios com arco, boliche e futebol, além da apresentação de shows dos cães.
“A vantagem do cão é que o amor dele é incondicional. Para ele não tem preconceito. Em visitas a idosos, você vê um idoso que não levanta a mão pra pegar um copo de água, mas ele abaixa o tronco pra fazer carinho no cachorro, ele penteia o cachorro, que é um exercício de extensão dos membros. Se é cadeirante, é um tipo de exercício, se é idoso, é outro”, explica Roberta.
Para as crianças, há ainda o “pet health”, quando os cães viram os pacientes e os pequenos, os médicos. “Eles escutam o coraçãozinho do cachorro, examinam os olhos, dão injeção com seringa sem agulha, enfaixam a patinha”, exemplifica.
Calopsita vai ajudar no trabalho
A partir de maio, o projeto ganha um novo integrante: a calopsita Billy. O objetivo é que a ave auxilie no estímulo da motricidade fina, como a ação de segurar um copo, por exemplo.
“Na verdade, isso não é nem um trabalho, é um prazer inenarrável. Se os cães pudessem falar, eles diriam da alegria que é atender quem realmente necessita, quem está abandonado em lares e hospitais. Eles mudam completamente a rotina dessas pessoas. E essas pessoas adquirem uma esperança a mais”, disse a psicóloga, que alegou ainda que, em alguns casos, pacientes até diminuem a ingestão de remédios após a visita da ONG.
Quem já participou, faz festa. A dona de casa Elisabete Teixeira, de 47 anos, é voluntária do grupo e dona de um dos cães e da calopsita. Ela começou o trabalho por causa da filha Nathália, de 21 anos, que sofre de depressão e ansiedade. “Pra gente é altamente gratificante. Faz bem pra gente e a gente vê a felicidade do outro. Minha filha teve uma melhora muito grande. E os visitantes adoram. Na despedida sempre pedem pra gente não demorar a voltar”, contou.
Mas ainda há resistência de algumas clínicas de reabilitação em relação aos animais, segundo a coordenadora. “Há um preconceito. É difícil entrar em hospitais, eles não aceitam. Aqui no Rio é muita luta, em São Paulo eles têm passagem aberta”, revelou.
Idosos com Alzheimer exercitam a memória
A assistente social Rita de Cássia Ribeiro, dona de uma clínica para idosos no Grajaú, Zona Norte do Rio, já recebeu o grupo Pêlo Próximo e faz coro com a psicóloga. “A pet terapia é uma coisa muito nova. A vigilância sanitária tem muito medo dos animais. O animal tem que estar totalmente vacinado, entre uma série de outras exigências, e tem gente que não gosta de bichos”, disse.
Para Rita, no entanto, que tem especialização em Gerontologia, os animais são extremamente importantes na recuperação de várias doenças. Segundo ela, o contato com os cães estimula o retorno ao passado para idosos com Alzheimer. Ela conheceu esse tipo de trabalho em um congresso e desde então o adota em sua clínica.
“É um trabalho maravilhoso. Tem uma senhora aqui que ela nunca sorri, e ela sorrindo pra gente com a cachorrinha menor foi fascinante. E aí eles lembram que tiveram animais, lembram do nome”, explicou ela.
Segundo ela, mesmo sabendo que poucos idosos se recordam da experiência com o grupo, os instantes de felicidade que os animais proporcionam nas visitas são compensatórios e transformadores. “É uma coisa que não abro mão”, declarou.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Cães terapeutas podem ajudar quem se sente sozinho
A Terapia Assistida por Animais ganha cada vez mais espaço no Brasil no tratamento de doentes físicos e mentais
Só quem tem um animal por perto sabe a delícia que é receber carinho gratuito e um amor incondicional. No caso de pessoas com limitações físicas ou mentais, a medicina percebeu que essa relação pode ainda trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida dos doentes. Como? Por meio da TAA (Terapia Assistida por Animais, no original em inglês, Animal Assisted Therapy) ou zooterapia.
O benefício da TAA é comprovado pela psicóloga Katia Aiello, que trabalha com seis cães terapeutas adestrados e treinados. Um deles, Guria, uma beagle fêmea de três anos, trabalha há um ano com portadores de síndrome de Down. Já a golden retriever Milla, de seis anos, trabalha há quatro com idosos em asilos e crianças cardíacas no hospital Dante Pazzanese, em São Paulo (SP).
- Foi comprovado cientificamente que a relação do ser humano com o animal o faz produzir endorfina, serotonina e noradrenalina. O paciente fica mais afetuoso e mais aberto para receber o tratamento.
Katia diz que o exemplo se aplica bem às crianças autistas, que geralmente se comportam de forma alheia a realidade: “O contato com os animais as fazem reagir, interagindo com o meio. No caso dos idosos, o carinho sem pré-condições aumenta a autoestima, já que boa parte dos casos são de pessoas que se sentem sozinhas ou abandonadas”.
Os cães terapeutas de Katia passam por uma rigorosa seleção para estarem aptos a fazer o trabalho. Primeiro passam por uma avaliação baseada no teste padrão feito nos Estados Unidos e Canadá pela Delta Society – o “Bom Cidadão” (Good Citizen, no original em inglês).
- Para ser escolhido, o cão deve ser dócil e gostar de ser tocado. Esses tipos de cães são indicados para o tratamento com crianças, idosos, acamados e hiperativos de todas as idades.
