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email: peloproximo@gmail.com

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O Projeto Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas é um grupo formado por voluntários, que realiza um trabalho sem fins lucrativos, de visitas a Instituições que cuidam de crianças, idosos, portadores de necessidades especiais e escolas. Nas principais atividades desenvolvidas pelo Projeto se enquadram a TAA (Terapia Assistida por Animais), AAA (Atividade Assistida por Animais) e EAA ( Educação Assistida por Animais).

Em todas as visitas contamos com uma equipe multidisciplinar de profissionais da área de saúde e de voluntários que realizam um trabalho sério e consistente, onde é oferecida a oportunidade de entretenimento, motivação, informação, educação e benefícios terapêuticos por meio do contato com os animais, visando sempre a melhoria na qualidade de vida e mudança na rotina de vida diária.

O Projeto conta hoje com um staff de 23 cães e uma calopsita, que realizam diversas atividades com pacientes, assim como contato direto com o animal; exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade tanto fina quanto global dos pacientes. Fazem parte do quadro de exercícios: escovação; exercícios com arco; exercícios de estimulação usando o boliche e o futebol; além de apresentação de agility e show dog.

Objetivo

O objetivo principal de nosso trabalho é, por meio da interação homem-animal dentro da Atividade, Educação e Terapia Assistida por Animais, promover e proporcionar os benefícios dos efeitos terapêuticos dos animais em prol da melhoria da saúde física, emocional e mental dos assistidos.

Para solicitar uma visita do Projeto envie um email para peloproximo@gmail.com

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terça-feira, 2 de outubro de 2012


O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre o uso da Terapia Assistida por Animais (TAA) nos hospitais públicos, contratados, conveniados e cadastrados do Sistema Único de Saúde – SUS.

Art. 2º  A Terapia Assistida por Animais integra o conjunto das ações de saúde oferecidas pelo SUS.
§ 1º Para o atendimento dos pacientes necessitados desta terapia,  os estabelecimentos mencionados no art. 1º deverão manter, nos respectivos quadros, profissionais habilitados na prestação dos serviços de que trata esta Lei.

§ 2º Pacientes e familiares, mediante prescrição médica,  têm direito à Terapia Assistida por Animais, nos hospitais públicos, contratados, conveniados e cadastrados no Sistema Único de Saúde.

Art. 3º O Poder Executivo  poderá  celebrar convênios com as entidades e responsáveis pelos Hospitais Veterinários,  Organizações Não Governamentais, e estabelecimentos congêneres, visando dar cumprimento ao disposto nesta lei.

Art. 4º  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

A terapia  assistida por animais (TAA) consiste na utilização de animais como instrumentos facilitadores de abordagem e de estabelecimento de terapias de pacientes. Reconhecida em diversos países, essa terapia é comprovadamente uma técnica útil na socialização de pessoas, na psicoterapia, em tratamentos de pacientes com necessidades especiais, bem como diminuição da ansiedade  provocada por causas diversas.
Trata-se de um recurso em que o adulto e a criança utilizam para sentirem-se seguros. Afagar um animal permite abrir um espaço potencial para expressar a criatividade e lidar com as emoções, o que denota a sua importância, principalmente, nos processos de crise que advêm de períodos de hospitalização prolongados. Tal prática atua como “coterapia”  possibilitando a brincadeira, onde brincar é viver e aprender a viver ao mesmo tempo.
Os recursos da TAA podem ser direcionados a pessoas de diferentes faixas etárias e utilizados em instituições penais, hospitais, casas de saúde, escolas e clínicas de recuperação. É fundamental o trabalho de uma equipe multidisciplinar capaz de prescrever o método mais adequado a ser aplicado, acompanhando as atividades e o bem-estar dos animais e dos pacientes,  o  que irá refletir-se no benefício real da
qualidade de vida dos mesmos (SAN JOAQUÍN, 2002).
Os primeiros registros de resultados positivos obtidos da interação entre animais e pacientes datam de 1792, na Inglaterra. A partir  dai, a atenção de alguns profissionais da saúde se voltou para essa prática buscando uma melhor compreensão dos seus efeitos, bem como de suas implicações. Além dos cachorros, diversos outros animais passaram a integrar esse trabalho: gatos, pássaros, peixes, surgindo assim, a
denominação de Terapia Assistida por Animais.
Nos últimos anos,  tem despontado  o uso dessa terapia em ambientes hospitalares, tomando-se cuidado com  os  riscos de  zoonoses e  de  alergias que a entrada de animais, poderia causar nos pacientes, existindo programas, principalmente nos E.U.A., especializados nessa área,  e que vêm  alavancando  benefícios aos pacientes, familiares e a própria equipe técnica, por reduzir o impacto e estresse gerados pela situação de doença e da hospitalização, alterando o foco perceptual e, também, por promover melhor adesão à terapêutica proposta.
Destacamos ainda que, embora seja uma intervenção que utiliza animais, traz consigo um forte apelo à humanização, pois ajuda a descontrair o clima pesado de um ambiente hospitalar, melhora as relações interpessoais e facilita a comunicação.
Por essas razões,  sua prática será extremamente benéfica a todo o  Sistema Único de Saúde, reduzindo, sobretudo, o período de internação dos pacientes, e acarretando efeitos colaterais positivos, como a redução dos custos do tratamento e riscos de infecções por prolongada permanência no ambiente hospitalar, em razão da resposta mais rápida (em torno de 60%) à TAA, quando utilizada como tratamento
adjuvante.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres pares para a aprovação deste
presente projeto de lei.

Deputado Giovani Cherini


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