A regra se aplica à maioria dos cães, de acordo com Katia. Mas para tornarem-se de fato cães terapeutas, eles devem antes seguir alguns requisitos: ter mais de um ano, ser castrado, vermifugado, tomar as vacinas, banho e anti-pulgas e serem treinados com profissionais. Cães de guarda ou hiperativos não são indicados, por terem instinto violento ou impulsivo.
O veterinário Mauro Lantzman ressalta, no entanto, que todos esses benefícios dos cães terapeutas não devem ser encarados como um milagre.
- É preciso fazer uma diferenciação entre atividades recreativas com animais e a terapia assistida. Na terapia, o animal entra como parte do processo de intervenção psiquiátrica. Essa atividade tem um objetivo definido e um planejamento com atividades compartilhadas com vários profissionais e dados coletados. O animal não faz nenhuma mágica.
Fonte: Portal R7
Voluntariado Animal
Número cada vez maior de pets se envolve em trabalhos voluntários
Ser voluntário é doar tempo, trabalho e talento social, e dessa forma contribuir para melhorar a qualidade de vida da comunidade.isso significa que qualquer um pode ser voluntário, certo? Pelo menos é o que tem se visto em trabalhos inovadores, realizados em diferentes pontos do país.
Cada vez mais um número maior de cães (sim, cães!) têm doado parte de seu tempo para ajudar no tratamento e recuperação de pessoas debilitadas. Na Ong OBIHACC (organização Brasileira de interação, Homem-Animal Cão Coração), que desenvolve o projeto “Cão do Idoso “, os cães-voluntários já chegam a 72. “O projeto tem por objetivo desenvolver atividade e Terapia Assistidas por Animais, melhorando a qualidade de vida, o bem-estar e a socialização dos idosos”, explica Silvana Braga, coordenadora do projeto.
Neste projeto, os cães realizam visitas semanais a casas de repouso e abrigos, sempre acompanhados por seus donos, que também são voluntários na ONG. As visitas são desenvolvidas e acompanhadas por uma equipe multidisciplinar, no qual veterinários, psicólogos, fisioterapeutas, adestradores e fonoaudiólogos desenvolvem atividades lúdicas,a partir de uma abordagem construtivista que estimula o exercício mental, físico e social dos idosos.
Uma vez por semana o lar de idosos Vivência Feliz, em São Paulo, se prepara para receber os cães-voluntários. A participação dos idosos nas atividades não é obrigatória, conforme revela Joaquim Carlos de Barros, vice-presidente da instituição, no entanto a adesão é da maioria. “Os voluntários do Cão do idoso têm total autonomia no Lar, pois a dedicação e o comprometimento deles é comovente. Só entende a importância deste trabalho quem está envolvido”. atesta. E histórias não faltam para confirmar. “temos no asilo uma senhora com um grave quadro de depresão, que no dia-a-dia quase não interage com os funcionários, não corresponde, mas na presença dos cães ela reage, e no resto do dia sente-se capaz de fazer outras atividades sozinha”.
Interação homen-animal: benefícios comprovados cientificamente
Pioneira na pesquisa das relações afetivas entre pacientes e animais, aos quais chamava de co-terapeutas, a psiquiatra Nise da Silveira introduziu os animais em seus trabalhos com os esquizofrênicos na década de 50. Atualmente, a Terapia Assistida por Animais, ou Pet terapia, como também é conhecida, já tem seus benefícios comprovados pela ciência.
Pioneira na pesquisa das relações afetivas entre pacientes e animais, aos quais chamava de co-terapeutas, a psiquiatra Nise da Silveira introduziu os animais em seus trabalhos com os esquizofrênicos na década de 50. Atualmente, a Terapia Assistida por Animais, ou Pet terapia, como também é conhecida, já tem seus benefícios comprovados pela ciência.
Diminuição da pressão sanguínea e cardíaca, melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e aumento da auto-estima são apenas alguns deles. Também estimula a interação social e tem uma ação calmante e antidepressiva, o que resulta, em alguns casos, na redução da quantidade de medicamentos.
No Centro de Medicina do idoso do Hospital Universitário de Brasília, cachorros já auxiliaram no tratamento dos pacientes com Mal de Alzheimer. O trabalho voluntário, desenvolvido por três veterinárias, foi recebido com entusiasmo pelo geriatra Renato Maia, diretor da unidade. “As técnicas aplicadas ajudam os pacientes a ativar a memória recente, a mais afetada pela doença”, certifica Maia. Como era de se esperar, a princípio a proposta de terapia com cães-voluntários causou surpresa no ambiente hospitalar, mas em pouco tempo a desconfiança cedeu lugar ao otimismo,devido os excelentes resultados obtidos. A melhora também foi percebida pelos parentes dos pacientes submetidos á terapia, que reconheceram melhora no humor, maior disposição destes em se submeter aos tratamentos contra a doença, além de aumento no interesse em participar das tarefas domésticas.
Questão de comportamento
Mas para que o voluntariado com animais possa ser realizado, preservando tanto o bem-estar do animal como dos assistidos, alguns cuidado são fundamentais, afinal nem todo cão está apto a realizar a atividade, apenas pelo fato de ser dócil. O controle sanitário deve ser rígido, com revisão veterinária uma vez por mês. Os cães devem comparecer limpos, em geral com banho tomado na véspera da visita. Também devem ser mantidos na guia pela veterinária, e identificados com coletes como cães-voluntários.
“Todos os animais que participam da Ong passam por rigorosos testes de comportamento, obediência, socialização e aptidão; para isso nossos profissionais da área comportamental se dedicam a esta avaliação, feita periodicamente, para diminuir quaisquer riscos e comportamentos indesejados que possam interferir na ação”, assegura Silvana Braga. Na OBIHACC, apenas os cães citados na “Lei da Focinheira” não participam do projeto. (A lei estadual nº 11.531, de 11 de novembro de 2003, estabelece que cães das raças mastim napolitano, pit bull e rottweiller, além de outras especificadas em regulamento posterior, deverão ser conduzidos com coleira, guia curta, enforcador e focinheira).
Satisfação mútua
Engana-se quem pensa que apenas os humanos sejam beneficiados. Por participarem ativamente do processo, os animais melhoram o seu convívio social e emocional, pois existe uma troca dialética entre o cão e o assistido. Mas para que os cães-terapeutas também não fiquem estressados, o tempo das atividades é limitado, e dura em média 60 minutos. As atividades com cães são recomendadas na assistência a crianças e idosos, como companheiro, promotor de bem-estar, e até mesmo em processos terapêuticos mais complexos, como no tratamento para o Mal de Alzheimer. O papel de um facilitador para um procedimento terapêutico formal, podendo ser uma ponte entre profissional e paciente. E como em todo trabalho de voluntariado, é importante também o comprometimento do proprietário do animal, pois este funciona como um elemento a mais na atenção ao assistido.
Interessou-se pelo voluntariado animal?
Veja aqui se seu pet está apto a ser um cão-voluntário:
Interessou-se pelo voluntariado animal?
Veja aqui se seu pet está apto a ser um cão-voluntário:
- O cão deve atender os comandos Básicos, como sentar, deitar, ficar e dar a pata.
- Animais de pequeno porte devem ser dóceis, se deixarem tocar, gostar de estar no colo, e de serem carregados.
- Animais de médio e grande porte, além de dóceis, devem ficar deitados ou sentados juntos Ás pessoas, e não devem lamber ou latir.
- Os animais devem ser vacinados, vermifugados, adestrados e socializados.
Fonte : Extraído da Revista "PAPO de PET - Espaço Pet #01" edição fevereiro/março
terça-feira, 4 de maio de 2010
Cães recuperam presidiárias e auxiliam deficientes
A situação dos animais abandonados, dos deficientes físicos e das presidiárias, poderá mudar a partir do momento , que houver o interesse em integrá-los dentro do contexto social.
O Centro de Correção para Mulheres, presídio de segurança máxima, localizado em Purdy(E.U.A), desenvolve um trabalho inédito de treinamento de cães para auxiliar os deficientes físicos.
Os animais, vindos geralmente de abrigos, recebem os cuidados necessários e muito carinho. Em contrapartida, servem de estímulo para que as detentas descubram um novo sentido para a vida, se sintam úteis e recuperem a auto estima, além de propiciar aos deficientes, maiores facilidades no dia-a dia , com os cães a seu lado.
O treinamento começa com comandos simples: sente, pare e venha. Depois as detentas ensinam aos cães a acender e apagar luzes, a apoiar pessoas que andam com bengalas, retirando roupa de secadora e colocando em cestas, entre outras tarefas.
O trabalho do canil da prisão ocorre pela manhã, quando são limpos e oferecida a alimentação para dezenas de cães e alguns gatos hospedados no local por seus proprietários.
O dinheiro arrecadado com o pagamento pela hospedagem associado as constribuições e doações, sustentam o programa, sem fins lucrativos. Treinar um cão custa cerca de US$ 5 mil para trabalho específico e os deficientes que os recebem pagam apenas US$ 25 de taxa de inscrição. Os animais que não possuem temperamento para completar os oito meses de treinamento, são adotados pela comunidade como bichos em liberdade condicional.
Em Washington a taxa de reincidência entre os participantes deste programa é zero. Prisões em Nova York , Ransas, Flórida, Maine, Ohio, Oklahoma, Connecticut, Massachusetts e Winscosin iniciaram programas similares e outros Estados estão estudando a implantação e salientam que este é o melhor caminho para a instituição correcional.
O trinômio: animais abandonados, deficiente físicos e presidiárias possuem a mesma essência, a necessidade de se sentirem aceitos e amados. A mudança que ocorre na vida deles com esta reciprocidade, demonstra que a verdadeira liberdade nasce no amor.
A solução sempre existe, basta tentar enxergá-la com os olhos do coração. Três problemas se transformaram numa maravilhosa solução.
Fonte: www.animalivre.com.br
O Centro de Correção para Mulheres, presídio de segurança máxima, localizado em Purdy(E.U.A), desenvolve um trabalho inédito de treinamento de cães para auxiliar os deficientes físicos.
Os animais, vindos geralmente de abrigos, recebem os cuidados necessários e muito carinho. Em contrapartida, servem de estímulo para que as detentas descubram um novo sentido para a vida, se sintam úteis e recuperem a auto estima, além de propiciar aos deficientes, maiores facilidades no dia-a dia , com os cães a seu lado.
O treinamento começa com comandos simples: sente, pare e venha. Depois as detentas ensinam aos cães a acender e apagar luzes, a apoiar pessoas que andam com bengalas, retirando roupa de secadora e colocando em cestas, entre outras tarefas.
O trabalho do canil da prisão ocorre pela manhã, quando são limpos e oferecida a alimentação para dezenas de cães e alguns gatos hospedados no local por seus proprietários.
O dinheiro arrecadado com o pagamento pela hospedagem associado as constribuições e doações, sustentam o programa, sem fins lucrativos. Treinar um cão custa cerca de US$ 5 mil para trabalho específico e os deficientes que os recebem pagam apenas US$ 25 de taxa de inscrição. Os animais que não possuem temperamento para completar os oito meses de treinamento, são adotados pela comunidade como bichos em liberdade condicional.
Em Washington a taxa de reincidência entre os participantes deste programa é zero. Prisões em Nova York , Ransas, Flórida, Maine, Ohio, Oklahoma, Connecticut, Massachusetts e Winscosin iniciaram programas similares e outros Estados estão estudando a implantação e salientam que este é o melhor caminho para a instituição correcional.
O trinômio: animais abandonados, deficiente físicos e presidiárias possuem a mesma essência, a necessidade de se sentirem aceitos e amados. A mudança que ocorre na vida deles com esta reciprocidade, demonstra que a verdadeira liberdade nasce no amor.
A solução sempre existe, basta tentar enxergá-la com os olhos do coração. Três problemas se transformaram numa maravilhosa solução.
Fonte: www.animalivre.com.br
Animais de estimação aliviam estresse, diz estudo
Um estudo australiano realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker revelou que donos de animais de estimação são menos propensos a sofrer com estresse do que pessoas que não possuem pets em casa. A pesquisa, realizada ao longo de três anos, mostrou que os animais contribuem para a redução da pressão sanguínea, bem como para a diminuição dos níveis de colesterol.
Para a especialista Anne Mcbride, psicóloga que estuda a relação entre humanos e animais, um pet pode trazer muitas vantagens para a vida das pessoas e, consequentemente, fazer bem à saúde.
Segundo a psicóloga, os animais de estimação trazem muitos benefícios para as pessoas e promovem o controle da pressão sanguínea, uma melhor respiração e ainda auxiliam seus donos a sorrirem mais. Gargalhadas, afirma a médica, diminuem os índices de cortisol, hormônio do estresse, e aumentam os níveis de serotonina, substância responsável pela sensação de bem-estar.
Não é a primeira vez que uma pesquisa ressalta os benefícios que o animais de estimação trazem à saúde. Em 1999, a Universidade Estadual de Nova York concluiu que pets contribuem positivamente para o controle da pressão sanguínea. Cientistas da Universidade Warwick, na Grã-Bretanha, também afirmaram que crianças de quatro a cinco anos se recuperam mais rápido de doenças de rotinas quando possuem pets em casa.
Um outro estudo da Society for Companion Animal mostrou que crianças que têm contato com animais de estimação são mais imunes do que jovens que não convivem com gatos ou cachorros.
Fonte: Veja.com
Para a especialista Anne Mcbride, psicóloga que estuda a relação entre humanos e animais, um pet pode trazer muitas vantagens para a vida das pessoas e, consequentemente, fazer bem à saúde.
Segundo a psicóloga, os animais de estimação trazem muitos benefícios para as pessoas e promovem o controle da pressão sanguínea, uma melhor respiração e ainda auxiliam seus donos a sorrirem mais. Gargalhadas, afirma a médica, diminuem os índices de cortisol, hormônio do estresse, e aumentam os níveis de serotonina, substância responsável pela sensação de bem-estar.
Não é a primeira vez que uma pesquisa ressalta os benefícios que o animais de estimação trazem à saúde. Em 1999, a Universidade Estadual de Nova York concluiu que pets contribuem positivamente para o controle da pressão sanguínea. Cientistas da Universidade Warwick, na Grã-Bretanha, também afirmaram que crianças de quatro a cinco anos se recuperam mais rápido de doenças de rotinas quando possuem pets em casa.
Um outro estudo da Society for Companion Animal mostrou que crianças que têm contato com animais de estimação são mais imunes do que jovens que não convivem com gatos ou cachorros.
Fonte: Veja.com
Cachorro terapeuta pode ficar paraplégico
Sebastian sofre de displasia no quadril e precisará de doações para custear sua cirurgia, nos Estados Unidos
Embora não tenha nem um ano de vida, o Dogue de Bordeaux foi diagnosticado com displasia nos dois lados do quadril. Quando ele estiver um pouco mais velho, os ossos do local precisarão ser substituídos, caso contrário, ele perderá a capacidade de andar.
Em um esforço para salvar seu melhor amigo, Laura Sokolovic, de Whitehall, na Pensilvânia, lançou uma campanha e um site - www.help-sebastian.org – para angariar fundos. O motivo da mobilização é que a cirurgia, mais os medicamentos e a terapia, terão um custo estimado de 13 mil dólares, cerca de 22 mil reais, e o convênio de Sebastian não cobre condições hereditárias.
Laura é diretora de relações públicas e terapia animal dos hospitais Three Rivers Hospice e Family Home Health Services, onde Sebastian faz parte do programa de terapia. Juntamente com outro cão e um papagaio, os animais visitam os pacientes em casas de repouso, na residência do enfermo, e também fazem apresentações em hospitais, asilos e escolas.
Fonte: PetMag
Crédito: Reprodução/ohmidog!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Dica de leitura
A obra de Karen Cristini tem um grande alcance, por basear-se na experiência e no sucesso da terapia com animais nos casos de paralisia cerebral por ela estudados. Além disso, a autora amplia o horizonte de suas observações até descobrir o importante papel que o convívio com animais desempenha como fonte de equilíbrio, tranqüilidade e paz.
Numa primeira parte evidencia os mecanismos de amadurecimento psicomotor, muito prejudicados, principalmente, nos casos de encefalopatia crônica não-progressiva, paralisia mental e autismo. Nesses casos se aplica amplamente a função terapêutica exercida pelo convívio com animais facilitando os diversos tratamentos psíquicos e fisioterápicos nos aspectos físico, cognitivo, emocional e social. Em nenhum momento, a Terapia Assistida por Animais (TAA) substitui a intervenção direta das demais modalidades terapêuticas (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psiquiatra, psicólogo, clínico geral e outros), mas sempre as complementa, trazendo indiscutíveis benefícios psicológicos, pedagógicos e sociais aos participantes.
A obra mostra que a TAA contribui positivamente nas modalidades terapêuticas tradicionais utilizadas no tratamento de crianças/adolescentes/adultos com necessidades especiais. Outros fatores interferem no processo, mas a experiência demonstra que o recurso à TAA abre a possibilidade de aplicar exercícios e funções que muitas vezes são impossíveis de ser realizados somente com o uso da terapia tradicional.
Após a implantação da TAA, a maioria dos pacientes passou a aceitar de forma mais agradável as intervenções da fisioterapia, da terapia ocupacional, da enfermagem e dos cuidados diários como higiene e alimentação; isso tornou as relações mais produtivas. Além disso, como outro aspecto positivo, obtivemos o vínculo prazeroso estabelecido entre terapeutas e pessoas com necessidades especiais.
Editora: PAULINAS - CATÁLOGO GERAL
Área(s): FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO
Numa primeira parte evidencia os mecanismos de amadurecimento psicomotor, muito prejudicados, principalmente, nos casos de encefalopatia crônica não-progressiva, paralisia mental e autismo. Nesses casos se aplica amplamente a função terapêutica exercida pelo convívio com animais facilitando os diversos tratamentos psíquicos e fisioterápicos nos aspectos físico, cognitivo, emocional e social. Em nenhum momento, a Terapia Assistida por Animais (TAA) substitui a intervenção direta das demais modalidades terapêuticas (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psiquiatra, psicólogo, clínico geral e outros), mas sempre as complementa, trazendo indiscutíveis benefícios psicológicos, pedagógicos e sociais aos participantes.
A obra mostra que a TAA contribui positivamente nas modalidades terapêuticas tradicionais utilizadas no tratamento de crianças/adolescentes/adultos com necessidades especiais. Outros fatores interferem no processo, mas a experiência demonstra que o recurso à TAA abre a possibilidade de aplicar exercícios e funções que muitas vezes são impossíveis de ser realizados somente com o uso da terapia tradicional.
Após a implantação da TAA, a maioria dos pacientes passou a aceitar de forma mais agradável as intervenções da fisioterapia, da terapia ocupacional, da enfermagem e dos cuidados diários como higiene e alimentação; isso tornou as relações mais produtivas. Além disso, como outro aspecto positivo, obtivemos o vínculo prazeroso estabelecido entre terapeutas e pessoas com necessidades especiais.
Editora: PAULINAS - CATÁLOGO GERAL
Área(s): FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO
domingo, 2 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Estamos no Prêmio Top 30 do Mês de Maio/2010
O Top30 Brasil é um sistema de ranking, gratuito, no qual os sites participantes são classificados pelo sistema de votação. Os 20 sites mais votados pelos usuários em cada categoria são condecorados com um selo virtual, que especifica a categoria na qual o site está inscrito, sua respectiva colocação e a edição do ranking na qual o recebeu.
Não deixe de dar o seu voto ao Pêlo Próximo.
Campanha "Doe Palavra" do Hospital Mario Penna
O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte , que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto sensacional que se chama "DOE PALAVRAS". Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.
Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br/ , escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter) e sua mensagem aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento.
O Hospital Mário Penna colocou uma TV em cada quarto, e nelas vão passar mensagens enviadas por você. Nós do Projeto Pêlo Próximo, já fizemos nossa parte hoje.
"Quando achamos que não nos resta mais nada, surge a SUPERAÇÃO! Tenham FÉ e ESPERANÇA! Acreditem! DEUS vê e ouve tudo e a todos"
Roberta Araújo
coordenadora geral do Pêlo Próximo
coordenadora geral do Pêlo Próximo
E você?
Participe, dê um pouco de carinho a quem necessita.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Hoje é o Dia Internacional do Cão-Guia
Hoje, 28 de abril, é dia de parabéns aos "olhos" das pessoas cegas. Os cães-guias proporcionam independência e são companheiros inseparáveis de seus usuários. Privilégio ainda de poucos, os cães-guias começam a se popularizar no Brasil e muita genta ainda não sabe como lidar com a presença do cão, que de acordo com a Lei Federal 11.126/2005 tem acesso assegurado em qualquer ambiente e no transporte público. Em junho do ano passado, a vereadora Mara Gabrilli lançou a campanha Pode Entrar para conscientizar os taxistas da cidade de São Paulo sobre os cães-guias. Conheça: www.maragabrilli.com.br/pode-entrar
Ainda hoje, das 11 horas às 22 horas, o Balcão da Cidadania do Shopping Iguatemi (Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jd. Paulistano), em São Paulo, será cenário para uma ação de conscientização no Dia Internacional do Cão-Guia. A ação, coordenada pela ONG Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS), tem a missão de chamar atenção para uma triste estatística: o Brasil possui 5,4 milhões de pessoas com perda visual severa e cerca de 70 cães-guia. O Brasil tem demanda potencial de usuários para mais de 10 mil.
Caminhar sem bater a cabeça nos orelhões, andar sem tropeçar nos buracos das calçadas e pegar um ônibus sem precisar dar o braço a alguém. Para quem não pode ver os caminhos da cidade - e os obstáculos que eles guardam -, ter um cão-guia é como ganhar novos olhos, braços e pés para enfrentar a metrópole. Apesar da transformação que o animal causa na vida da pessoa com deficiência, conseguir um ainda é muito difícil no Brasil.
Na tentativa de aliviar o atual cenário - o País tem 5,4 milhões de pessoas com perda visual severa e cerca de 70 cães-guia -, políticas públicas começam a surgir no setor. O governo federal e o Inmetro estão finalizando a regulamentação dos centros de treinamento e da prática de treinadores autônomos de cães. A previsão é que o decreto seja consolidado neste semestre. "É a partir desse instrumento que vamos organizar tudo", diz Hélcio Rizzi, coordenador-geral de projetos da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Em paralelo, a Universidade de São Paulo e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão definindo o projeto arquitetônico do prédio que abrigará a escola de instrução de animais e treinadores. Por ano, serão formados 25 instrutores e treinados 30 cães.
Estima-se que existam 12 mil pessoas nas filas de organizações não governamentais e centros de treinamento à espera por um cão. A International Guide Dog Federation, na Inglaterra, recomenda que eles sejam treinados e doados por instituições e escolas. Mas é possível comprá-los fora do País. Também há treinadores autônomos que cobram para instruir os animais.
"Vender um cão é errado, porque normalmente quem necessita de um é quem precisa se virar, trabalhar, e não tem dinheiro para comprá-lo", afirma o treinador Fabiano Pereira, da Escola de Cães-Guia Helen Keller, de Camboriú (SC).
Por causa dos custos elevados - o treinamento e o acompanhamento do animal custam, em média, R$ 25 mil -, os centros vivem de doações e realizam parcerias com empresas, em busca de patrocínio, e escolas estrangeiras. Em razão desses convênios, quem traz um cão dos EUA, por exemplo, se comunica em inglês com o animal no início.
Mesmo com as parcerias, as dificuldades financeiras dessas instituições são grandes. "A situação é precária porque sem recursos é difícil continuar o trabalho", afirma Moisés Vieira Júnior, instrutor do Instituto Iris.
Encontro Para se tornar dono de um cão-guia, os interessados devem se inscrever na seleção realizada pelos centros. Não há um número oficial de escolas no Brasil, mas calcula-se que, além dos treinadores autônomos, existam cerca de dez - entre as quais estão o Instituto Iris (SP), Helen Keller, Integra (DF) e Cão-Guia Brasil (RJ).
É recomendável que o candidato seja maior de idade, pois será responsável pela vida do cão, com cuidados que vão da escovação do pelo à vacinação. Após a inscrição, o interessado passa por uma avaliação que considera atividades cotidianas, como trabalhar e usar o transporte público, já que o cão deve ser destinado a pessoas com vida ativa.
Ao receber o cão-guia, a vida da pessoa com deficiência visual ganha níveis de independência e segurança antes nunca experimentados. "Não conseguia sair sozinha da minha casa e ir até o ponto de ônibus", lembra a estatística Katia Marques, de 27 anos, que é guiada por Sam, um labrador amarelo.
A conquista ganha contornos ainda mais especiais para aqueles que se recusavam a usar a bengala. "Tinha horror da bengala, sempre a escondia", lembra o advogado Genival Santos, de 31 anos, que perdeu a visão aos 17. Hoje, ele, que é noivo de Katia, convive com a cadela Layla, de 4 anos. "Com a bengala, as pessoas te olham com pena, porque ela te expõe como deficiente", explica a técnica de vendas Érsea Alves, de 55 anos. "Agora, elas olham para o Toby", conta ela sobre seu labrador de 3 anos.
A dimensão do vínculo afetivo criado entre o dono e o cão-guia, segundo os usuários, é difícil de compreender. "É a forma mais pura de amor. É uma parceria, uma parte de você e um amor de pai para filho", resume o repórter do Estado Lucas de Abreu Maia, que é guiado pela cadela Annie há 6 anos.
Desafios Quando o adestrador George Harrison, que toca o projeto carioca Cão-Guia Brasil, foi entregar ao dono a cadela Raíssa, o primeiro cão do programa, teve uma surpresa. "Descobri que se tratava de uma comunidade de baixa renda, um espaço geográfico caótico, sem calçada, meio-fio ou asfaltamento." O resultado: teve de treinar novamente Raíssa, que hoje guia o músico Antônio da Silva, de 21 anos.
Além da logística difícil da cidade, os novo usuários ainda têm de se adaptar aos insistentes pedidos de pessoas que querem brincar ou fazer carinho no cachorro - o que não é recomendável, porque o animal não deve se distrair do "trabalho" de guia.
Porém, apesar da curiosidade, muitos enfrentam preconceito. "Já chamei a polícia em um restaurante e fui agredida no metrô por uma mulher que achou um absurdo ter um cão no vagão", diz Daniela Kovacs, de 30 anos, companheira do labrador Basher há quase 3.
Saiba mais:
www.caoguia.org.br/
www.iris.org.br
Aprenda a se relacionar com um cão-guia
Fonte: com informações de O Estado de S.Paulo - Mariana Mandelli/COLABOROU CLARISSA THOMÉ, DO RIO - 25/04/2010
Portal Mara Gabrilli
Ainda hoje, das 11 horas às 22 horas, o Balcão da Cidadania do Shopping Iguatemi (Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jd. Paulistano), em São Paulo, será cenário para uma ação de conscientização no Dia Internacional do Cão-Guia. A ação, coordenada pela ONG Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS), tem a missão de chamar atenção para uma triste estatística: o Brasil possui 5,4 milhões de pessoas com perda visual severa e cerca de 70 cães-guia. O Brasil tem demanda potencial de usuários para mais de 10 mil.
Caminhar sem bater a cabeça nos orelhões, andar sem tropeçar nos buracos das calçadas e pegar um ônibus sem precisar dar o braço a alguém. Para quem não pode ver os caminhos da cidade - e os obstáculos que eles guardam -, ter um cão-guia é como ganhar novos olhos, braços e pés para enfrentar a metrópole. Apesar da transformação que o animal causa na vida da pessoa com deficiência, conseguir um ainda é muito difícil no Brasil.
Na tentativa de aliviar o atual cenário - o País tem 5,4 milhões de pessoas com perda visual severa e cerca de 70 cães-guia -, políticas públicas começam a surgir no setor. O governo federal e o Inmetro estão finalizando a regulamentação dos centros de treinamento e da prática de treinadores autônomos de cães. A previsão é que o decreto seja consolidado neste semestre. "É a partir desse instrumento que vamos organizar tudo", diz Hélcio Rizzi, coordenador-geral de projetos da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Em paralelo, a Universidade de São Paulo e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão definindo o projeto arquitetônico do prédio que abrigará a escola de instrução de animais e treinadores. Por ano, serão formados 25 instrutores e treinados 30 cães.
Estima-se que existam 12 mil pessoas nas filas de organizações não governamentais e centros de treinamento à espera por um cão. A International Guide Dog Federation, na Inglaterra, recomenda que eles sejam treinados e doados por instituições e escolas. Mas é possível comprá-los fora do País. Também há treinadores autônomos que cobram para instruir os animais.
"Vender um cão é errado, porque normalmente quem necessita de um é quem precisa se virar, trabalhar, e não tem dinheiro para comprá-lo", afirma o treinador Fabiano Pereira, da Escola de Cães-Guia Helen Keller, de Camboriú (SC).
Por causa dos custos elevados - o treinamento e o acompanhamento do animal custam, em média, R$ 25 mil -, os centros vivem de doações e realizam parcerias com empresas, em busca de patrocínio, e escolas estrangeiras. Em razão desses convênios, quem traz um cão dos EUA, por exemplo, se comunica em inglês com o animal no início.
Mesmo com as parcerias, as dificuldades financeiras dessas instituições são grandes. "A situação é precária porque sem recursos é difícil continuar o trabalho", afirma Moisés Vieira Júnior, instrutor do Instituto Iris.
Encontro Para se tornar dono de um cão-guia, os interessados devem se inscrever na seleção realizada pelos centros. Não há um número oficial de escolas no Brasil, mas calcula-se que, além dos treinadores autônomos, existam cerca de dez - entre as quais estão o Instituto Iris (SP), Helen Keller, Integra (DF) e Cão-Guia Brasil (RJ).
É recomendável que o candidato seja maior de idade, pois será responsável pela vida do cão, com cuidados que vão da escovação do pelo à vacinação. Após a inscrição, o interessado passa por uma avaliação que considera atividades cotidianas, como trabalhar e usar o transporte público, já que o cão deve ser destinado a pessoas com vida ativa.
Ao receber o cão-guia, a vida da pessoa com deficiência visual ganha níveis de independência e segurança antes nunca experimentados. "Não conseguia sair sozinha da minha casa e ir até o ponto de ônibus", lembra a estatística Katia Marques, de 27 anos, que é guiada por Sam, um labrador amarelo.
A conquista ganha contornos ainda mais especiais para aqueles que se recusavam a usar a bengala. "Tinha horror da bengala, sempre a escondia", lembra o advogado Genival Santos, de 31 anos, que perdeu a visão aos 17. Hoje, ele, que é noivo de Katia, convive com a cadela Layla, de 4 anos. "Com a bengala, as pessoas te olham com pena, porque ela te expõe como deficiente", explica a técnica de vendas Érsea Alves, de 55 anos. "Agora, elas olham para o Toby", conta ela sobre seu labrador de 3 anos.
A dimensão do vínculo afetivo criado entre o dono e o cão-guia, segundo os usuários, é difícil de compreender. "É a forma mais pura de amor. É uma parceria, uma parte de você e um amor de pai para filho", resume o repórter do Estado Lucas de Abreu Maia, que é guiado pela cadela Annie há 6 anos.
Desafios Quando o adestrador George Harrison, que toca o projeto carioca Cão-Guia Brasil, foi entregar ao dono a cadela Raíssa, o primeiro cão do programa, teve uma surpresa. "Descobri que se tratava de uma comunidade de baixa renda, um espaço geográfico caótico, sem calçada, meio-fio ou asfaltamento." O resultado: teve de treinar novamente Raíssa, que hoje guia o músico Antônio da Silva, de 21 anos.
Além da logística difícil da cidade, os novo usuários ainda têm de se adaptar aos insistentes pedidos de pessoas que querem brincar ou fazer carinho no cachorro - o que não é recomendável, porque o animal não deve se distrair do "trabalho" de guia.
Porém, apesar da curiosidade, muitos enfrentam preconceito. "Já chamei a polícia em um restaurante e fui agredida no metrô por uma mulher que achou um absurdo ter um cão no vagão", diz Daniela Kovacs, de 30 anos, companheira do labrador Basher há quase 3.
Saiba mais:
www.caoguia.org.br/
www.iris.org.br
Aprenda a se relacionar com um cão-guia
- Antes de mais nada saiba que sou um cão de trabalho e não um bichinho de estimação
- Meu comportamento e trato são totalmente diferentes dos outros cães e devo ser respeitado em minha dupla função de guia e fiel companheiro de meu dono.
- Ah! E eu tenho hora e local para fazer minhas necessidades. Sei que durante meu trabalho não posso sair sujando por onde passo...
- Por favor, não me toque quando eu estiver trabalhando, ou seja, quando eu estiver com a guia. Se fizer isso posso me distrair e jamais devo falhar.
- Se um cego com cão- guia lhe pedir ajuda, aproxime-se pelo lado direito, de maneira que eu fique à esquerda.
- Se um cego com cão guia lhe pedir informações, dê indicações claras no sentido em que deve dobrar ou seguir para chegar ao local.
- Não se antecipe e nem pegue o braço de um cego acompanhado de um cão-guia, sem antes conversar. Muito menos toque na minha guia, pois ela é só para uso do cego que acompanho.
- Eu, como cão-guia, estou habituado a viajar em aviões, ônibus, carros, acomodado aos pés do meu dono, sem atrapalhar os passageiros, tanto dentro como fora do país.
- Podemos entrar em cinemas, restaurantes, hospitais... Tudo isso, graças ao forte treinamento que recebemos. Sempre ficamos acomodados aos pés do nosso dono.
- Não precisa ter medo da gente.
- Existe uma lei federal 11.126 de 2005 e o decreto nº. 5.904/2006 que obriga o transporte do cão-guia com seus donos.
Fonte: com informações de O Estado de S.Paulo - Mariana Mandelli/COLABOROU CLARISSA THOMÉ, DO RIO - 25/04/2010
Portal Mara Gabrilli
Lei nº 215/2007 - ANIDA e SUIPA alertam
PL federal que cria Código Federal de Bem Estar Animal institui morte dos animais
Muitos têm repassado um abaixo assinado apoiando o projeto de lei 215/2007 que institui o Código Federal de Bem Estar Animal. Mas muitos desconhecem o prejuízo que este projeto de lei pode acarretar para a causa animal.
É importante frisar que o Projeto de Lei em questão nada tem a ver com a Lei do Rio Grande do Sul, que permite o uso de animais em cultos religiosos, vale lembrar que temos uma Lei e um Decreto Federal que proíbem e punem a prática de crueldade e maus tratos contra animais, que se aplicam perfeitamente no Rio Grande do Sul, uma vez que uma Lei Estadual nunca se sobrepõe a uma Lei Federal.
Leiam o Código que está no site http://www.camara.gov.br/sileg/MontarIntegra.asp?CodTeor=436891
No caso dele ser sancionado as Leis Estaduais e Municipais, em todo o Brasil, que proíbem a matança de animais nos CCZ, Canis Públicos e Congêneres não terão mais validade em vários de seus artigos, pois o Código prevê a matança :
do mordedor compulsivo, cuja mordedura seja comprovada apenas laudo testemunhal ;
do animal em sofrimento;
do animal com fraturas;
do animal com hemorragias;
do animal com impossibilidade de locomoção;
do animal com mutilação;
do animal com feridas extensas ou profundas;
do animal com eviscerações e prolapsos com ocorrências constatadas por médico veterinário.
Fonte: Dra. Andréa Lambert (ONG ANIDA)
Tratamento oncológico começa a adotar a cão terapia
O tratamento oncológico torna-se complicado e difícil para o paciente que muitas vezes precisa, além de uma equipe médica especializada, do apoio da família, da presença dos amigos, de atividades culturais e de lazer. Junto a tudo isso, é necessário também um bom acompanhamento psicoemocional, aumentando a chances de cura.
Os principais centros mundiais de tratamento oncológico estão com uma novidade inusitada: a participação de animais no processo, ou seja, a cão terapia, que utiliza cães treinados e devidamente apropriados para o convívio com pacientes em ambiente hospitalar, permitindo que os doentes brinquem e se distraiam com os animais.
O Brasil já está adotando o tratamento por intermédio de profissionais da área psicológica. A cão terapia é um trabalho científico, cujos resultados são notados a cada sessão, e não é uma atividade lúdica, como muitos pensam.
A médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira, afirma que um cão traz alegria e diversão à maioria das crianças. “A ideia de incluir o animal no tratamento de crianças com câncer é perfeita porque essa relação pode trazer resultados surpreendentes, estimulando a autoestima e até minimizando os traumas do tratamento”, ressalta a veterinária.
Com a cão terapia, pôde-se notar melhoras no quadro do paciente oncológico como a redução da pressão arterial, da frequência cardíaca, da depressão, da dor e uma consequente diminuição de uso de medicação psicotrópica e analgésica, além do estímulo à prática de atividades físicas.
Fonte: Portal Educação
Os principais centros mundiais de tratamento oncológico estão com uma novidade inusitada: a participação de animais no processo, ou seja, a cão terapia, que utiliza cães treinados e devidamente apropriados para o convívio com pacientes em ambiente hospitalar, permitindo que os doentes brinquem e se distraiam com os animais.
O Brasil já está adotando o tratamento por intermédio de profissionais da área psicológica. A cão terapia é um trabalho científico, cujos resultados são notados a cada sessão, e não é uma atividade lúdica, como muitos pensam.
A médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira, afirma que um cão traz alegria e diversão à maioria das crianças. “A ideia de incluir o animal no tratamento de crianças com câncer é perfeita porque essa relação pode trazer resultados surpreendentes, estimulando a autoestima e até minimizando os traumas do tratamento”, ressalta a veterinária.
Com a cão terapia, pôde-se notar melhoras no quadro do paciente oncológico como a redução da pressão arterial, da frequência cardíaca, da depressão, da dor e uma consequente diminuição de uso de medicação psicotrópica e analgésica, além do estímulo à prática de atividades físicas.
Fonte: Portal Educação
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